quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

MUDANÇAS.




MUDANÇAS

“Ninguém muda ninguém...
 Ninguém muda sozinho...
Nós mudamos nos encontros e desencontros da vida”

Parece muito simples, não é?... mas é profundo e precioso. É nos relacionamentos que nos transformamos...
Somos transformados a partir dos outros, - desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela ideia e sentimento do  outro.
Você  já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio e as pedras que estão em sua foz?

As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que  vão sendo carregadas pelo rio, sofrendo  ação da água e se atritando com as outras pedras ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desbastadas e tomando formas graciosas.

Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona e árida...

A observação mais importante é constatar que  não existem sentimentos bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato.

Passar pela vida sem se permitir um relacionamento com o próximo, isto é, com o outro é não crescer, não evoluir, não se transformar, é não conceder oportunidade pra ser feliz e conhecer o verdadeiro sentido da vida.

É concluir a passagem por este planeta numa forma tosca, pontiaguda e amorfa.  É passar pela vida e não viver.

Quando olho para trás, vejo que  hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas importantes que passaram pela minha vida.

Pessoas que no contato com elas,  permitiram-me ir dando formas ao que sou, eliminando arestas,  transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado e mais sábio...

Outras, sem dúvida, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisam ser desbastadas.

Faz Parte...

Reveses momentâneos e passageiros  servem  para o crescimento; a isso chamamos experiência.

Penso que existe algo mais profundo em tudo isso.

Ainda nessa análise... Começamos a jornada da vida como grandes pedras cheias de excessos.

Os seres de grande valor, percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas,  aproximando –se cada   mais de sua essência, e ficando  cada vez menores, menores e menores...

Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos dada a compreensão da existência e da importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus e sua obra, é que finalmente nos tornamos de grande valor...

Já viu o tamanho  do diamante polido, lapidado? Sabe o quanto tiraram dele para que se chegasse ao âmago? Pois é lá que está o seu real valor...

Pois, Deus criou a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos,  mas essencialmente de amor. O amor nos induz a amar e ser amado. Se não temos o que amar, também não seremos encontrados para ser amado.  O verdadeiro amor não nasce da nossa vontade de amar. Quase sempre ele nos pega de surpresa e só acontece quando temos coragem de nos relacionar com as pessoas como elas são. Assim o amor se torna na magia da amizade e nos tornamos amigos, cúmplices da pessoa amada.

“Deus criou o AMOR e nós, humanos, não soubemos utilizá-lo.
Ele então, num momento de feliz inspiração  criou a AMIZADE
e foi assim que o amor passou a ser utilizado na essência de seu significado. Quem está ligado por esse amor, distância alguma separa,
pois a verdadeira amizade não une corpos, não une mentes, mas une corações e essa união é feita por Deus e o que Deus une, homem algum é capaz de separar.”

Renove-se como as manhãs, como as árvores, como a primavera.
Uma força poderosa dentro de você anseia por expansão.
É preciso participar da marcha da vida.
Transformar-se para melhor, trabalhar, servir.

Caminhe.
Parado, o mundo o deixa para trás.
Confie no seu potencial de transformação, de ação, de aperfeiçoamento.

Avance.
As hélices que regulam a renovação universal estão também dentro de você. –

É na prática da amizade que exercitamos o amor e assim aprendemos a amar e lidar com a tolerância, a prudência e outras virtudes que promovem a compreensão, a solidariedade e a paz tão desejada por todos nós.

“SE A OSTRA NÃO FOR FERIDA NÃO PRODUZIRÁ PÉROLA”

Por muito tempo  em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins, abafar dentro de mim as insatisfações com aqueles que me aborreciam.

Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar a raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção e do aprendizado do amor.

Esses sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento... e envolvimento gera atrito.

Finalmente aconselho: ATRITE-SE! Se necessário! Pois este é o caminho para  chegar-se ao amor... (Verão de 2015- Alfredopam).



Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam).
(Meus endereços eletrônicos: www.alfredopam.adm.br - Email: alfredovieira3@gmail.com  -  Blogs: alfredopam.blogspot.com.br  - pamcvl.blogspot.com.br- Posto também: na OTPB- otpbdobrasil ning.com  -  Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil  -  e na WWW.ubeblogs.com.br – União de Blogueiros Evangélicos)
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