sexta-feira, 5 de setembro de 2014

DÉCIMA PRIMEIRA CARTA.



Quinta-Feira, 04 de setembro de 2014.

Décima Primeira Carta.

Não Viva só.
Madre Teresa de Calcutá costumava dizer que ninguém tem que morrer sozinho.
Do mesmo modo, ninguém deve se afligir sozinho ou chorar sozinho; rir sozinho ou celebrar sozinho. Nós fomos feitos para viajar de mãos dadas através da jornada da vida. Há alguém pronto para segurar a sua mão hoje. E há alguém esperando que você segure a dele.  (Autor desconhecido – Mensagem recebida de uma correspondente em 30 de maio de 2009) – 04-07-2012 – Quarta Feira – 29/08/2014- Sexta Feira- Alfredopam.

O Criativo. Uma Mensagem profética para a sua Vida.
A sua coragem e perseverança premiarão você com um grande sucesso. Se souber levar adiante as suas ações e os seus ideais com senso de justiça, as forças do céu também apoiarão você para obter o sucesso buscado. Mantenha sempre o seu espírito de harmonia com a natureza.  -  05-07-2012. –  Quinta Feira – 30/08/2014- Sábado - Alfredopam

O Tempo.  (I/IV)
06-07-2011-          “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.” (Ec 3. 1).
O que fazer com a sensação de que o tempo sempre é curto e não permite que façamos as coisas que gostaríamos? Sempre que vem um novo ano, percebemos como o tempo voa. Eu sou um apaixonado pelas coisas da vida e amo tudo o que faço. Mas no anseio de viver fazendo de tudo um pouco, descobri que acabo fazendo quase nada de tudo. Muitos são assim.  -  06-07-2012. – Sexta Feira – 31/08/2014- Domingo – Alfredopam.

O Tempo. (II/IV)
O Senhor Jesus disse: “Aquele que quiser salvar sua vida (o seu tempo de vida) perdê-la-á: mas aquele que perder sua vida por amor de mim e do meu reino, esse a salvará”. Se você é como eu, um faz tudo maníaco que se frustra por acabar fazendo muito pouco no final, talvez possa lucrar com o que aprendi e que transformou minha vida de um turbilhão confuso numa corrente intensa e constante que opera mudanças significativas: o primeiro passo para a verdadeira eficácia é ter um propósito específico. A maioria das pessoas simplesmente “vive” sem propósito. – 07-07-2012. – Sábado – 01/09/2014- Segunda Feira – Alfredopam.

O Tempo.  (III/IV)
Não ter um propósito é condenar-se à frustração e ao fracasso no final. Essa é a mãe da depressão. Já outros (como eu) possuem propósitos demais e acabam divididos. A Bíblia diz que o homem de coração dividido não alcançará coisa alguma. Quando se desejam todas as coisas de uma vez, tudo é raso, malfeito, incompleto. Esses são os que começam cinco faculdades diferentes e não termina nenhuma. Há muitas coisas empolgantes e desejáveis no mundo, mas uma só vida para experimentá-las. – 08-07-2012. – Domingo – 02/09/2014- Terça Feira – Alfredopam.

O Tempo.  (IV/IV)
Não ter um propósito é condenar-se à frustração e ao fracasso no final. Essa é a mãe da depressão. Já outros (como eu) possuem propósitos demais e acabam divididos. A Bíblia diz que o homem de coração dividido não alcançará coisa alguma. Quando se desejam todas as coisas de uma vez, tudo é raso, malfeito, incompleto. Esses são os que começam cinco faculdades diferentes e não termina nenhuma. Há muitas coisas empolgantes e desejáveis no mundo, mas uma só vida para experimentá-las. – 08-07-2012. – Domingo – 03/09/2014- Quarta Feira – Alfredopam.

A Segurança. Uma mensagem profética para a sua vida.
Aquele que não deposita a confiança no Deus único e verdadeiro está fadado a viver de decepção em decepção. Só existe segurança verdadeira em Cristo Jesus; aquele que não falha e nos ama grandemente. Esta é bem melhor do que a segurança falsa apresentada pelos homens, cuja realidade final é cheia de perplexidade, medida pelo terror em todas as áreas. A boa nova do Evangelho é Jesus, o Filho de Deus, dando sua vida por nós a fim de que vivamos na paz e segurança que tem todo aquele que confia nele.
“Quem pratica a maldade não tem segurança, mas quem é honesto não será abalado.”  (Pv 12.3). – 10-07-2012 – Terça Feira – 04/-9/2014- Quinta Feira –Alfredopam.


