19/10/2013- Sábado. – PAM: Cristo, Verdade que
Liberta.
04.7ªfase.2013.15agom10. – Portais da Espiritualidade.
A MENSAGEM DO DIA:
Uma
Mensagem Profética Para a Sua Vida. - Deus ajudará ao romper da manhã! Creia que sob a
luz do amanhecer, a nuvem cinza se dissipará! As trevas não resistirão ao poder
da luz que emana do Trono de Deus sobre a sua vida, por isso você deve se
alegrar. Quando o nosso coração está entristecido, a impressão que temos é que
um véu sombrio fechou o caminho a nossa frente com a cortina da adversidade e
que nem mesmo o brilho mais intenso da fé poderá atravessá-lo. Resista este
espírito de tristeza em nome de Jesus! Para os corações felizes, a nuvem pode
ser vista como sombra e o vento forte e refrescante canta uma doce melodia, mas
para os abatidos de espírito, ele está uivando como os cães numa noite fria e
escura. Salomão disse que a esperança que se adia, adoece o coração. 02032013S.
– 19/10/2013-Sábado.
PARA A SUA REFLEXÃO:
Do Plano Salvífico de
Deus. (II)
Graça barata é a graça sem cruz. (por Dietrich Bonhoeffer)
“Graça barata significa a graça como doutrina, como princípio, como sistema; significa perdão dos pecados como verdade geral; significa o amor de Deus como conceito cristão de Deus [...]. A graça barata é a graça sem discipulado, a graça sem a cruz, a graça sem Jesus Cristo vivo, encarnado.A graça preciosa é o evangelho que se deve procurar renovadamente, o dom pelo qual se tem que orar, a porta à qual se tem que bater.
Essa graça é preciosa porque chama ao discipulado, e é graça por chamar ao discipulado de Jesus Cristo; é preciosa por custar a vida ao ser humano, e é graça por, assim, olhe dar a vida; é preciosa por condenar o pecado, e é graça por justificar o pecador.
Essa graça é sobretudo preciosa por ter sido preciosa para Deus, por ter custado a Deus a vida de seu Filho – “vocês foram comprados por preço” – e porque não pode ser barato para nós aquilo que para Deus custou caro.”
“Não adianta
inventarmos ou reinventarmos a “roda”, “os modismos”, as “prosperidades”, as
“dependências em líderes apostólicos modernos”. O centro básico de nossa Fé e
Vida Cristã, pessoal e comunitária, é a Graça. Somente ela consuma em nós as
“fiéis e verdadeiras promessas bíblicas e divinas”.
Vivendo sem a Graça estamos “caindo na des-Graça”, vivendo “sem-Graça”, criando um estado de individualismo na fé, de personalismo na Igreja, de egocentrismo em nossos fundamentos de fé.
Vivendo sem a Graça estamos “caindo na des-Graça”, vivendo “sem-Graça”, criando um estado de individualismo na fé, de personalismo na Igreja, de egocentrismo em nossos fundamentos de fé.
Podemos usar a Bíblia à nossa maneira, citando-a fartamente, mas sem a Graça, ela se torna um “ídolo”, ”uma filosofia de vida”, “forma de pensar e viver”, um instrumento de apologia cristã sem contudo ser a VIDA PLENA que Deus em Cristo trouxe-nos ao se tornar ser humano, identificando-se conosco, vivendo a nossa fragilidade, tornando-se Servo Sofredor, assumindo a Cruz e a Morte.Contudo, a Graça divina tornou a trazê-Lo à vida, colocando-o acima de todo o nome, autoridade, poderes, potestades, enfermidade, dor, morte e mal.
Não há outro caminho – só há o caminho da Graça, onde Ele, Cristo, nos leva a Deus, o Caminho que traz Deus a nós, vive Deus em nós, entre nós e conosco e, através de nós.
