domingo, 11 de novembro de 2012



11/11/2012- Domingo- Centésima Trigésima Terceira Mensagem.

“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará”. (João 8.32).

A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.

A Mensagem do Dia.

Em nosso mundo, penetrou alguém que mudou as etiquetas: o que era precioso e valioso foi trocado por preço de bijuteria e quinquilharias, e este alguém a Bíblia chama de Satanás. Desde lá, é difícil distinguir o que é realmente valioso em nosso mundo. O bem-estar, a segurança, o prestígio, a beleza, o bem social, por isso pagamos um preço alto. Mas a Bíblia nos diz que a comparação das coisas deste mundo com as do Reino de Deus não tem valor. Mateus 6.19 diz: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a Terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam  e roubam”.. Como é bom a gente ter como guia as promessas de Deus. Nada nos pertence, somos apenas mordomos provisórios aqui na Terra. 1 Timóteo 6.7 diz: “Portanto nada temos trazido para este mundo, nem coisa alguma podemos levar dele”. Jó 1.21v diz: “O Senhor o deu e o Senhor o tomou. Bendito seja o nome do Senhor”.- 11/11/2012- Domingo.


Estudo da Palavra.

A Verdade que liberta é: “O Cristo dos Evangelhos”.

INTRODUÇÃO:

Quero falar do Cristo que se descobre em todos os tempos e relacionar esse descobrimento com uma espiritualidade que muda e se “ACOMODA” às necessidades do homem em todos os lugares. Ambas me parecem importantes e promovem na humanidade um crescimento emocional e espiritual constante para que esse Cristo possa ir-se revelando e o véu seja rasgado a fim de que a “VERDADE QUE LIBERTA’ seja compreendida, aceita e praticada de um modo definitivo.

O Cristo que se descobre é sempre uma novidade que a princípio parece uma heresia, mas com o decorrer do tempo se torna o próprio “EVANGELHO”, ou seja, se torna numa “BOA NOTÍCIA” que vai gerar renovo e criar novas esperanças no meio do povo que crê, exige e questiona a essência da ‘VERDADE’.

Ao relacionar esse novo conhecimento de Cristo com a espiritualidade, o homem toma posse de uma nova visão espiritual que o impulsiona a um novo nivel de gnose, gerando uma vida superior onde a “FÉ” toma novos sentidos e avança no conhecimento e na prática da vontade do “CRIADOR” revelada pelo “CRISTO DOS EVANGELHOS’.

“ASSIM A FÉ É SEMPRE UM ESTADO TRANSITÓRIO QUE ACABA DANDO ESPASSO PARA O CONHECIMENTO QUE GERA O PROGRESSO CIENTÍFICO”. (P/AViS-22-09-65- em Serões de Meditação).

UM CRISTO OCULTO:

“Isto vos tenho dito, estando ainda convosco; mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”. (João 14.25).

Jesus prometeu o envio de outro consolador, garantindo que não nos deixaria órfãos. Ele falou também muitas coisas que a humanidade ainda não podia entender e que mesmo os discípulos mais chegados não conseguiriam reter em suas mentes. Por isso o novo Consolador nos faria lembrar e não só lembrar mas Ele também nos ensinaria muitas coisas novas durante o período em que estaríamos aguardando a volta de JESUS.

Assim falar de um redescobrimento do “CRISTO DOS EVANGELHOS’ está sempre em ordem. Precisamos descobrir e redescobrir esse “CRISTO” todos os dias, assim como a “PALAVRA REVELADA’ é nova a cada manhã.

Ao falar de um descobrimento de Cristo estamos afirmando que ele estava escondido, possivelmente por nós mesmos, através de nossas tradições, costumes ou interesses. Precisamos entender que redescobrir o “CRISTO DOS EVANGELHOS’  é sempre um desafio que exige renúncias de princípios que adotamos e julgamos ser a última palavra a respeito da “VERDADE” e por isso não nos agrada entender que o entendimento do nosso irmão que diverge do nosso  pode conter verdades que precisam ser consideradas para que novas luzes possam iluminar a nossa caminhada. Com isto acabamos ocultando a “VERDADE QUE LIBERTA” que é o próprio “CRISTO”.

“Descobrir o Cristo, a cada dia, significa redescobrir o “CRISTO DOS EVANGELHOS”.

