MILAGRES (III)
O que sabemos, de
fato, sobre os Milagres de caráter religioso?
Que os milagres possam ser deixados ao simples critério de um Deus ou que o ser humano possa estar na origem da sua própria e extraordinária transformação física e psíquica, não é o verdadeiro problema. Aceito com alegria tudo aquilo que vem para melhorar ou até mesmo transformar a vida de todos os seres humanos que sofrem.
Vou tomar como exemplo os milagres observados em Lourdes. Desde 1854, 69 curas inexplicáveis foram finalmente reconhecidas como milagrosas pela Igreja Católica. É muito? É pouco? Não sei dizer. O que é certo é que o número, agrupado por períodos, diminui constantemente: vários “Milagres” nos primeiros anos e praticamente nenhum em trinta anos. Existiria ou não outra razão além dessa: várias doenças consideradas incuráveis há um século podem, sem dúvida, ser tratadas hoje em dia. Os progressos da ciência explicariam hoje o que anteriormente era atribuído à fé?
Milagres predominantemente religiosos:
Pensamos imediatamente nos estigmas: essas feridas que nunca cicatrizam e que reproduzem o martírio de Cristo, com as mãos representando as perfurações causadas pelos pregos da crucificação, os pés e as laterais do dorso.
Encontramo-nos assim diante de objetos portadores de sinais cristãos bem misteriosos: estátuas que sangram, que choram, etc.
Em seguida, há os fenômenos de levitação: no século XVII, Joseph de Cupertino diz que o “monge voador” chegava frequentemente à sua igreja voando, às vezes a alguns centímetros do solo, as vezes a até um metro de altitude. Essas manifestações aconteceram diante de várias testemunhas, dentre as quais, homens e mulheres confiáveis.
Muitas vezes, também evocamos os fenômenos de êxtase, essa espécie de comunicação com o além da qual um religioso pode participar. Padre Pio, o monge de San Giovanni Rotondo, na Itália, no que ele mesmo chamou de “noite obscura”, é um bom exemplo deste fenômeno. Há muito tempo eu me interesso fortemente pelo Padre Pio, uma espécie de “clandestino” em prodígios cristãos, Ele era capaz (fato comprovado) de estar em dois ou três lugares ao mesmo tempo. Ele se expressava facilmente em várias línguas que nunca havia aprendido (xenoglossia); ele também possuía o dom da profecia: assim, ele encontrou o futuro papa João Paulo II, no ano de 1947, em Cracóvia, na Polônia, e declarou, após o encontro, que aquele padre subiria um dia no trono de Pedro.
Para fechar este capítulo, vou te falar um pouco sobre o que pode ser considerado, na minha humilde opinião, o mais extraordinário “Milagre” de domínio religioso que conheço: a túnica de Guadalupe.
Alguns conhecem a história, mas aqueles que acreditam saber conhecem apenas uma parte.
No dia 12 de dezembro de 1531, um índio asteca, convertido ao cristianismo e batizado como Juan Diego pediu para encontrar o Bispo da Cidade do México. Ele disse que a Virgem Maria o havia encarregado de uma mensagem.
A princípio, o bispo quis mandá-lo embora, mas parou diante do buquê de rosas carregado pelo índio. Eram rosas magníficas que, normalmente, não crescem no inverno. A Virgem pedia a construção de uma capela na colina de Tepeyac. O bispo estava perplexo: este lugar era um antigo lugar sagrado indígena, dedicado à deusa asteca Tonantzin (como você pode ver, não existe uma verdadeira fronteira ideológica ou religiosa quando se trata de manifestações espirituais). O bispo observa então a “túnica” de Juan Diego: em um fundo de estrelas, ela representa a Virgem Maria!
