quinta-feira, 24 de julho de 2014

QUINTA CARTA



Quinta-Feira, 24 de julho de 2014.

Quinta Carta.

 

O Poder da Lei.
Nos últimos anos, nos preocupamos tanto com as questões do poder, que esquecemos um tema fundamental, que é o da autoridade. Pior ainda, esse tema ficou prejudicado por alguns princípios consagrados pela ditadura para significar, apenas, que se devia obedecer a quem mandava. “Quem tem poder manda, quem tem juízo obedece”. Esse é um sério equívoco sobre o que é a autoridade, que é um termo de forte sentido ético. Rousseau já dizia, no “Contrato Social” (1762), que não há “lei do mais forte”. O que seria uma lei que muda toda vez que muda a força? Obedecer ao mais forte é prudência, não é obrigação ética. 21/10/2012-Domingo – 18/07/2014- Sexta Feira- Alfredopam.


Deus e deuses.  (I)
Continuamos a dar respostas às perguntas do Casal Silva. Chegamos hoje à pergunta de número sete: “Porque os deuses de um modo geral possuem poderes que confundem os homens desde o Jardim do Édem até aos nossos dias?”. Esta questão exige algumas reflexões que estaremos fazendo nos próximos dias. Tendo em vista que estas mensagens devem ser sempre muito breves, seremos obrigados a dedicar nos próximos dias uma série dessas reflexões para dar resposta a esta pergunta. A primeira abordagem que faremos será a de responder em uma linguagem simples e leiga: “Quem é o Deus da Bíblia?”. Até amanhã!...- 22/10/2012- 2ª Feira – 19/07/2014-Sábado- Alfredopam.


Deus e deuses.  (II)
Nasceram em um mesmo terreiro um cachorrinho e um franguinho. Os dois foram crescendo juntos e se tornaram até bons amigos. Mas um dia o franguinho virou galo e começou a cantar. O cachorrinho que também cresceu e já era um belo cachorro, se julgava dono do terreiro e não gostou do canto do galo. Quando o galo cantava o cachorro o ameaçava e o galo corria até achar um lugar seguro para exibir o seu canto. O cachorro protestava com longos latidos enquanto o galo, tranquilamente cantava, muitas vezes até trepado no seu próprio poleiro. Até amanhã!... – 23/10/2012- 3ª Feira – 20/07/2014- Domingo- Alfredopam.


Deus e deuses.  (III)
Depois que o galo cantava, ele, um pouco desconfiado voltava para o terreiro, brincava com o cão e acabava ganhando novamente a sua confiança e assim passavam o dia juntos sem maiores problemas. Ah!... esqueci de dizer que o galo nunca implicou com o latido do cão, que as vezes também exagerava um pouco. Assim os anos passaram e ambos envelheceram e morreram como bons amigos. O galo até lamentou a morte do amigo que morreu primeiro e celebrou seu passamento com um canto solene e nunca mais cantou com tanta alegria como sempre fazia para superar o som dos latidos do amigo, e aí então descobriu que os dois faziam um belo dueto. Até amanhã!... – 24/10/2012- 4ª Feira – 21/07/2014- Segunda Feira – Alfredopam.

Deus e deuses!...  (IV)
Você pode não acreditar, mas sabe, você nasceu com Deus! Quando você era bem criança vocês dois se davam muito bem. Jesus, certa vez, até afirmou que as crianças são as proprietárias naturais do Reino de Deus. Você sabia também que Deus nunca implicou com você? Ele sempre foi o dono do terreiro e você seu amigo, até que você mesmo começou a não concordar com Ele, a semelhança do cão que não aceitou o canto do galo.  Mas ele numa atitude de amor e misericórdia manifestou-se em um monte seguro e fez o seu decreto, a fim de assegurar a sua convivência com Ele. A partir daí Ele não implicou mais com a humanidade, permitiu e ainda permite que ela faça o que desejar, porém Ele fica tranqüilo na sua posição aguardando e desejoso pela sua velha amizade. Até amanhã!... – 25/10/2012- 5ª Feira – 22/07/2014- Terça Feira- Alfredopam



Deus e deuses!... (V)
Deus só faz uma exigência muito séria! Ele não aceita concorrência no seu terreiro. Contudo, Ele permite que você  crie os seus próprios deuses por meio de pedras, madeira, ouro, prata e também pela sua vaidade, pelo seu orgulho ou pelos desejos da sua carne. Mas JESUS alertou de forma muito clara que não podemos servir a dois senhores, pois havemos de agradar a um e aborrecer ao outro. Mas sabe de uma coisa muito interessante a respeito do Deus Verdadeiro? Quando você se encontra no fundo do posso, Ele desce do seu Trono (Poleiro) e com muito amor se coloca ao seu lado para te ajudar. Assim muitas vezes você acha que foi o seu deus particular que te deu vitória, porem não é bem assim!... Até amanhã!... – 26/10/2012- 6ª Feira – 23/07/2014- Quarta Feira – Alfredopam.