DESCOBRINDO CRISTO NO PRÓXIMO:

“E eis que certo homem, intérprete da Lei, se levantou com o intuito de pôr Jesus à prova e disse-lhe: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Então, Jesus lhe perguntou: Que está escrito na Lei? Como interpretas? A isto ele respondeu: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; Amará o teu próximo como a ti mesmo. – Então, Jesus lhe disse: Respondeste corretamente; faze isto e viverás. Ele, porém, querendo justificar-se, Perguntou a Jesus: Quem é o meu próximo?”. – -

Este encontro, permitiu que Jesus nos deixasse uma linda lição sobre quem é o nosso próximo. Para dar resposta a esse homem, Jesus contou a inspiradora Parábola do Bom Samaritano.- (Lucas 10.25-37).
 O que Jesus queria dizer com isso?- Que muitos como o Fariseu , o Sacerdote e o Levita que eram os intelectuais da época ficariam sem entender a profundidade da filosofia Cristã ao passo que homens simples como o Samaritano que não tinha cultura , mas possuía um bem inestimável que era o coração bem formado para o amor ao semelhante.
        O Samaritano não perguntou, não investigou, não suspeitou, apenas ajudou. Não lhe interessou saber se o pobre irmão possuía esta ou aquela posição social esta ou aquela religião se era rico ou pobre. Somente viu nele um irmão necessitado de auxilio  imediato.
 Então o Samaritano foi misericordioso . Não julgou mal. Foi paciente, foi benigno .Não se conduziu inconvenientemente, não procurou interesses pessoais, não se exasperou, não se sentiu superior, entristeceu-se com a injustiça. Como diz o Apóstolo São Paulo: O AMOR È O DOM SUPREMO.
O Samaritano não falava a língua dos anjos, não profetizava, não demonstrava conhecer ciências e filosofias,  entretanto foi realmente o Anjo do Próximo, como disse Jesus.

PELA SIMPLICIDADE DO EVANGELHO:


A singeleza sem igual do Evangelho de Jesus Cristo, cuja mensagem descomplicada e clara, posta em linguagem simples e compreensível, faz com que seja entendido até pelas crianças. A resposta ao Evangelho precisa estar imbuída de uma fé igualmente simples, sem ser simplista. No entanto, inúmeras pessoas, dentro e fora das igrejas, não conseguem ou não querem entender que as exigências esdrúxulas e mirabolantes que muitas vezes são apresentadas como mensagens “evangélicas” não passam de tábua rasa do legalízimo com verniz religioso, nada tendo a ver com o verdadeiro Evangelho de Cristo.

        Se o Evangelho fosse complicado, talvez seria mais palatável aos afeitos a enfrentar desafios difíceis. Se dependesse de grandes exercícios intelectuais, talvez fosse considerado suficientemente culto aos que se gloriam do próprio saber. Se dependesse de investimento financeiro e pudesse ser comprado numa apólice, talvez os ricos estivessem dispostos a pagar grandes somas pelas suas bênçãos.

Se o Evangelho dependesse de esforços pessoais para recebimento do perdão de pecados, não seria “boas novas”. O Evangelho tem uma marca indelével: tudo o que tinha de ser feito para o reatamento da nossa comunhão com Deus foi realizado definitivamente por Jesus! O próprio Jesus, no patíbulo da cruz, bradou: “Está consumado!”.

Essa é a boa notícia: o Evangelho “é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê”. Jesus disse: “Arrependei-vos e crede no Evangelho” (Rm 1.16; Mc 1.15). Desse modo, o que Deus requer de cada pessoa é a simplicidade da fé devida ao Evangelho, a mensagem das “boas novas” de que somos salvos pela graça de Deus; não algo a ser explorado para proveito próprio, como temos visto hoje em dia.

Infelizmente, alguns líderes religiosos abusam da credulidade do povo e se aproveitam da disposição humana de achar-se “merecedor” de bênção. Em vez de levarem as pessoas ao exercício de uma fé simples e descomplicada em Deus, complicam tudo ao remetê-las a uma caminhada de luta baseada em esforço pessoal, que para nada aproveita. Bem disse o sábio Salomão: “Tudo o que eu aprendi se resume nisto: Deus nos fez simples e direitos, mas nós complicamos tudo” (Ec 7.29).

O exemplo de Naamã, o famoso comandante do exército da Síria, que havia contraído lepra, é sintomático. Por causa da doença, seu prestígio estava minguando e ele tinha pouco tempo de vida. Nisso, uma menina escrava apresentou a mensagem de que havia em Israel um profeta de Deus que podia curá-lo. Ciente disso, ele juntou presentes finos e muito dinheiro, e partiu ao encontro do profeta.

O profeta Eliseu lhe disse: “Vai, lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne será restaurada, e ficarás limpo”. Mas Naamã, decepcionado e indignado, filosofou toda a sua frustração: “Pensava eu que ele sairia a ter comigo, por-se-ia de pé, invocaria o nome do Senhor, seu Deus, moveria a mão sobre o lugar da lepra e restauraria o leproso”. Mas os seus oficiais lhe disseram: “Meu pai, se te houvesse dito o profeta alguma coisa difícil, acaso, não a farias? Quanto mais, já que apenas te disse: Lava-te e ficarás limpo”.