Trata-se de uma roupa de pobre, em fio de sisal extremamente frágil. Detalho a história para chegar ao mais surpreendente. Esta túnica está exposta na Basílica de Guadalupe, há mais de cinco séculos, sem ter aparentemente sofrido danos em função do tempo. Nem a luz, nem a poluição parecem alterar o tecido cuja vida útil normal não costuma ultrapassar os vinte anos. Muito surpreendente: esta imagem da Virgem não é uma pintura; os seus pigmentos não são minerais, vegetais, nem animais. Para dizer a verdade, não sabemos o que são. Mas o mais extraordinário vem a seguir. Muito recentemente, vários pesquisadores europeus examinaram a túnica de perto. Tive acesso à algumas informações privilegiadas sobre o assunto. Eu te disse há pouco, aqui, que a Virgem era reproduzida em um fundo de estrelas. Verificou-se que estas estrelas reproduziam exatamente a disposição dos astros, tal como a abóbada celeste se apresentava ao observador humano no dia 12 de dezembro de 1531! Como se a Virgem estivesse virada para o Oeste no momento em que a túnica de Juan Diego foi impressa bruscamente uma visão estranha e misteriosa como testemunhava o indio!
Cito a seguir algumas manifestações paranormais de natureza religiosa.
Como você vê, não contesto a natureza milagrosa (inexplicável, fora as leis conhecidas Da Natureza) de vários fatos de caráter religioso. O que contexto, é que essa espécie de exclusividade que os fiéis (ou melhor, as próprias igrejas) se auto atribuem.
Sabemos hoje que as curas espontâneas ocorrem sem a necessidade de invocar uma conexão “divina”: sabemos que em mais de 1.600 casos de remissão espontânea contabilizadas entre 1976 e 2006 (30 anos), 70% estão relacionados com um câncer ou uma doença grave. Assim, acontece de nos curarmos sem termos que viajar até Fatima ou Medjugorje (mas certamente e uma vez mais não vou contestar as curas espontâneas após uma estadia em um desses lugares religiosos e consagrados do planeta); contento-me em não associar automaticamente uma causa e um efeito.
O que contesto, eu repito, é o monopólio, espécie de ordem natural, que parece ter sido concedido a certas religiões elevadas à “Grande Ordem do Milagre”. Por outro lado, é preciso salientar que este não é o caso de todas as religiões ou filosofias monoteístas: a religião judaica considera que o mundo criado por Deus em seis dias, sendo perfeito, não precisa de milagres. E se por um acaso existir o Milagre, ele já estava previsto previamente! A religião muçulmana, por sua vez, embora não negue a possibilidade, parece-me extremamente cautelosa quanto ao assunto.
A verdadeira fonte dos Milagres…
As minhas ideias baseadas na minha vida, os meus conhecimentos e as minhas numerosas experiências me levam a dizer que a fonte de muitos Milagres reside... não em uma entidade divina, seja ela qual for, mas no próprio homem que conscientemente ou não manipula energias que ele próprio desconhece.
Em circunstâncias precisas ou utilizando técnicas comprovadas, são vários os seres humanos capazes de realizarem Milagres, ou seja, eventos que desafiam o bom senso, a razão ou simplesmente as possibilidades humanas. Quando um iogue caminha sobre a água ou é enterrado vivo por um tempo extremamente longo, ele realiza perfeitamente, o que podemos chamar, sem hesitação, de um Milagre.
Observo, não sem malícia, que certas técnicas de repetição silábica dos monges budistas, os Mantras (destinados a fazê-los entrar em transe) não são assim tão distantes de alguns Rituais Antigos com os quais já tive contato em estudos esotéricos ou de magia. Os próprios Cristãos, na repetição do nome de Deus, termos como Amém. Aleluia e alguns cânticos especiais que afetam nossas emoções, não estariam praticando os mesmos mantras e favorecendo os êxtases capas de colocar os fieis em um estado especial de espiritualidade?
Que os milagres possam ser deixados ao simples critério de um Deus ou que o ser humano possa estar na origem da sua própria e extraordinária transformação física e psíquica, não é o verdadeiro problema. Aceito com alegria tudo aquilo que vem para melhorar ou até mesmo transformar a vida de todos os seres humanos que sofrem.
