Quinta-Feira, 31 de julho de 2014.
Sexta Carta.
Deus e deuses. (VII)
Eu estou preocupado com vocês.
Estarei por acaso confundindo o entendimento de vocês. Eu sei que de um modo
geral as pessoas são confundidas. Existe um verdadeiro mercado oferecendo
muitos deuses e assim muitas vezes as pessoas preferem se tornarem indiferentes
diante desse assunto. Mas eu quero insistir na necessidade de vocês entenderem
a importância de adorar e conhecer o verdadeiro Deus. Ninguém é capaz de
pronunciar o seu nome. Assim Ele é conhecido por expressões que revelam a sua
essência ou referências. Por isto ele
pode ser designado em todas as línguas e credos como “Deus Altíssimo”. “Deus de
Abrão”. “Emanuel”, “Jesus Cristo”, “Buda” e muitos outros nomes, pois a Ele
interessa apenas a sinceridade de coração daqueles que por Ele clamam. Até
amanhã... – 28/10/2012- Domingo – 25/07/2014- Sexta Feira- Alfredopam. (Visite meu novo
blog: pamcvl.blogspot.com.br)
Galardão. (I)
Quero hoje abordar a oitava pergunta que vocês me
fazem: o
que é “Galardão”? - - Vocês querem saber o que é galardão? O Novo
Testamento fala, com frequência, de galardões futuros reservados para o
cristão. Trata‑se de recompensas ou prêmios, e estão disponíveis a todos. - Um copo de água fria dado a um discípulo só pelo fato
de este pertencer a Cristo será motivo de galardão (Marcos 9.41); e o Senhor
avisou que voltará, e que com Ele estará o galardão para ser dado a cada um
segundo as suas obras (Apocalipse 22.12). Aquele que trabalha na obra de
Cristo, caso o seu trabalho permaneça, receberá o seu galardão (1 Coríntios 3.8‑14).
Do mesmo modo, aquele que faz o mal será recompensado também, só que de acordo
com o mal que praticou (2 Samuel 3.39). Apenas
Satanás não será julgado. Ele já está condenado a mil anos de prisão. (Ap. 20.1
e 2). E depois dos mil anos qual será a chance de satanás? – 29/10/2012- 2ª
Feira – 26/07/2014- Sábado – Alfredopam. (Visite meu novo blog: pamcvl.blogspot.com.br)- 26/07/2014- Sábado- Alfredopam.
Galardão.
(II)
Não
é o galardão o nosso objetivo, mas cada um de nós deveria estar pronto a dizer
que é o amor de Cristo que nos constrange a fazer algo por Ele (2 Coríntios
5.14). Mas Deus decidiu dar recompensas por causa de seu amor e graça tão
abundantes, para que sirvam de encorajamento em meio aos perigos e dificuldade
que enfrentamos no caminho. E devemos ficar atentos para que não percamos nossa
recompensa (Colossenses 2.18 e Apocalipse 3.11). É importante que se deixe bem
claro que o galardão ou a recompensa nada tem a ver com a Salvação, que é
recebida por fé no Senhor Jesus e graças à Sua obra consumada na Cruz. Nada
podemos fazer, de nós mesmos, para recebermos a salvação ou para nos mantermos
de posse dela. Trata‑se de um dom de Deus. Os ensinamentos sagrados de
quase todas as religiões reconhecem a existência de algo imortal no homem, que
nós, os cristãos, chamamos de “espírito”... 30/10/2012- 3ª Feira – 27/07/2014-
Domingo – Alfredopam.
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Da Salvação. (I)
Chego hoje a pergunta de número nove que
o “Casal Silva” faz. Como entender a Salvação? Vocês já ouviram falar em morte
de “espírito”? De uma maneira poética, é verdade, a Bíblia diz que o corpo veio
do pó e ao pó voltará (pó=terra) e que o espírito veio de Deus e a Ele voltará.
E Agora? Contudo a crença no aniquilamento dos perdidos tem amplo fundamento
bíblico. Porém, dentro da conceituação do PAM, entendemos e divulgamos que o
"Deus Altíssimo" conta conosco para administrar a sua obra e que
desenvolve um projeto que entre outras coisas prevê nos levar até ao nível do
"Varão Perfeito", faz, desfaz, resgata e corrige, porém jamais
destruirá. Sua obra é irreversível, caminha para a perfeição e vai se revelando
ao homem gradativamente, coisas maravilhosas que visam a nos transformar em
seres a sua imagem e semelhança.- Até amanhã. -31/10/2012- 4ª Feira –
28/07/2014- Segunda Feira – Alfredopam.