A mensagem era simples, franca e direta. Tudo o que ele tinha de fazer era banhar-se sete vezes no rio Jordão. Convencido pelos oficiais, Naamã fez o que dissera o profeta, obtendo sua cura. Depois disso, afirmou: “Reconheço que em toda a terra não há Deus, senão em Israel”. (Leia 2 Re 5.1-15).

Em suma, enquanto o profeta de Deus queria que Naamã exercesse uma fé simples em Deus, este queria espetáculo. Mas foi só depois de fazer “consoante a palavra do homem de Deus” é que Naamã recebeu a bênção.

A Bíblia diz que “a fé vem pelo ouvir a palavra de Deus”, não a loquacidade humana. Jesus disse: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Rm 10.17; Mt 4.4). Sendo assim, quando alguma mensagem sugerir algo que a Palavra de Deus não autoriza, desconfie.

Quando alguém pregar que a sua fé precisa de um malabarismo religioso para receber cura; quando lhe disserem para se utilizar de alguma “simpatia”, como se tal coisa pudesse proteger a sua vida; quando tentarem extorquir dinheiro em troca de bênçãos; quando disserem para colocar sal grosso na casa para expulsar os maus fluidos; quando tentarem atribuir a responsabilidade de seus pecados a “encostos”; quando quiserem vender qualquer coisa (rosas, azeite, sal, fita etc.) para “abrir portas” a fim de receber alguma bênção; sim, desconfie, pois essas coisas são tentativas engenhosas de pantominizar o Evangelho, mas sendo tropeço aos pequeninos e escândalo aos símplices.

O Evangelho de Jesus é simples, mas deveras exigente; é de graça, mas não barato. A porta é apertada; e o caminho, estreito e sem atalhos. Viva a simplicidade do Evangelho! – Samuel Câmara –
Samuelcamara.blogspot.com.br


CONCLUSÃO:

  Um coração endurecido.

Leia Marcos 8.14-21.

Quando assistia a um documentário na televisão, aprendi que os problemas no ritmo cardíaco podem ser causados, em alguns casos, por células cardíacas mortas. Isso pode ocorrer tanto por causas internas quanto externas. Elas passam a não conduzir os impulsos elétricos pelo caminho correto e predeterminado. Do mesmo modo, o coração espiritual pode ficar danificado. Se permitirmos, os ferimentos emocionais e as ofensas pessoais podem endurecer nosso coração com o tempo. As observações insensíveis que às vezes fazemos aos outros podem magoá-los e levá-los a também endurecer seus corações. Um coração endurecido está espiritualmente enfraquecido e não funciona como deveria. Jesus sugeriu que o coração endurecido impede a fé, o discernimento e o entendimento. Até onde sei, as células mortas em um coração físico não podem ser regeneradas. Mas o mesmo não acontece com nosso coração espiritual. A graça de Deus cria em nós um coração puro, novo e perfeito quando reconhecemos nossa necessidade e clamamos ao Senhor.

Oração: Amado Deus, abranda meu coração quando a dureza estiver prejudicando meu relacionamento conTigo e com meu próximo. Restaura em mim um coração espiritual saudável. Em nome de Jesus. Amém.
 -Kenneth Athon (Indiana, EUA) --              No Cenáculo de 25/09/2009..


“QUEM É O MEU PRÓXIMO?”

Esta é a pergunta que a Igreja precisa responder  em todos os tempos. Descobrir a origem dos necessitados (dos pobres) exige um árduo exercício antropológico para aqueles que desejam explicar e permanecer descomprometido com a proposta do Reino de Deus. Mas se torna singelo se, à semelhança do samaritano,  queremos nos comprometer e dar solução. Não falo nisso apenas pensando na Igreja que acolhe os pobres ou talvez nem sempre seja assim, os pobres se abrigam muitas vezes até sem ser acolhidos. Falo pensando nos poucos e  poderosos grupos que detem as riquezas mundiais, falo pensando nas grandes nações que detem o poder de determinar o rumo da economia mundial, falo pensando naqueles que estão morrendo pelo excesso de nutrição em detrimento daqueles que estão morrendo pela carência de nutrição (alimentação básica...), estou falando daqueles que gastam milhões de dólares em reuniões para resolver os grandes problemas da humanidade que encerram as reuniões sem soluções, protelando as decisões para uma outra oportunidade, quando, às custas dos recursos do povo, voltarão a reunir visando atender, entre outras coisas, os seus interesses particulares.

