quinta-feira, 18 de outubro de 2012



18/10/2012- Quinta Feira – Centésima Décima Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará”. (João 8.32).

A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.

A Mensagem do Dia:

COMO POSSO AJUDAR ALGUEM?
Vocês me perguntam: Como podemos ajudar ao próximo?
A grande questão é definir quem é o próximo. Jesus conta a parábola do Bom Samaritano. É uma rica parábola. Mas as vezes o seu momento é de estar com os amigos. Isto pode ser muito importante porque o seu sentimento de bem-estar emocional estará associado aos seus amigos queridos, aos grupos em que você aprecia estar. Este é um momento particularmente propício para se unir a outras pessoas com objetivos em comum. É possível também que não seja o momento de ajudar, mas sim o momento de ser ajudado. É bem possível que alguma pessoa amiga venha a lhe ajudar com seus problemas neste momento. Reflexão para hoje: Posso ajudar? Como!!!,. É incrível como os problemas sérios dos outros podem ser resolvidos por nós com grande facilidade, e vice-versa! – 18/10/2012- 5ª Feira.



Notas e Reflexões:
(Como prometemos no mês de agosto, a partir do mês de setembro estariamos publicando a verdadeira história do “Projeto Amor: Cristo, Verdade que Liberta”. Assim todas as quintas feiras  estamos publicando nessa sessão parte de sua história).
Projeto Amor: - Cristo, Verdade que Liberta.

Minha Breve Autobiografia.




18/10/2012- Quinta Feira – Centésima Décima Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará”. (João 8.32).

A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.

A Mensagem do Dia:

COMO POSSO AJUDAR ALGUEM?
Vocês me perguntam: Como podemos ajudar ao próximo?
A grande questão é definir quem é o próximo. Jesus conta a parábola do Bom Samaritano. É uma rica parábola. Mas as vezes o seu momento é de estar com os amigos. Isto pode ser muito importante porque o seu sentimento de bem-estar emocional estará associado aos seus amigos queridos, aos grupos em que você aprecia estar. Este é um momento particularmente propício para se unir a outras pessoas com objetivos em comum. É possível também que não seja o momento de ajudar, mas sim o momento de ser ajudado. É bem possível que alguma pessoa amiga venha a lhe ajudar com seus problemas neste momento. Reflexão para hoje: Posso ajudar? Como!!!,. É incrível como os problemas sérios dos outros podem ser resolvidos por nós com grande facilidade, e vice-versa! – 18/10/2012- 5ª Feira.



Notas e Reflexões:
(Como prometemos no mês de agosto, a partir do mês de setembro estariamos publicando a verdadeira história do “Projeto Amor: Cristo, Verdade que Liberta”. Assim todas as quintas feiras  estamos publicando nessa sessão parte de sua história).
Projeto Amor: - Cristo, Verdade que Liberta.

Minha Breve Autobiografia.



A minha biografia não tem nada de muito especial. Alfredo Vieira de Souza é meu nome. Na vida militar, durante trinta anos fui conhecido como Vieira. No entanto na vida civil continuei sendo conhecido como Alfredo. Nasci em Itamuri, hoje um bairro de Muriaé, Minas Gerais no dia três de dezembro de l936. Meu pai, Joaquim de Souza Fonseca, filho de pais portugueses; minha mãe Mariana Vieira da Fonseca, filha de pais italianos. Venho de uma família constituída de sete filhos vivos, sendo quatro mulheres e três homens. Dos sete eu sou o mais velho.
A minha educação foi levada muito a sério pelos meus pais e baseava-se no amor e na disciplina. Minha mãe, educada em colégio de freiras e criada no regime de família italiana era muito exigente e observava o princípio de que o “pai que ama o filho não poupa-lhe a vara”. Às vezes eu mesmo buscava no campo a vara para me corrigir. Mas perdi minha mãe muito cedo, aos treze anos. A partir daí comecei a assumir minha vida e aqueles ensinamentos recebidos de meus pais muito me ajudaram e hoje agradeço a Deus pelas cobranças e correções que recebi, principalmente até os doze anos. O meu pai seguia o princípio de que o filho devia  ser disciplinado  até aos doze anos, daí em diante ou ele se torna amigo do pai ou então não há como conviver. 
Com a morte prematura de minha mãe, num processo de parto, e as dificuldades financeiras em que o meu pai se encontrava, em pleno acordo com ele saí de casa para tentar a vida e também no desejo de por algum meio ajudá-lo na criação dos meus irmãos mais novos. Assim, me mudei para Além Paraíba, onde fui recebido membro da Igreja Metodista, aos quinze anos. Dois anos depois, eu era recomendado ao ministério pastoral pelo Rev. Carlindo Teixeira Alves, de quem guardo gratas recordações e gratidão. Em face desse encaminhamento mudei para Juiz de Fora em l954. Após diversos acontecimentos, acabei me incorporando ao Exército Brasileiro, onde fiz carreira durante trinta anos.
A imagem de minha mãe, o seu amor e seus conselhos me acompanharam por muitos anos e nos momentos especiais da vida ela continuava sendo minha conselheira. Ainda hoje, aos meus setenta e dois anos ela e também o meu pai são figuras inspiradoras para minha vida. Minha mãe insistia na importância de eu estudar e ser um dia doutor, por isto ela lutou enquanto pôde e soube fixar esta idéia em minha mente, de tal forma que isto se tornou uma espécie de obsessão para mim. No dia das minhas duas formaturas mais importantes, Contador e Bacharel em Administração eu dediquei algumas horas de meditação à sua memória e como orador das duas turmas, dediquei longa citação no discurso à sua lembrança, aos sonhos que ela me repassou e que marcaram minha vida. Por isto também eu me alonguei um pouco nesta citação. (Continua...)
                                  