Vou tomar como exemplo os milagres observados em Lourdes. Desde 1854, 69 curas inexplicáveis foram finalmente reconhecidas como milagrosas pela Igreja Católica. É muito? É pouco? Não sei dizer. O que é certo é que o número, agrupado por períodos, diminui constantemente: vários “Milagres” nos primeiros anos e praticamente nenhum em trinta anos. Existiria ou não outra razão além dessa: várias doenças consideradas incuráveis há um século podem, sem dúvida, ser tratadas hoje em dia. Os progressos da ciência explicariam hoje o que anteriormente era atribuído à fé?
Milagres predominantemente religiosos:
Pensamos imediatamente nos estigmas: essas feridas que nunca cicatrizam e que reproduzem o martírio de Cristo, com as mãos representando as perfurações causadas pelos pregos da crucificação, os pés e as laterais do dorso.
Encontramo-nos assim diante de objetos portadores de sinais cristãos bem misteriosos: estátuas que sangram, que choram, etc.
Em seguida, há os fenômenos de levitação: no século XVII, Joseph de Cupertino diz que o “monge voador” chegava frequentemente à sua igreja voando, às vezes a alguns centímetros do solo, as vezes a até um metro de altitude. Essas manifestações aconteceram diante de várias testemunhas, dentre as quais, homens e mulheres confiáveis.
Muitas vezes, também evocamos os fenômenos de êxtase, essa espécie de comunicação com o além da qual um religioso pode participar. Padre Pio, o monge de San Giovanni Rotondo, na Itália, no que ele mesmo chamou de “noite obscura”, é um bom exemplo deste fenômeno. Há muito tempo eu me interesso fortemente pelo Padre Pio, uma espécie de “clandestino” em prodígios cristãos, Ele era capaz (fato comprovado) de estar em dois ou três lugares ao mesmo tempo. Ele se expressava facilmente em várias línguas que nunca havia aprendido (xenoglossia); ele também possuía o dom da profecia: assim, ele encontrou o futuro papa João Paulo II, no ano de 1947, em Cracóvia, na Polônia, e declarou, após o encontro, que aquele padre subiria um dia no trono de Pedro.
Para fechar este capítulo, vou te falar um pouco sobre o que pode ser considerado, na minha humilde opinião, o mais extraordinário “Milagre” de domínio religioso que conheço: a túnica de Guadalupe.
Alguns conhecem a história, mas aqueles que acreditam saber conhecem apenas uma parte.
No dia 12 de dezembro de 1531, um índio asteca, convertido ao cristianismo e batizado como Juan Diego pediu para encontrar o Bispo da Cidade do México. Ele disse que a Virgem Maria o havia encarregado de uma mensagem.
A princípio, o bispo quis mandá-lo embora, mas parou diante do buquê de rosas carregado pelo índio. Eram rosas magníficas que, normalmente, não crescem no inverno. A Virgem pedia a construção de uma capela na colina de Tepeyac. O bispo estava perplexo: este lugar era um antigo lugar sagrado indígena, dedicado à deusa asteca Tonantzin (como você pode ver, não existe uma verdadeira fronteira ideológica ou religiosa quando se trata de manifestações espirituais). O bispo observa então a “túnica” de Juan Diego: em um fundo de estrelas, ela representa a Virgem Maria!
Trata-se de uma roupa de pobre, em fio de sisal extremamente frágil. Detalho a história para chegar ao mais surpreendente. Esta túnica está exposta na Basílica de Guadalupe, há mais de cinco séculos, sem ter aparentemente sofrido danos em função do tempo. Nem a luz, nem a poluição parecem alterar o tecido cuja vida útil normal não costuma ultrapassar os vinte anos. Muito surpreendente: esta imagem da Virgem não é uma pintura; os seus pigmentos não são minerais, vegetais, nem animais. Para dizer a verdade, não sabemos o que são. Mas o mais extraordinário vem a seguir. Muito recentemente, vários pesquisadores europeus examinaram a túnica de perto. Tive acesso à algumas informações privilegiadas sobre o assunto. Eu te disse há pouco, aqui, que a Virgem era reproduzida em um fundo de estrelas. Verificou-se que estas estrelas reproduziam exatamente a disposição dos astros, tal como a abóbada celeste se apresentava ao observador humano no dia 12 de dezembro de 1531! Como se a Virgem estivesse virada para o Oeste no momento em que a túnica de Juan Diego foi impressa bruscamente uma visão estranha e misteriosa como testemunhava o indio!