Contudo não amenizo a responsabilidade da verdadeira Igreja de Cristo que no meio desta geração corrompida tem a responsabilidade profética de denunciar com palavras e atos este estado de coisa. A resposta do Jesus dos Evangelhos é simples. Sua resposta não se envolve com atos e posturas triunfalista, teologias sofisticadas que mais servem para destacar lideranças do que mesmo propor soluções para as grandes causas da humanidade.  O Cristo dos Evangelhos é simplesmente o Jesus de Nazaré, que deixa tudo para trás e se move de cidade em cidade cumprindo a sua missão. Assim a Igreja é desafiada a uma peregrinação constante em busca dos homens em geral. A missão da Igreja não é outra que a missão de JESUS: Miquéias anunciou “Praticar o direito e a justiça é caminhar, sem triunfalismo por uma parte, e sem complexos de inferioridade por outro, senão humildemente, na presença de teu Deus”, e as margens do Jordão o próprio JESUS declarou:  “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar  libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor. (Lucas 4.18-19).

FINALMENTE: “QUEM É O CRISTO DO EVANGELHO?”

 A partir desta proposta fundamental, entre outras tantas passagens, que dão uma esperança aos pobres de que o Reino de Deus se aproxima  e que eles, os pobres, são afortunados porque deles será esse Reino. Entendendo o Reino de Deus, como Jesus propõem, vamos para esse Deus que convoca tanto os ricos como os pobres, para exercitar um nova e renovada “FÉ” e assim assumir sua co-responsabilidade com toda a humanidade e voltar a viver a alegria de uma “FÉ” capaz de transformar vidas e a própria humanidade.

Quando isso ocorre, a vida muda seu sentido e até seu gozo; o Evangelho é Boa Notícia; Cristo volta a ser Jesus de Nazaré. A vida dos crentes, no mundo de hoje, se torna um prolongamento de Jesus. Essa nova vida já não vai acompanhado do velho triunfalismo eclesial, senão da sobriedade sem medo da “Verdade que Liberta”.

A vida torna-se um caminhar com profundo sentido, não porque nós cristãos tenhamos já soluções para tudo; mas porque, objetivamente, sabemos a direção para a qual nos movemos: o Reino de Deus; e subjetivamente, porque nos pomos a serviço da vida.

O fruto da Igreja depende da decisão de fazer o que o profeta Miquéias dizia: “Praticar o direito e a justiça é caminhar, sem triunfalismos por uma parte, e sem complexos de inferioridade por outra, senão humildemente, com teu Deus”. Fazendo o Reino de Deus, como Jesus, vamos para esse Deus. Desta maneira, os crentes e as Igrejas assumem sua co-responsabilidade humana e vivem o gozo de sua fé.

Só assim podemos ver em Jesus alguém que nos comunica uma nova força interior, renova nossas esperanças e que nos faz mudar, pessoal e grupalmente, de homens escravizados pelo medo para homens livres, livres para esperar, para se unir e para lutar. Agora aquelas cenas de curas se repetem: em contato com Jesus, os enfermos deixam de ser doentes; Jesus lhes dá razão para viver, e eles entendem o verdadeiro sentido das palavras: tua fé te salvou.

A Igreja precisa assumir a missão de JESUS:  Lc 4,18-19: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Nova aos pobres, enviou-me para proclamar a libertação aos presos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos, e para proclamar um ano de graça do Senhor”.

Embora não seja fácil compreender como Jesus é visto como libertador, podemos entendê-lo como alguém que liberta no mais profundo do seu coração, liberta-os de suas angústias, resignação, individualismos, desespero. Passamos a ver em Jesus alguém que nos comunica uma força interior que nos faz mudar, pessoal e grupalmente, de homens amedrontados para homens livres, livres para esperar, para se unir, para lutar.

Agora entra em cena o verdadeiro JESUS, portador de um novo Evangelho aos pobres e ricos convertidos.  Ele mesmo, se torna a nova “Boa Notícia”. A partir daí se adquire novos olhos para ler o Evangelho e compreender o Jesus dos Evangelhos; a partir de um enfoque, onde os pobres não são apenas os necessitados, mas todos aqueles que estão cansados e oprimidos, muitas vezes pelas suas próprias riquezas materiais – e aqui, nos é permitida uma frase chocante:

 “supera-se um certo analfabetismo de não saber ler o Evangelho”.

O redescobrimento de Cristo se torna possível,  devido à relação encontrada entre Jesus e os povos, mediada pela mensagem da Boa Notícia de Jesus a todos os homens sem distinção de raça, cor, religião e condições sociais, econômicas do nosso tempo.

Cada um há de questionar a si mesmo: “COMO PODEREI SER FELIZ SE A MINHA FELICIDADE CONSTRANGE AO MEU IRMÃO?”. (P/AViS- Primavera de 1998).

“Lembremo-nos do Samaritano.
O maior Dom é o amor.
 O Samaritano possuía esse Dom.
Façamos nós o mesmo.”

“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”
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