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Da Salvação. (II)
"Ó profundidade das riquezas, tanto da
sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão
inescrutáveis os seus caminhos! Porque quem compreendeu a mente do Senhor? ou
quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja
recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória,
pois, a ele eternamente. Amém." Romanos 11:33-36.- Um ser tão sábio e
tão sublime jamais violentaria a sua obra, assim passamos por experiências que
não compreendemos ainda, mas que são necessária e justas para chegarmos ao seu
objetivo final. “Porque a carne cobiça
contra o espírito, e o espírito contra a carne, e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o
que quereis.” (Gálatas 5.17). – Até amanhã.
01/11/2012- 5ª Feira – 29/07/2014- Terça
Feira – Alfredopam.
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Da Salvação. (III)
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira
que deu o seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas
tenha a vida eterna.”- (João 3.16). Este versículo é o Testamento da salvação,
porém a sua execução e interpretação não são tão simples assim. Primeira
questão muito séria é que para crer ou não crer é preciso conhecer a proposta.
A Humanidade em grande maioria nunca ouviu falar do “Plano Salvífico através do
Sacrifício de Jesus”. Como ficará portanto a maioria das pessoas que por aqui
já passaram nestes 2.000 anos. Outra questão que deve nos preocupar é como fica
a salvação antes e durante a Lei. A Bíblia não nos dá respostas claras para
estas questões, porém acho fácil de entender que o Plano Salvífico de Deus vai
muito além do que podemos saber ou pensar. – Até amanhã. 02/11/2012- 6ª Feira – 30/07/2014- Quarta
Feira – Alfredopam.
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Da Salvação. (IV)
Não conseguimos conceber um Deus que
está arquitetando todo o universo em busca da perfeição, e que ao mesmo tempo
esteja preocupado com meios de destruição da sua obra. O Deus que entendemos e
divulgamos é o "Deus Altíssimo" de Melquizedeque (Gênesis 15.18-20),
de Abraão, Isaque, Jacob, Jeová, o Emanuel,
Cristus e de muitos outros nomes, que conta conosco para administrar a
sua obra e que desenvolve um projeto que entre outras coisas, pretende nos
levar ao nível de “Varão Perfeito” faz, desfaz, resgata e corrige, porém jamais
destruirá. Sua obra é irreversível, caminha para a perfeição e vai se revelando
ao homem gradativamente, coisas maravilhosas que visam a nos transformar em
seres a sua imagem e semelhança. – Até amanhã.
O3/11/2012- Sábado – 31/07/2014- Quinta Feira – Alfredopam.
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SEXTA CARTA.
A ÚLTIMA FASE DO PAM- PROJETO AMOR: CRISTO, VERDADE QUE LIBERTA INICIOU EM 27/06/2014- SEXTA FEIRA.
8ª FASE.
ESSA FASE CONSTITUIRÁ DE 25 CARTAS A CONTAR DA PRIMEIRA CARTA PUBLICADA EM 27/06/2014- SEXTA FEIRA.
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A partir desta Carta
estaremos publicando o material que fornece conhecimentos essenciais para o
crescimento espiritual e emocional naquele que deseja se colocar a serviço da
missão de Deus neste planeta, independente de raça, ideologia política, cultura
e religião. São chamados de um modo genérico de “Tementes a Deus”.
Em princípio
trabalharemos algumas questões éticas
relativas a diversos relacionamentos.
(Continuação do
primeiro módulo)
Estaremos fazendo três abordagens como base de discussão:
a) A Inteligência;
b) Conceituação de Ética e Moral;
c) Abrangências da Ética.
A Inteligência
O homem é movido pela inteligência, que faz com que ele vislumbre muitas
possibilidades diante dos problemas que lhe são apresentados pela vida. Nem
sempre a verdade é única como alguns pensam, assim como também existem muitas
soluções para um mesmo problema. Mas, pela sua própria natureza, o homem possui
uma inteligência prática, que vai se formando no decorrer da vida, acumulando o
que chamamos de experiência. Assim a inteligência prática é a potência humana
que atua no campo específico da moral. Trata-se de um campo prático, o agir. A
ética cuida da atuação ou conduta do homem, daquilo que o homem quer fazer e
faz. Assim, o homem no uso da sua inteligência prática, prepara suas ações,
pratica e sabe com a mesma inteligência prática, se fez o bem ou fez o mal. A
isso chamamos de consciência. O problema é que nem sempre a consciência
individual é a mesma consciência coletiva.