Deus e deuses. (VI)
Agora eu sei que vocês como a maioria das pessoas tem dificuldade para identificar o “Deus Verdadeiro”. Para o homem primitivo era muito fácil identifica-Lo, tanto que a Bíblia nem se preocupou com argumentos e provas da origem e existência Dele. Moisés sentiu também esta dificuldade e perguntou: mas Senhor eu falarei ao povo em nome de quem? De uma forma sintética e até desconcertante Ele respondeu: Não importa o meu nome, “Eu Sou o que Sou”. Você entendeu? Ele não tem registro, não tem nome certo ou errado, não tem residência fixa e muito menos preferências especiais por determinados grupos. “Ele não faz acepção de pessoas”... Até amanhã... – 27/10/2012- Sábado – 24/07/2014- Quinta Feira.


QUINTA CARTA.
  
INICIA A ÚLTIMA FASE DO PAM- PROJETO AMOR: CRISTO, VERDADE QUE LIBERTA EM 27/06/2014- SEXTA FEIRA.

8ª FASE.

ESSA FASE CONSTITUIRÁ DE 25 CARTAS A CONTAR DA PRIMEIRA CARTA PUBLICADA EM 27/06/2014- SEXTA FEIRA.

A partir desta Carta estaremos publicando o material que fornece conhecimentos essenciais para o crescimento espiritual e emocional naquele que deseja se colocar a serviço da missão de Deus neste planeta, independente de raça, ideologia política, cultura e religião. São chamados de um modo genérico de “Tementes a Deus”.

Em princípio trabalharemos algumas questões  éticas relativas a diversos relacionamentos.

Novos Paradigmas da Ética em seis Módulos


23- A Ética da Solidariedade.

Introdução.

Vivemos numa sociedade de consumo, onde parece ser melhor aquele que mais têm, que mais mostra, que mais gasta.

Será importante ter sucesso na vida, não ter problemas de dinheiro, passar boas férias se viramos a cara quando passamos por um mendigo que nos estende a mão? Se ficamos indiferentes ao ver nos noticiários velhos a «viver» em barracas em condições desumanas? Se mudamos de canal quando estamos a jantar e passam imagens de crianças desnudas e desnutridas nos países de 3º mundo?

É verdade que pouco podemos fazer para inverter a situação em que o mundo se encontra, mas podemos ser solidários com o pequeno mundo que nos rodeia, um mundo menor que se cinge ao nosso campo de ação no dia a dia.

 Não é necessário canalizar o nosso salário para os pobres. O serviço que podemos prestar à sociedade é vasto e o mais importante nem sempre é dar dinheiro, embora o seja por vezes necessário.

É solidário aquele que trabalha como voluntário numa associação de solidariedade social uma ou duas vezes por semana, sem receber nada. É solidário aquele que procura alegrar uma tarde de um Lar de Idosos ou de um Jardim-de-infância; é solidário aquele que encaminha um jovem desconhecido para um Centro de Recuperação; é solidário aquele que socorre um mendigo embriagado caído no chão e chama a ambulância para socorrê-lo. É solidário aquele que ouve os desabafos de alguém que errou muito na vida, sem o julgar. É solidário aquele que perdoa. É solidário aquele que dedica algumas horas por semana para instruir alguém.

Desde muito pequenas que as crianças, nas suas brincadeiras, são ensinadas a dar e não a tirar, quando brincam com os seus e os brinquedos dos outros. Muito mais importante do que ter é SER. Os amigos verdadeiros amam-nos pelo que somos, não pelo que temos.



Apresentamos aqui seis módulos destinados a orientar estudos em grupos.
Os módulos estão assim organizados:
A.      Tema (o assunto a ser apresentado, estudado e debatido).
B.     Textos básicos (referências de registros notáveis sobre o Tema).
C.     Introdução (considerações gerais sobre o tema proposto).
D.     Tópicos (três tópicos de exposição sobre o tema).
E.     Relatório da discussão (espaço reservado para relatórios e anotações).
F.      Conclusão (breves termos conclusivos sobre o Tema).
G.    Possíveis encaminhamentos (propostas que poderão vir dos grupos de discussão).

Os módulos tratarão dos seguintes temas:

a -    Primeiro módulo - Introdução à ética.  -  (conceituação de ética e moral. -  breve abordagem sobre a evolução do pensamento humano);

b -   Segundo módulo – Relacionamento consigo mesmo (emocional/psíquico);

c -    Terceiro módulo – Relacionamento com o sagrado (místico, religioso e espiritual);

d -   Quarto módulo -  Relacionamento com o meio ambiente  - (ecologia);

e -   Quinto módulo – Relacionamento com o outro  -  (relações humanas).

f -     Sexto módulo – Relacionamento com o Poder  -  (liderança).

Cada módulo está dotado das seguintes questões a serem respondidas pelo grupo:

a)      O que significa para o grupo o Tema proposto?

b)     Os assuntos abordados pelo conferencista têm alguma coisa a ver com a nossa realidade?

c)      Dos três tópicos abordados destaque um como mais importante.

d)     Faça três ou mais destaques sobre o tópico considerado mais importante.

e)     Faça um breve resumo da discussão realizada.