Cito a seguir algumas manifestações paranormais de natureza religiosa.
Como você vê, não contesto a natureza milagrosa (inexplicável, fora as leis conhecidas Da Natureza) de vários fatos de caráter religioso. O que contexto, é que essa espécie de exclusividade que os fiéis (ou melhor, as próprias igrejas) se auto atribuem.
Sabemos hoje que as curas espontâneas ocorrem sem a necessidade de invocar uma conexão “divina”: sabemos que em mais de 1.600 casos de remissão espontânea contabilizadas entre 1976 e 2006 (30 anos), 70% estão relacionados com um câncer ou uma doença grave. Assim, acontece de nos curarmos sem termos que viajar até Fatima ou Medjugorje (mas certamente e uma vez mais não vou contestar as curas espontâneas após uma estadia em um desses lugares religiosos e consagrados do planeta); contento-me em não associar automaticamente uma causa e um efeito.
O que contesto, eu repito, é o monopólio, espécie de ordem natural, que parece ter sido concedido a certas religiões elevadas à “Grande Ordem do Milagre”. Por outro lado, é preciso salientar que este não é o caso de todas as religiões ou filosofias monoteístas: a religião judaica considera que o mundo criado por Deus em seis dias, sendo perfeito, não precisa de milagres. E se por um acaso existir o Milagre, ele já estava previsto previamente! A religião muçulmana, por sua vez, embora não negue a possibilidade, parece-me extremamente cautelosa quanto ao assunto.
A verdadeira fonte dos Milagres…
As minhas ideias baseadas na minha vida, os meus conhecimentos e as minhas numerosas experiências me levam a dizer que a fonte de muitos Milagres reside... não em uma entidade divina, seja ela qual for, mas no próprio homem que conscientemente ou não manipula energias que ele próprio desconhece.
Em circunstâncias precisas ou utilizando técnicas comprovadas, são vários os seres humanos capazes de realizarem Milagres, ou seja, eventos que desafiam o bom senso, a razão ou simplesmente as possibilidades humanas. Quando um iogue caminha sobre a água ou é enterrado vivo por um tempo extremamente longo, ele realiza perfeitamente, o que podemos chamar, sem hesitação, de um Milagre.
Observo, não sem malícia, que certas técnicas de repetição silábica dos monges budistas, os Mantras (destinados a fazê-los entrar em transe) não são assim tão distantes de alguns Rituais Antigos com os quais já tive contato em estudos esotéricos ou de magia. Os próprios Cristãos, na repetição do nome de Deus, termos como Amém. Aleluia e alguns cânticos especiais que afetam nossas emoções, não estariam praticando os mesmos mantras e favorecendo os êxtases capas de colocar os fieis em um estado especial de espiritualidade?
No decorrer desta exposição, salientei que alguns eventos surpreendentes que pude assistir foram realizadas em um estado de intensa concentração. A este respeito, li uma fórmula muito bonita que eu teria, de bom grado, adotado como minha.
Ela diz mais ou menos isso: já que a energia é transformada em luz e em eletricidade, a eletricidade em movimento, o movimento em calor, e se o pensamento é, como pensamos, uma forma específica de energia, então o amor dado aos outros ou recebido é também uma forma incrivelmente poderosa de energia que pode produzir transformações radicais que ainda estão fora do alcance da ciência explicar?
Essa energia, que constatei várias vezes, pode desencadear eventos muito improváveis em termos estatísticos e impossíveis no sentido dinâmico do termo. Vi uma pesada mesa de vidro se colocar em movimento e dar uma volta, lentamente, em torno dela mesma, vi pessoas modestas que nunca ganharam um único centavo em um jogo de azar, ganharem grandes quantias na loteria, após terem simples e escrupulosamente seguido um Ritual que lhe haviam aconselhado a elas. Vi tantas coisas, tantos eventos, que a palavra “Milagre” não pode fazer o mesmo sentido para mim e para você.
Existe uma força INEXPLICÁVEL ao redor de nós!!!