Por isso o homem não pode ser o seu próprio juiz, havendo necessidade de
uma lei moral que defina para o grupo o permissível e o não permissível. Por
isso a consciência moral será, sem dúvida objeto de discussão em um dos nossos
capítulos, pois ela é uma das determinantes fundamentais do relacionamento do
homem em todos os níveis. É essa consciência que vai fazer com que uma pessoa
saiba respeitar, não só as outras pessoas, mas também os animais, os rios, os
jardins e o ar que respiramos. É ela que vai determinar a responsabilidade
profissional de um médico, de um sacerdote, de um gari e até mesmo de um
mendigo que pede esmolas pelas ruas de casa em casa. A consciência moral,
assim como a inteligência prática, é de pleno acesso a todo ser humano.
Conceituação de Ética e Moral:
Neste breve estudo tomamos o termo “paradigmas” no sentido de padrão,
modelo ou protótipo. Vivemos numa época em que o homem busca ansioso novos
paradigmas para explicar e normatizar as novas verdades e situações que surgem
a todo instante com o desenvolvimento tecnológico e social.
Assim o lícito e o ilícito, o vício e as virtudes se tornam cada vez
mais difusos e etéreos dentro de uma sociedade cujos princípios morais se
encontram em constante avaliação e revisão.
A ética tradicional contribui para fixação de novos princípios que
venham facilitar o relacionamento entre as pessoas e os grupos de pessoas.
Quando falamos em novos paradigmas, estamos tentando novas abordagens
que vão além do mero Ser humano (pessoas e grupos) e atingir novos horizontes
tais como a ecologia, a política, a biologia, enfim, todos os segmentos
científicos e sociais pelos quais o nosso planeta é atingido.
A seguir apresentamos algumas definições e considerações de diferentes
autores sobre o significado da palavra Moral. Vale destacar que alguns a
igualam a Ética, mas o importante é saber que atualmente ambas têm significados
e usos diferentes entre si.
A palavra Moral tem origem no latim - morus - significando os usos e costumes.
Moral é o conjunto das normas
para o agir específico ou concreto. A Moral está contida nos códigos, que
tendem a regulamentar o agir das pessoas.
Segundo Augusto
Comte (1798-1857), "a Moral consiste em fazer prevalecer os instintos
simpáticos sobre os impulsos egoístas." Entende-se por instintos
simpáticos aqueles que aproximam o indivíduo dos outros.
Para
Piaget, toda Moral é um sistema de regras e a essência de toda a moralidade
consiste no respeito que o indivíduo sente por tais regras.
Eu sei o que é moral apenas quando eu me sinto bem ao fazê-lo e o que é imoral
é quando eu me sinto mal.
Abrangências da Ética:
Podemos entender a abrangência da ética em três abordagens distintas:
a) Ética Normativa;
b) Ética Teleológica;
c) Ética Situacional.
Ética Normativa – é a ética moral que
se baseia em princípios sábios e regras coerentes e fixas, atingindo o homem
integral (corpo, espírito e alma), as atividades profissionais, religiosas e
científicas.
Ética Teleológica – ética imoral –
baseia-se na especulação imediata dos fins e dos meios disponíveis. Não importa
os meios, o importante é o fim. Interpretação das estruturas ou normas em
termos das conveniências imediatas (utilitarismo), exacerbação da utilidade.
Ética situacional – ética amoral –
baseia-se nas circunstâncias por mais irracionais que sejam. É uma reação
irracional baseada no “tudo vale”, diante de fatos ou momentos previsíveis ou
não (torcida no campo de futebol).
Costuma-se dizer que a ética é algo que todos sabem, mas que não é fácil
de explicar. Isto ocorre justamente porque ela está muitas vezes na dependência
de fatos e sentimentos abstratos.