Em cada módulo, há um rol de questões a serem encaminhadas para o grande grupo:
              1- Perguntas ao preletor:
              2- Propostas de encaminhamento:
              3- Sugestões e observações finais:

Avaliação: Nota de 1 a 5 pela validade e oportunidade da reunião.







Primeiro Módulo: - Introdução à ética.  -  conceituação de ética e moral. -  breve abordagem sobre a evolução do pensamento
(Humano);

 

Textos básicos

·        “Ética – sf.(grego Ethikê) – Parte da Filosofia que estuda os valores morais e os princípios ideais da conduta humana. É ciência normativa que serve de base à filosofia prática. Conjunto de princípios morais que se devem observar no exercício de uma profissão;” (Dicionário – Michaelis 2000 – Ed. Exclusiva: Readrs Digest – Melhoramentos).
·        “Ética (grego Ethos - Costume). Designa a reflexão filosófica sobre a moralidade, isto é, sobre as regras e os códigos morais que norteiam a conduta humana. Sua finalidade é esclarecer e sistematizar as bases do fato moral e determinar as diretrizes e os princípios abstratos da moral. Nesse caso, a ética é uma criação consciente e reflexiva de um filósofo sobre a moralidade, que é por sua vez, criação espontânea e inconsciente do grupo.” (Enciclopédia Barsa – pág. 168 – Vol 11).
·        “Não diga: Encontrei a verdade. Dize de preferência: Encontrei uma verdade.” (Khalil Gibran).
·        “Sábio é o que não se envergonha de aceitar uma verdade nova e mais sábio é o que a aceita sem hesitação. Quando a tempestade cai sobre a floresta, os arbustos que se curvam á ventania resistem e sobrevivem, enquanto tombam gigantes inflexíveis”. (Sófocles em Antígona).
·        “Fale a sua verdade, seja ela qual for, clara e objetivamente, usando um tom de voz tranquilo e agradável, liberto de qualquer preconceito ou hostilidade.” (Dalai-Lama – O Caminho da tranquilidade).
·        “Toda história tem três lados: o meu, o seu e a verdade. Em nenhum está mentindo. “ (Robert Evans – Produtor Americano).
·        “Seja, porém, a tua palavra: sim, sim; não, não; O que disto passar vem do maligno.” (Jesus Cristo – Matreus 5.37).

A palavra ética deriva do grego ethos, que significa costumes. Refere-se, assim, aos comportamentos humanos de determinados povos, instituições, ou grupos sociais. Corresponde à palavra mos, moris, da língua latina, da qual deriva a palavra moral. Ética e moral são dois sinônimos, de origem etimológica distinta, que significam uma mesma coisa, entretanto, hodiernamente, se estabelece alguma diferença. Ética é tratada como a ciência da moral, quer dizer, ética seria a reconstrução intelectual organizada pela mente humana acerca da moral. Este seria, pois, o objeto da ciência ética.

A ética é uma parte do saber (filosofia) que trata precisamente dessa realidade que é a moral ou a moralidade do humano agir. Acontece que a conduta do mundo é amoral ou anódina, inodora ou insípida; mas é sempre moral (boa) ou imoral (má). Esse fato, constatado desde a Antiguidade, despertou no homem a observação e o estudo sobre si mesmo, dando lugar ao surgimento da ciência ética.

A ética acabou ultrapassando os costumes. Assim a ciência ética rompeu os limites etimológicos do vocábulo ethos, apreendendo paulatinamente que, por baixo dos comportamentos costumeiros ou culturais, havia algo muito mais importante a moralidade e a imoralidade, isto é, bem agir ou mal agir.

A ética, à medida que estuda o caráter moral dos atos humanos, penetra na natureza humana, da qual brotam os atos. De modo que o homem não tem como escapar deste fato, ou ele atua para o bem ou ele atua para o mal. Se ele procura ficar numa posição neutra acaba cometendo o erro da omissão que às vezes tem consequências mais danosas do que o mal agir. É da natureza do homem ter opinião sobre os acontecimentos e manifestar esta opinião por palavras ou atos. A palavra natureza deriva do verbo latino nascere ou nasci (nascer). É algo biológico, embriológico, ligado à reprodução dos seres vivos (animais ou vegetais).


     Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam).

(Meus endereços eletrônicos: www.alfredopam.adm.br - Email: alfredovieira3@gmail.com  -  Blogs: alfredopam.blogspot.com.br  - pamcvl.blogspot.com.br- Posto também: na OTPB- otpbdobrasil ning.com  -  Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil  -  e na WWW.ubeblogs.com.br – União de Blogueiros Evangélicos).

(Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAMCVL. Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se  apenas a citação da fonte: PAMCVL-Alfredopam. Seu uso é exclusivamente para a Ação Missionária sem fins lucrativos.



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