DÉCIMA PRIMEIRA CARTA.
 
A ÚLTIMA FASE DO PAM- PROJETO AMOR: CRISTO, VERDADE QUE LIBERTA INICIOU EM 27/06/2014- SEXTA FEIRA.

8ª FASE.

ESSA FASE CONSTITUIRÁ DE 25 CARTAS A CONTAR DA PRIMEIRA CARTA PUBLICADA EM 27/06/2014- SEXTA FEIRA.
<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> 

A partir desta Carta estaremos publicando o material que fornece conhecimentos essenciais para o crescimento espiritual e emocional naquele que deseja se colocar a serviço da missão de Deus neste planeta, independente de raça, ideologia política, cultura e religião. São chamados de um modo genérico de “Tementes a Deus”.

Em princípio trabalharemos algumas questões  éticas relativas  a diversos relacionamentos.  


Sexto módulo – Relacionamento com o Poder  -  (liderança).


Textos Básicos:

A sociedade enriquece a mente, mas a solidão é a escola do gênio. (Edward Gilbson - Historiador inglês).

Assim é a vida... Os homens gritam, se cansam e se calam... descansam e recomeçam.  (Autor desconhecido).

Numa sociedade de lobos, é preciso aprender a uivar. (Madame Dubarry - Cortesã e Pensadora Francesa).

Descobri que o mais alto grau de paz interior decorre da prática do amor e da compaixão. (Dalai-Lama – em Palavras de Sabedoria).

Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas. (Palavras de Jesus – Mateus 10.16).

        Eu acredito que o mundo será melhor, quando o menor que padece, acreditar no menor.   (Severina, animadora de comunidade no Morro da Conceição, em Recife).

        No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os lábios é prudente. (Provérbios 10.19).

Introdução


“A igualdade é o grande sonho dos utopistas e filósofos.”

Como a desigualdade existe, de início, há duas orientações possíveis: a que tende a apagar a desigualdade pelo esforço social; e a outra que, pelo contrário, tende a recompensar todos na base de suas qualidades desiguais.
Weber afirmava [...] “que entre essas duas tendências antiéticas [...] não há escolha governada pela ciência, todo homem escolhe seu Deus ou seu demônio por si mesmo”.
.
O clientelismo é um desses termos que, como o populismo, usamos de forma recorrente para explicar certos males nacionais que seriam provenientes de uma condição inescapável de país atrasado. Diagnóstico que vem acompanhado de todos os subprodutos que lhe são peculiares.

Uma elite constituída de “raposas velhas” que manipulam um povo ignorante e indefeso em função da sua miséria e baixa escolaridade. Assim, populismo e clientelismo são expressões que nos vêm à mente de imediato quando nos defrontamos com determinada forma de exercício do poder político com a qual não compartilhamos.

Essa manipulação se dá pela falácia que alguns usam “maquiavelicamente” e outros “profeticamente”. Em ambos os casos, o objetivo é impressionar as massas com muitas falas, promessas que não poderão ser cumpridas, mas que o povo, mal orientado, gosta de ouvir. Daí a importância do silêncio quando se quer chegar ao poder dentro dos princípios “éticos”.

Em princípio, entendemos o silêncio como a ausência de palavras, sons ou ruídos.
Agostinho se refere ao silêncio exterior como ausência de palavras, porém no seu interior poderá haver clamores de afetos. Na sua visão de santo, esses clamores deveriam ser sempre de afeto, porém na prática, eles poderão ser também de ódio, vingança ou trevas que impedem a visão de um caminho.

Aqui encontramos a brecha para cogitar do silêncio interior tão propalado pelos místicos como condição para se alcançar a iluminação.

Ainda como forma de silêncio podemos cogitar sobre o uso correto da palavra. A palavra certa, dita no momento certo e no tom seguro pode ser também considerado silêncio. O silêncio do não dizer, certamente tem suas virtudes, mas pode revelar omissão o que não é aceitável em um homem que busca o progresso.