O Deus da Graça anseia agir em nosso tempo “consumando em nossa História” a Sua presença Salvadora e Redentora. A Graça Consumatória está ativa através da ação da Trindade visando amar ao ser humano, a sociedade e a natureza, redimindo-os para Si.
É claro que a Graça é Graça, cuja natureza e fonte é divina e nós, para entendê-la, a dividimos em fases, ou etapas, como Wesley fez. Na verdade, somos chamados a “pela graça sermos salvos”, através da fé (nossa confiança, acolhimento, entrega a Cristo), santificados, vivendo no presente século de forma justa, sensata e piedosamente e a esperarmos a plenitude da concretização do Reino através da vinda do Senhor Jesus. Tudo o mais... é tentativa humana... é resto... e não provém de Deus, mas de “obras humanas”; não é fruto da fé, pois nos gloriamos naquilo que somos e fazemos.
Ainda bem que Deus é tudo em todos e que dependemos da Graça para que a nossa glória esteja n’Ele e não em nós mesmos, nem em nenhuma instituição, revelação, profecia, sonho ou estruturação eclesial.
É na cruz e ressurreição que eu me glorio. Isso é Graça! Aleluia!” (Nelson Luiz Campos Leite – Bispo honorário da Igreja Metodista).
Graça e Saúde:
A Bíblia Sagrada (livro sagrado dos Cristãos que contém parte
dos textos sagrados dos judeus e dos muçulmanos) tem anunciado a humanidade de
forma sonante, clara e singular que, primeiramente e de uma forma única, foi
incluída na tradição teológico-judaica-islâmica e que hoje é divulgada por
muitos meios e formas, que Deus nos aceita como somos e onde estamos com o que
podemos fazer sem distinção de raça ou nação. A todos sem exceção essa boa nova
está sendo anunciada. São boas novas que nos garantem cura e integridade
independente de nossas patologias. É a Graça Salvadora que está à nossa
disposição para ser consumida e nos garantir a presença e a ação divina em
nossa vida aqui, agora e na eternidade. Esta é a última e a única chance dada
ao ser humano. Não importa a sua rebeldia, a sua crença, um dia todos os
joelhos vão se dobrar diante do “Cristo Triunfante”.
Mas em suma, a Graça,
consequência do amor e misericórdia do Criador assegura que o grande
empreendimento de Deus é a cura humana e a vitória sobre a morte, tendo sido
Cristo a “Primícia”, isto é o primeiro.
Esta cura faz parte da natureza divina, assim como as patologias fazem parte do
caráter e essência do homem. Com a cura do homem, toda a vida no planeta estará
salva. Esta “Graça” é radical quanto a sua incisão ao “lócus” central da
patologia humana; as preocupações excessivas alimentadas pelas ansiedades, que
são a causa e o resultado da alienação humana e o mundo de doenças, violências
e distorções múltiplas que derivam dessa alienação.
Uma avaliação correta
dessa teologia e das suas implicações psicológicas requer uma exploração da
natureza problemática e patológica da situação humana a que a graça se refere,
uma indicação de como a graça fala ao dilema humano e uma consolidade da base
conceitual para chegar às consequências psicológicas. Desde que os homens,
primeiro sentiram a natureza radical e genérica de sua queda espiritual e
psicológica, a mais essencial e universal experiência humana tem sido a
ansiedade. Por isto Jesus insistia no ensinamento da fé na provisão divina:
“olhai os lírios do campo, como eles crescem: não trabalham nem fiam, mas nem
Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer um deles.” (Mateus 6.28
e 29).
A dimensão do terror
em nossa ansiedade é facilmente identificada, vai desde a nossa luta para lidar
com a morte e nossa própria mortalidade até formas de ansiedade extrema que são
identificadas como causadoras de patologias que clinicamente são chamadas de
neuroses ou como aquilo que as produz.