“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”.

(Visite meu novo blog: pamcvl.blogspot.com.br

 (Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAM-CVL. Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se  apenas a citação da fonte: PAM-CVL-Alfredopam).


A minha biografia não tem nada de muito especial. Alfredo Vieira de Souza é meu nome. Na vida militar, durante trinta anos fui conhecido como Vieira. No entanto na vida civil continuei sendo conhecido como Alfredo. Nasci em Itamuri, hoje um bairro de Muriaé, Minas Gerais no dia três de dezembro de l936. Meu pai, Joaquim de Souza Fonseca, filho de pais portugueses; minha mãe Mariana Vieira da Fonseca, filha de pais italianos. Venho de uma família constituída de sete filhos vivos, sendo quatro mulheres e três homens. Dos sete eu sou o mais velho.

A minha educação foi levada muito a sério pelos meus pais e baseava-se no amor e na disciplina. Minha mãe, educada em colégio de freiras e criada no regime de família italiana era muito exigente e observava o princípio de que o “pai que ama o filho não poupa-lhe a vara”. Às vezes eu mesmo buscava no campo a vara para me corrigir. Mas perdi minha mãe muito cedo, aos treze anos. A partir daí comecei a assumir minha vida e aqueles ensinamentos recebidos de meus pais muito me ajudaram e hoje agradeço a Deus pelas cobranças e correções que recebi, principalmente até os doze anos. O meu pai seguia o princípio de que o filho devia  ser disciplinado  até aos doze anos, daí em diante ou ele se torna amigo do pai ou então não há como conviver. 
Com a morte prematura de minha mãe, num processo de parto, e as dificuldades financeiras em que o meu pai se encontrava, em pleno acordo com ele saí de casa para tentar a vida e também no desejo de por algum meio ajudá-lo na criação dos meus irmãos mais novos. Assim, me mudei para Além Paraíba, onde fui recebido membro da Igreja Metodista, aos quinze anos. Dois anos depois, eu era recomendado ao ministério pastoral pelo Rev. Carlindo Teixeira Alves, de quem guardo gratas recordações e gratidão. Em face desse encaminhamento mudei para Juiz de Fora em l954. Após diversos acontecimentos, acabei me incorporando ao Exército Brasileiro, onde fiz carreira durante trinta anos.
A imagem de minha mãe, o seu amor e seus conselhos me acompanharam por muitos anos e nos momentos especiais da vida ela continuava sendo minha conselheira. Ainda hoje, aos meus setenta e dois anos ela e também o meu pai são figuras inspiradoras para minha vida. Minha mãe insistia na importância de eu estudar e ser um dia doutor, por isto ela lutou enquanto pôde e soube fixar esta idéia em minha mente, de tal forma que isto se tornou uma espécie de obsessão para mim. No dia das minhas duas formaturas mais importantes, Contador e Bacharel em Administração eu dediquei algumas horas de meditação à sua memória e como orador das duas turmas, dediquei longa citação no discurso à sua lembrança, aos sonhos que ela me repassou e que marcaram minha vida. Por isto também eu me alonguei um pouco nesta citação. (Continua...)
                                  
“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”.

(Visite meu novo blog: pamcvl.blogspot.com.br

 (Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAM-CVL. Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se  apenas a citação da fonte: PAM-CVL-Alfredopam).


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