 Disse Madame Dubarry; que “numa sociedade de lobos, é preciso aprender a uivar”. Tudo bem! Porém, não podemos nos tornar lobos, mas aprender o uivo do domador.

“Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas”. (Palavras de Jesus – Mateus 10.16).

É preciso entender com profundidade as palavras do Dalai-Lama: “descobri que o mais alto grau de paz interior decorre da prática do amor e da compaixão”. Essas são formas dinâmicas de silêncio que vão ao encontro  aos ensinamentos dos sábios e santos sintetizados por Jesus e Buda, quando ensinaram que devemos fazer ao próximo aquilo que desejamos que ele faça a nós mesmos

O homem comum grita, cansa e cala... Descansa e recomeça a gritar. O buscador da luz, do conhecimento e do verdadeiro progresso não precisa gritar, não cansa e nem cala, vai sempre em frente, de cabeça erguida, com palavras corretas, indicando ao mundo o caminho estreito das virtudes que elevam o caráter e renova as forças para que se possa voar cada vez mais alto como águia que não se cansa, mas que encontra repouso no seu próprio voo.

 É assim que devemos almejar o “poder e a Liderança” para exercê-los com integridade, promovendo o bem comum e dando de nós o melhor que a vida nos concede.

Estaremos fazendo três abordagens como base de discussão:

a)      Clientelismo;
b)      Profetismo no Exercício do Governo;
c)      Liderança.

Clientelismo

 

Clientelismo é um conceito que descreve uma relação de troca política. Um tipo de troca distinta das trocas sociais em geral, mais inespecíficas, pois trocamos socialmente de tudo: afetos, redes de contatos, presentes etc.
Diferente, também, das trocas econômicas, regularmente bem mais específicas – trocas de bens envolvendo mercadorias em uma racionalidade monetária. O que há em comum entre as trocas sociais e as trocas econômicas é que podem acontecer entre atores sociais mais ou menos assimétricos, entre iguais ou entre sujeitos hierarquicamente dispostos. A troca pode, até mesmo, servir como meio de definição hierárquica dos participantes, como nos sugere Marcel Mauss, no qual “o mais generoso é também o mais poderoso”. Opera num clima de assédio{1} do mais poderoso sobre o seu dependente.

As trocas políticas, por sua vez, se caracterizam por serem sempre assimétricas, seja do ponto de vista do observador ou dos trocadores. Assimétrica porque opera em um eixo vertical no qual um dos participantes da troca, o demandante – classicamente chamado de cliente –, independente de sua posição social ou status, deseja obter as benesses dos recursos de autoridade política que um outro –tradicionalmente chamado de patronus –, que de algum modo, controla ou influencia. São os chamados recursos patrimoniais do Estado sob gestão dos poderes públicos.

 Toda a sociedade, como nos sugere Weber, funda sua estrutura de organização e poder com base no maior ou menor controle desses recursos e no caráter inexoravelmente discricionário com que se tem acesso a eles.

A especificidade do caráter clientelista da troca política diz respeito aos termos não regulados pela lei – embora não seja necessariamente ilegal –, mas fundados em acordo político ou na expectativa mútua entre patronus e cliente em auferir benefícios com a troca.

Clientelismo e populismo  são termos, frequentemente, utilizados para mascarar a ação  corrupta de um correligionário ou parceiro na demanda de interesses às vezes legítimo, porém fora da lei. Designam também certo tipo de exercício do      poder  que considera demandas específicas de um potencial eleitor em seu cálculo político, obtendo algum tipo de apoio por parte desses demandantes.

 Quando a mesma ação preside atos que consideramos positivos, podemos chamá-la de defesa democrática de interesses, apesar da carência de base legal.

Profetismo no Exercício do Poder

 

Será possível manter a radicalidade profética ao assumir um cargo de poder? Ou será que a responsabilidade de quem ocupa um posto de mando obriga a renunciar às utopias, como se elas fossem "aventureirismo"?

 Essa questão ganhou atualidade desde que a oposição chegou ao poder no Brasil e que assumiram cargos de direção no governo federal. Abrandaram o discurso profético e adotaram o pragmatismo político. Não se trata aqui da questão ética, que também merece ser examinada em profundidade, mas sim do profetismo enquanto tal. Qual o seu lugar na política?
  