Ela deve ser considerada a partir de algumas dicotomias, tais como (Maniqueísmo):
- A verdade e a mentira;
- O bem e o mal;
- O amor e o ódio;
- A recompensa e a cobrança;
- O crédito e o débito;
- O moral e o imoral;
- O positivo e o negativo;
- A trevas e a luz;
- O céu e o inferno;
- O direito e o dever e muitas outras.
A sua aplicação é infinita, principalmente quando nos dispomos a
considerar novos paradigmas, isto é, novas formas, novos modelos, o que
significa possibilidades de mudanças. As mudanças são traumáticas e exigem
cautelas.
Nesta oportunidade somos desafiados a cogitar sobre a ética em diversos
relacionamentos:
a) Relacionamento consigo mesmo; (Segundo
Módulo)
b) Relacionamento com o Sagrado; (Terceiro
Módulo)
c) Relacionamento com o Meio Ambiente; (Quarto
Módulo)
d) Relacionamento com o Outro. (Quinto
Módulo)
e) Relacionamento com o Poder. (Sexto Módulo)
As Instituições Religiosas, de um modo geral, pelas suas tradições
milenares e seus rituais, facilita a prática da ética. As questões que surgem
são em regra geral de ordem comportamental de seus membros que às vezes não
observam suas leis e costumes.
Por isso a palavra está com os presentes para qualquer consideração que
julgar objetiva e conveniente.
Após o uso da palavra pelos presentes, o preletor tentará dar respostas
ou abordar os assuntos propostos de forma breve e sucinta, dividindo os
presentes em pequenos grupos.
Relatórios dos grupos:
Nome do grupo: (se possível, o nome dos participantes ou o número dos
mesmos) –
Questões a serem respondidas pelo grupo:
a) O que significa para o grupo o tema proposto?
b) Os assuntos abordados pelo conferencista têm alguma coisa a ver com a
nossa realidade?
c) Dos três tópicos abordados, destaque um como mais importante.
d) Faça três ou mais destaques sobre o tópico considerado mais importante.
e) Faça um breve resumo da discussão realizada.
Questões a serem
encaminhadas para o grande grupo:
·
Perguntas ao preletor:
·
Propostas de encaminhamento:
·
Sugestões e observações finais:
·
Avaliação: Nota de 1 a 5 pela validade e
oportunidade da reunião.
Conclusão
O cristão é desafiado a uma vida de coerência entre o que fala e o que
pratica.
Jesus disse que a palavra do homem deve ser sim, sim; não, não. Isto
significa que ela deve ser sempre a expressão da sua verdade.
A ética baseia-se na moralidade, por isso deve ser normativa de forma
objetiva e sem sofismas. Ela não se situa nas áreas, puramente, do abstrato.
Fundamenta-se em ideias que tenham como base as virtudes, o bem e o progresso
de todos. A sociedade no seu fluir determina valores, e as ações humanas
começam de imediato a cristalizar-se em normas (Moral) que orientam para a
obtenção e realização das mesmas. Somente aquelas atitudes e coisas que levam
ao aperfeiçoamento e ao bem comum do grupo é que possuem verdadeiro valor moral
e ético.
Sempre que o homem se encontra num dilema se deve ou não fazer isso ou aquilo – são os
valores pró ou contra o bem comum do grupo que determinam a sua escolha.
As nossas questões sociais não são insolúveis. Podemos sonhar, criar e
até propor utopias que parecem além de nossas condições humanas. Mas, com
certeza, a solução dos problemas sociais faz parte de sonhos factíveis. E são
esses sonhos que nos lançam a novos horizontes para cogitar novas formas de
organização social. Sem esse tipo de sonhos e projetos a vida seria uma mera
caminhada na direção à morte.
Estamos comprometidos com a vida e através dela com o “Deus Altíssimo”,
o inspirador das almas mais elevadas que transitam neste planeta. Não podemos
esquecer que o objetivo final da vida é
“Construir” homens bons e justos. Assim,
Deus precisa de homens “livres e de bons
costumes” para fazer deles líderes autênticos para realizar o seu projeto, isto
é, transformar este planeta no jardim do Édem, onde haverá justiça, paz e
alegria para toda a humanidade, o que permitirá que o homem seja finalmente
feito à sua imagem e semelhança.
Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA,
ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã
e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam).
(Meus endereços eletrônicos: www.alfredopam.adm.br - Email: alfredovieira3@gmail.com -
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Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil
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Seu uso é exclusivamente para a Ação Missionária sem fins lucrativos.