Na tragédia de nossas
ansiedades nos deparamos perdidos e alienados. Disto surgem as nossas
distorções emocionais e nossas doenças psicológicas e espirituais. No entanto,
da perspectiva Divina, nosso status se mantém. Somos incondicionalmente
confirmados como destinados para a comunhão com Deus como uma forma palpável de
vida e de salvação. O Evangelho assegura este status como certo e incondicional
e Cristo nos promete o Espírito Santo, o Consolador, através do qual Ele sempre
estará conosco.
Conclusão:
“Conta uma lenda que quando Deus fazia o homem, um de seus anjos mais
chegados, observando as possibilidades e concessões que Deus fazia a este ser,
perguntou ao Senhor: mas como, com esta liberdade toda e esta capacidade de
decidir a sua própria vida, o homem poderá vir até mesmo a confrontar com o
Senhor, se rebelar contra sua vontade e ainda assim ser restaurado. Nem o pobre
do Lúcifer teve esta oportunidade! Como pode ser isto? O Senhor então
respondeu: você não pode entender, mas este homem vai sofrer muito até chegar
ao meu projeto final. Mas, só com toda esta liberdade, ele chegará um dia ao
seu destino final, que é o de ser semelhante a mim. Por isto vou ensinar-lhe
todas as minhas leis durante o tempo que for necessário e ele terá plena
liberdade de escolha entre a obediência e a desobediência até que um dia
desabrochará nele o varão perfeito e aí então ele será minha imagem e
semelhança. Sem liberdade ele nunca passará de um anjo.” (P/AViS/Primavera de
1962).
“Encontraram-se a graça e a verdade,
a justiça e a paz se beijaram. Da terra brota a verdade, dos céus a justiça
baixa o seu olhar.” (Sl 85.10-11).
Esta é a visão do Salmista: manter a tensão na
busca de uma ética que inclua o sagrado e reconstrua a esperança.
(P/AViS/Primavera/1983).
“A Graça do
Altíssimo vai-se concretizando ao passo que os excluídos vão se tornando
objetos de mudança social, buscando a igualdade, a liberdade e a fraternidade
entre todos, não importando seu gênero, nacionalidade, credo religioso ou
condição social.” (P/AViS-Primavera/2.008).
A Graça não atinge apenas o homem. A
graça destina-se a todo tipo de vida existente no universo, desde o “micro” até
ao “macro”, todos somos objetos do “Plano Salvífico” de Deus. O homem, apesar
de sua fragilidade, é o instrumento para estender essa graça por todo o
universo, a ele está destinado o domínio de todas as coisas, enquanto Cristo
não voltar.
“A natureza faz parte do staff de Deus.
Deus é amor e misericórdia, por isso ele sempre nos perdoa, porém a natureza
cobra sem pena sempre que é agredida pelo homem.” (P/AViS-Primavera/2008).
“Só a Ecologia Humana, baseada em
princípios espirituais, pode restabelecer a harmonia entre o homem e a terra ao
estabelecer em primeiro lugar a harmonia entre o homem e o Céu, entre o homem e
o homem e do homem para consigo mesmo, e deste modo transformar a atitude
ambiciosa e ávida do homem para com a natureza que é a causa das grandes
tragédias que a humanidade vem sofrendo. O homem é o veículo da graça para a
natureza; através da sua participação ativa no mundo espiritual, ele traz luz
para o mundo e para a natureza. O homem é a boca através da qual a natureza
respira e vive. O homem vê na natureza o que ele mesmo é - e assim penetra no
significado interior dela - desde que seja capaz de buscar nas profundezas
interiores de seu próprio ser. É a capacidade de perceber a transparência
metafísica dos fenômenos. Os homens que vivem na superfície de seu ser, só podem
estudar a natureza como algo que tem que ser manipulado e dominado.” (P/AViS-Primavera/2009).
“Onde o amor impera, não há desejo de poder; e onde o
poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro.” (Carl Jung). (P/AViS- 04/05/2010).
“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”
(Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAM-CVL.
Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se apenas a citação da fonte: PAM-CVL-Alfredopam.
Seu uso é exclusivamente para a Ação Missionária sem fins lucrativos).
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