O que caracteriza o profetismo é a capacidade de alguém revelar, por gestos ou palavras, uma verdade oculta a outras pessoas. É bem conhecido o profetismo explicitamente religioso, que faz revelações de tipo "a ninguém chameis de pai sobre a terra, porque um só é vosso Pai, que está nos céus" (Mt. 23,9), mas esta não é a única forma de profetismo. O profetismo que se aplica à política é aquele que vem como denúncia e condenação - "Ai de vós! (...) Pagais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia, a fidelidade." (Mt. 23,23). - Ou como anúncio de boa-notícia: "Vinde, benditos de meu Pai (...) porque tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes...” (Mt. 25,34-36).

 A particularidade do profeta é que ele vê uma realidade oposta àquela que está na experiência comum. Enquanto todos veem o pobre esmagado e o rico feliz, um plantando uva e o outro bebendo vinho, um construindo a casa e outro morando, o profeta vê e proclama a realidade que está por se manifestar (Confere Is. 65,20-24). Por isso sua mensagem é boa-notícia para quem espera tempos melhores, mesmo não sabendo formular as razões da sua esperança.

 É essa capacidade de ver a realidade profunda dos fatos históricos, indo além da experiência vivida, que torna o profeta tão importante na política. Ora, perceber o mistério escondido nas realidades humanas é o que define a mística. Por isso, a mística está na base da profecia.

Ao falar de mística, não me refiro aqui, é claro, a certas celebrações ou momentos artísticos que, equivocadamente, chamamos de "mística" ou “carismático”, e sim à capacidade de perceber o mistério presente no mundo. Um verso de Péguy diz "varredor que varres a rua, tu varres o Reino do Deus". A mística é justamente esta percepção do sentido transcendente das coisas, a percepção da ação do Espírito de Deus no mundo.

 No caso da política, a mística nos faz perceber a construção do Reinado de Deus na história humana. Um bom exemplo de mística foi a recente greve de fome de D. Luiz Cappio, que vê no Rio São Francisco não um recurso hídrico, mas uma fonte de vida pela presença de Deus nas suas águas.

Praticar o profetismo não é fácil. Muitas vezes, temos a intuição profética, sentimos a manifestação do Espírito, percebemos o mistério, mas não temos coragem bastante para comunicar aos outros essa experiência. Para isso é preciso vencer vários medos - da ridicularização, da desqualificação, da marginalização, da perseguição e até da eliminação física.

 Não é por acaso que a Bíblia narra tantos episódios de profetas que pretendiam fugir de sua responsabilidade, sendo necessária uma intervenção divina para assumirem sua missão. Hoje não é diferente: o triunfo da economia capitalista e a concentração do poder  inibem as vocações proféticas na política, porque neles não há lugar para utopias.

A dificuldade torna-se ainda maior quando se trata de praticar o profetismo a partir dos lugares de poder. A razão é simples: o poder deslumbra. "Deslumbrar" é, literalmente, ofuscar a vista (do outro) pela emissão de muita luz. Quanto maior é o brilho, menos consegue a pessoa enxergar outra coisa. Por isso se diz que ela fica "deslumbrada", incapaz de perceber outras realidades, especialmente a realidade mistérica{44} que transcende as realidades terrenas.

 Dificultando a experiência mística, o poder inibe a profecia. É o que provavelmente ocorre com muitos dos que assumem cargo de relevância no governo: o ambiente palaciano, o prestígio do cargo, as demonstrações de apreço de empresários, banqueiros e autoridades internacionais, tudo isso dá brilho aos donos do mundo e ofusca a força histórica dos pobres.

Apesar disso, insisto que não é impossível o gesto profético de quem exerce um poder. Tomo como exemplo a principal mensagem profética da atualidade, poeticamente formulada por Severina, animadora de comunidade no Morro da Conceição, em Recife: "Eu acredito que o mundo será melhor, quando o menor que padece, acreditar no menor".

 Essa verdade se opõe ao pragmatismo político que só acredita num mundo melhor se os capitalistas investirem mais. É a força do “TER” em detrimento do “SER”.