Não busco te convencer. No entanto, acho que a única explicação possível que sinceramente unifica todas estas certezas contraditórias é esta:
Existe, fora da nossa Terra, fora da nossa galáxia, fora de tudo, uma força sem medida. Alguns a chamam de Deus, outros de Alá, outros ainda, como eu, de Grande Espírito, (o Espírito Santo) o Deus Altíssimo e outros ainda de Energia Planetária. Essa energia colossal não tem cheiro e nem é vista. Ninguém sabe a sua medida e nem a sua origem. Isso equivale a dizer que aos olhos de um cientista rigoroso, ela não existe!
No entanto, tenho observado atentamente os efeitos desta força (falei deles há um instante): vi aquela mesa pesada de vidro se mexer lentamente em torno de si, sem que ninguém a tocasse. No meu contato com pessoas mentalmente transtornadas pelo poder das drogas e das desesperanças da vida vejo esse poder e constato assim os efeitos desta Energia em meu contato com as pessoas para as quais ofereço a minha ajuda. Ela desafia todas as leis da estatística, tanto que os resultados parecem improváveis. Às vezes ela falha, mas na maioria das vezes ela funciona. Por isso me sinto compelido a concordar com o Apóstolo Paulo quando afirma: “Não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois ele é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê;... – Romanos l.16).
Assisti em uma sessão de Umbanda uma senhora obesa com
mais de cem quilos que pulava quase ao ponto de tocar no teto do Centro. Nas
sessões de candomblé e de Umbanda é comum os médiuns tomarem uma grande
quantidade de aguardente e não ficarem bêbados. Assisti o médium José Arigó fazer diversas operações de forma
inexplicáveis. Aos oito anos assisti um incêndio que além de queimar a roça do
próprio sitiante, ameaçava também a do vizinho. Quando o fogo estava mais alto,
a Senhora do dono do sítio se colocou de joelhos no meio do terreiro e suplicou
a Deus que se era da Sua vontade queimar
seu sítio, que o fizesse mas que não permitisse queimar o do vizinho. Em poucos
minuto um vento muito forte deteve a caminhada do fogo e trouxe uma nuvem negra
que fez chover torrencialmente, apagando por completo aquele fogo.
Há pessoas que num determinado período da vida
passam a sentir dores por todo o corpo. Passam em consulta com médicos de todas
as especialidades em busca da causa de suas dores. Fazem todos os tipos de
exames possíveis e a resposta é sempre a mesma, ou seja, os exames não acusam
qualquer anormalidade na parte física. Ainda assim tomam analgésicos e outros
medicamentos, sendo que as dores persistem. Desesperam-se e perguntam-se: Por
que não há uma melhora? O motivo é simples. Em algum momento da vida essas
pessoas sentiram-se profundamente feridas, não no corpo físico, mas na alma, em
seus sentimentos. Essa dor permaneceu na alma porque essa pessoa não conseguiu
perdoar o seu ofensor ou dar solução a causa. Eis a razão de tanta dor. Para as
dores sem causa física só há um remédio: o perdão, a confissão ou a solução da
causa que ficou no passado sem solução. O perdão liberta, tornando o espírito e
o corpo leves. Saibamos que grande parte das
doenças físicas tem sua origem na alma, por isso, cuidemos do essencial
que é o nosso espírito e nossos sentimentos, perdoando, amando, sendo
pacientes, tolerantes, confessando nossas culpas ...entendendo as limitações
dos outros e tudo se tornará melhor, sendo certo que não haverá espaço para tantas doenças. Lembremo-nos: “Mente sã,
corpo são”
. VOCÊ NÃO PRECISA DE UM MILAGRE VOCÊ PRECISA
APRENDER AS LIÇÕES DO AMOR TÃO BEM ENSINADAS E PRATICADAS POR AQUELE QUE ESTÁ
ACIMA DE TODOS OS PODERES E POTESTADES – JESUS CRISTO, A VERDADE QUE LIBERTA.. (P/AViS-
`Primavera de 1979 – Livre p/publicação em Inverno de 2015) – Alfredopam. – FIM