“O Profeta não pode esquecer nunca a responsabilidade que tem com a sua palavra; ela é sua escrava até ser pronunciada; a partir daí ele se torna escravo dela.”

Liderança

Liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados para que contribuam, voluntariamente, da melhor forma com os objetivos do grupo ou da organização.
A natureza e o exercício da liderança têm sido estudados pelo homem ao longo da sua história. A busca do ideal do líder também está presente no campo da filosofia. Platão, por exemplo, argumentava em A República que o regente precisava ser educado com a razão, descrevendo o seu ideal de "rei filósofo". Outros exemplos de filósofos que abordaram o tema são Confúcio e seu "rei sábio", bem como Tao e seu "líder servo".
Acadêmicos argumentam que a liderança como tema de pesquisa científica surgiu apenas depois da década de 30 fora do campo da filosofia e da história. Com o passar do tempo, a pesquisa e a literatura sobre liderança evoluíram de teorias que descreviam traços e características pessoais dos líderes eficazes, passando por uma abordagem funcional básica que esboçava o que líderes eficazes deveriam fazer e chegando a uma abordagem situacional ou contingencial, que propõe um estilo mais flexível, adaptativo para a liderança eficaz.
Existem três principais teorias sobre a liderança:
  • Traços da personalidade. Segundo essa teoria, já desacreditada, o líder possuiria características marcantes de personalidade que o qualificariam para a função.
  • Estilos de liderança. Essa teoria aponta três estilos de liderança: autocrática, democrática e liberal.
  • Situações de liderança. Nesta teoria o líder pode assumir diferentes padrões de liderança de acordo com a situação e para cada um dos membros da sua equipe
Vamos considerar ligeiramente, três estilos de Liderança:
  • Liderança autocrática: Na Liderança  autocrática o líder é focado apenas nas tarefas. Este tipo de liderança também é chamado de liderança autoritária ou diretiva. O líder toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados.
  • Liderança democrática{10}: Chamada ainda de liderança participativa ou consultiva, este tipo de liderança é voltado para as pessoas e há participação dos liderados no processo decisório.
  • Liderança liberal ou Laissez faire: Laissez-faire é a contração da expressão em língua francesa laissez faire, laissez aller, laissez passer, que significa literalmente "deixai fazer, deixai ir, deixai passar".
Nesse estilo de liderança (liberal) o grupo atingiu a maturidade e não mais precisa de supervisão extrema de seu líder, os liderados ficam livres para pôr seus projetos em prática sendo delegado pelo líder liberal.
Liderança Paternalista: é uma liderança que visa tratar os conflitos, através de um relacionamento amável, em que o líder mantém uma postura  paternal dentro do grupo.
A importância da Liderança:
A liderança é um tema importante para os gestores devido ao papel fundamental que os líderes representam na eficácia do grupo e da organização. Os líderes são responsáveis pelo sucesso ou fracasso da organização. Liderar não é uma tarefa simples. Pelo contrário. Liderança exige paciência, disciplina, humildade, respeito e compromisso, pois a organização é um ser vivo, dotado de colaboradores dos mais diferentes tipos.
De fato, os líderes influenciam seguidores. Por esse motivo, muitos acreditam que os líderes têm por obrigação considerar a ética de suas decisões. Apesar de a liderança ser importante para a gerência e estreitamente relacionada a ela, liderança e gerência não são os mesmos conceitos. Planejamento, orçamento, controle, manutenção da ordem,   desenvolvimento de estratégias e outras atividades fazem parte do gerenciamento
“Gerência é o que fazemos. Liderança é quem somos.”
Uma pessoa pode ser um gerente eficaz, um bom planejador e um gestor justo e organizado e{4 e 5}, mesmo assim, não ter as capacidades motivacionais de um líder. Ou simplesmente pode ocorrer o contrário. Uma pessoa pode ser um gerente ineficaz, porém, em contrapartida, ter as habilidades necessárias para um bom líder.
Entre os desafios apresentados pelo ambiente mutável, as organizações estão valorizando cada vez mais os gerentes que possuem habilidades de liderança.
Qualquer pessoa que aspire a ser um gerente eficaz deve também se conscientizar de praticar e desenvolver suas habilidades de liderança.
    Agora a palavra está com os presentes para qualquer consideração que julgar objetiva e conveniente.
Após o uso da palavra pelos presentes, o preletor tentará dar respostas ou abordar os assuntos propostos de forma breve e sucinta, dividindo os presentes em pequenos grupos.

Relatórios dos grupos


Nome do grupo: (se possível, o nome dos participantes ou o número dos mesmos)

Questões a serem respondidas pelo grupo:

a)-  O que significa para o grupo o Tema proposto?
b)-  Os assuntos abordados pelo conferencista têm alguma coisa a ver com a nossa
                 realidade?
c)-   Dos três tópicos abordados destaque um como mais importante.
d)-  Faça três ou mais destaques sobre o tópico considerado mais importante.
e)-  Faça um breve resumo da discussão realizada.

Questões a serem encaminhadas para o grande grupo:

  • Perguntas ao preletor:

  • Propostas de encaminhamento:

  • Sugestões e observações finais:

  • Avaliação: Nota de 1 a 5 pela validade e oportunidade da reunião.

Conclusão


Concluindo podemos identificar duas formas de silêncio: silêncio passivo – sem palavras; Silêncio ativo – com palavras certas e ações corretas.

Podemos também entender a existência de um silêncio externo e um silêncio interno.

Tiago, irmão de Jesus, um dos pilares do cristianismo, juntamente com Pedro e João, em seu texto magistral sobre o uso da língua faz diversas considerações sobre o autodomínio e o controle das palavras. Chega a afirmar que aquele que usa bem a palavra é perfeito e poderoso para dominar todo o corpo. Em nossos dias assistimos  a muitos homens que dominam tecnicamente as palavras e recitam belos discursos, porém não possuem o pleno domínio de seu corpo, isto é, as suas ações não correspondem às suas palavras. Alguns chegam mesmo a usar belas palavras para encobrir os seus maus pensamentos e seus atos corruptos.

O homem bom é desafiado à coerência entre o que fala e o que pratica. Diz Tiago que de uma mesma boca não pode proceder bênçãos e maldições, mas que entre nós não convêm que isto se faça assim, e pergunta, pode uma mesma fonte fornecer água salgada e água doce, pode a figueira produzir azeitonas e a videira produzir figo?

O poder existe desde que o planeta terra foi habitado. E é exercido em todos os tipos de organização social, em toda a relação humana, não existe sociedade sem poder, mesmo nas formas que a antropologia política chama de primitivas. As relações de poder nascem naturalmente dentro de toda sociedade. O poder político vai surgir de modo universal com o nascimento do Estado e ele terá a responsabilidade de definir as regras sociais que estabelecem as relações entre os concidadãos. Ele repousa na vontade de organizar, proteger e assegurar a vida em sociedade. Anteriormente, o poder pertencia exclusivamente a alguns homens. Com o Estado nascem as instituições e os regimes políticos modernos que, por princípio, foram criados para pôr fim ao sistema de poder pessoal e absoluto.

O poder não é algo que possuímos, é uma relação entre dois parceiros ou mais pessoas. Logo que as relações se estabelecem, as forças que dispõem, por exemplo, os dois parceiros criam um campo de poder, que podem se afrontar ou dialogar, criando uma correlação de forças. O poder está presente numa multitude de relações micros sociais e dificilmente será exercido sem resistência.

 Mas o poder obedece também a regras sociais, umas são institucionais, outras sócio-culturais e por vezes interiorizadas pelos indivíduos. Daí certos comportamentos podem ser adotados espontaneamente pela sociedade que passa a julgar normal, por exemplo, certo abuso do poder.

O Brasil está cheio de exemplos!

Educar-se para o exercício do poder é uma tarefa prioritária para todos que exercem na esfera pública ou privada algum poder. E, para o cidadão e cidadã uma boa formação de educação cívica para entender o poder político e a coisa pública passa a ser urgente e prioritário a fim de poder decifrar a realidade em que vive, saber exercer seus direitos e cumprir com as obrigações face ao Estado democrático.

“O Profeta não pode esquecer nunca a responsabilidade que tem com a sua palavra; ela é sua escrava até ser pronunciada; a partir daí ele se torna escravo dela.”

Anexo ao sexto módulo

Ética no trabalho depende de bom senso e moderação
Você usa o telefone do seu trabalho para fazer ligações particulares? Usa a internet para resolver problemas pessoais? Entenda o que pega bem e o que é condenável no ambiente profissional. 
“Ética{2 e 3} pra mim é uma pessoa que anda conforme as leis aí e tudo mais”, diz João Dias, analista de sistema.
“É agir de acordo com os princípios morais e os princípios da sociedade”, afirma Pedro Antonioni, coordenador TI.
“Falar mal do serviço de um colega seu, é bastante antiético”, declara Fernanda Domingues, dentista.
“Uma pessoa que puxa o tapete pra subir... Nas empresas sempre tem”, comenta Daniela Vada, engenheira.
"A ética tem quatro princípios básicos: ela tem o princípio do respeito, o princípio da justiça, o princípio da solidariedade e o princípio do bem-comum. Se você segue esses quatro princípios, você tenha a certeza de que você já está no caminho da ética", explica Carlos Alberto Nascimento, gestor de pessoas.
No ambiente de trabalho estas regras existem e determinam a conduta ética dentro das empresas, mas afinal então, como  identificar se um colega de trabalho tem ética?
Usar o telefone para tratar de assuntos pessoais, e utilizar a internet de forma inadequada são atitudes consideradas antiéticas, que podem levar a demissão.
“Esta semana nós temos um histórico de seleção, que a pessoa utilizou de maneira inadequada a internet, acessando sites que não deveria”, comenta Fabiane Cardoso, coordenadora de seleção.
Numa empresa de mineração, que fica próximo a Grande Vitória, existem mecanismos para que o funcionário não cometa abuso e nem seja advertido. Dentro do escritório existem alguns artifícios para que o código de ética seja respeitado. A internet, por exemplo, nem todos os sites são usados, existe até um monitoramento para que o funcionário não busque e nem distribua mensagens inadequadas.
Os telefones, nem todos fazem ligações interurbanas e a máquina copiadora só funciona com senhas. Exagero? A gerência da empresa acredita que não, até porque o código de conduta é revisado periodicamente com a participação dos próprios funcionários.
“O empregado comprometido, que conhece, tem informação, sabe exatamente quais são as estratégias, objetivos, o que a empresa busca. E ele tem claramente a informação de qual é a contribuição que ele pode dar no ambiente de trabalho”, declara Benedito Waldson, gerente de RH.
Uma empresa em Sorocaba fabrica produtos para a área de saúde. Tem 400 funcionários, controlar todos eles não é tarefa fácil. A solução, então, foi criar um guia de boas práticas para os trabalhadores. A cartilha é entregue a todo novo funcionário, nela constam informações fundamentais para garantir a ética no ambiente de trabalho, a ideia é colocar regras para o uso dos recursos que a empresa disponibiliza. O telefone para fins particulares, por exemplo, deve ser dosado.
Marcia garante, pensa duas vezes antes de pegar no telefone. “Toda a vez que você vai fazer uma ligação você sabe que está sendo controlado, então você vê a necessidade desta ligação”, diz Marcia Ferigatto, supervisora de contabilidade.
Atenção para outras orientações, dar ou receber presentes não é bem visto. Os meios de comunicação eletrônicos, como a internet devem ser usados para servir somente aos interesses da empresa. Funcionários da área comercial não podem aceitar negociação que envolva subornos, propina ou presentes.
“O nosso intuito foi realmente criar este guia para servir como uma ferramenta que possa ser consultada sempre que necessário e que ele assine tomando realmente ciência e se comprometendo a seguir essas regras definidas”, afirma Denílson Lima, chefe de RH. - (Matéria apresentada no Jornal Hoje da Globo em 08 de junho de 2009).
Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam).

(Meus endereços eletrônicos: www.alfredopam.adm.br - Email: alfredovieira3@gmail.com  -  Blogs: alfredopam.blogspot.com.br  - pamcvl.blogspot.com.br- Posto também: na OTPB- otpbdobrasil ning.com  -  Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil  -  e na WWW.ubeblogs.com.br – União de Blogueiros Evangélicos).

(Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAMCVL. Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se  apenas a citação da fonte: PAMCVL-Alfredopam. Seu uso é exclusivamente para a Ação Missionária sem fins lucrativos.


Nenhum comentário:

Postar um comentário