terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

RENOVAR- O Big Bang da Vida (7)



-.RENOVAR – O Big Bang da vida. (7) –   (Juiz de Fora o3/12/2012. –

Mas NAQUELE DIA eu refletia: “As igrejas eram instituições acolhedoras e até necessárias desde que submetidas aos limites da moral vigente na sociedade onde estivessem inseridas. A Igreja não poderia fazer como Jesus, ele sim, era mestre, conhecia todas as verdades e não devia obediência a nenhuma ordem política ou social. Era um revolucionário e por isto o mundo não o suportou. Como a igreja poderia se dizer herdeira e representante de Jesus se o seu comportamento era tão diferente. Os sacerdotes se tornavam mais queridos e mais respeitáveis, justamente quando se mostravam solidários e submissos aos mais poderosos.

Enquanto estes pensamentos iam sendo formulados em minha mente, o culto transcorria  dentro do ritual de sempre, inspirador, conciliador e profundamente conservador. Era tudo muito lindo, era dia de ano, depois do culto teríamos muitos fogos e fartas ceias, bem como o povo gosta.

Mas houve um momento em que a minha mente cristalizou em uma pergunta: o que ou quem é Deus? – Alfredopam – 02/02/2017-Quinta Feira.  – 17/02/2017- Sexta Feira. FB

Nos últimos anos, isto é, da primavera de l956 até o presente, esta pergunta me levou a muitas leituras e pesquisas. Em busca desta resposta me envolvi com muitos grupos de pesquisa, geralmente denominados de livres pensadores. Li as obras fundamentais de Alan Kardek, freqüentei o espiritismo em diversas modalidade, isto é, kardecismo, umbanda, quibanda, expressões afro-brasileiras, li muitas obras dos filósofos antigos, modernos e contemporâneo, estudei parapsicologia, fiz cursos com diversos mestres em ioga, hermetismo, hipnose, egiptologia, freqüentei diversas escolas místicas onde pude conhecer os fundamentos das magias, da mediunidade, das curas a distância, da expansão mental e emocional, técnicas de auto aperfeiçoamento, memorização, esoterismo, misticismo e muitas outras artes e conhecimentos da percepção extra sensorial. Agora pergunto para mim mesmo, para que serviu tudo isto se não obtive nem ao menos respostas para perguntas tão elementares, tais como: quem é Deus, de onde vim, para que nasci e para onde irei. Todas estas questões fervilhavam na minha mente. Uma figura de homem alto, elegantemente vestido, aspecto de pastor surge na tela de minha mente, era o Rev. Adriel de Souza Motta, pastor metodista que fora meu capelão no Instituto Granbery da Igreja Metodista em Juiz de Fora nos anos de l955 a l959. Alfredopam – 03/02/2017- Sexta Feira. – 18/02/201-Sábado. FB


Ele, Reverendo Adriel.de Souza Motta,  olhava para mim com aquele olhar de sempre que parecia mais querer ouvir do que mesmo falar, e como sabia ouvir e falar exatamente o necessário para a gente entender. Comigo, certa vez, ele parou por quase  meia hora e me ouviu sobre as minhas grandes decepções com o Deus que eu deveria servir e recomendar as pessoas. Um Deus que falhara ao fazer o homem, perdendo o controle sobre o mesmo, permitindo que satanás se assenhoreasse de sua obra, um Deus que se irava e que num momento de angústia se arrependeu de ter feito o homem e mandou um dilúvio para destruí-lo, quanta dor, quantas crianças inocentes morrendo afogadas, um Deus que tolera a injustiça e que negocia com o Diabo como no caso de Jó. Não eu não saberia como justificar diante das pessoas um Deus assim e muito menos chamá-las a servi-lo e adorar. Depois de ouvir todos estes disparates, Ele olhou para mim e disse; posso orar por você? Eu respondi; é claro, acho que estou necessitado disto! Ele orou  com palavras de amor e compreensão sem nenhuma exortação ou intenção de me dar qualquer resposta. Aquilo me impressionou profundamente. Após o amém, Ele me recomendou Habacuque e me deu um breve esboço de estudo deste livro, esboço que ainda conservo anotado em minha bíblia até os dias de hoje e que já serviu para muitas mensagens e estudos. – Alfredopam – 04/02/2017- Sábado  -  19/02/2017- Domingo FB

01-  “Disse Deus a Moisés: Eu Sou o que Sou” Êxodo 3:14
Se somos verdadeiros filhos de Deus, nascidos de novo e temos a presença do Espírito Santo em nossos corações, o nosso senso de inutilidade e de baixo-estima não procedem de Deus. Pelo contrário, provém de nossos próprios mortíferos “eu sou”. Deixe-me explicar.
O lar é como um espelho no qual desenvolvemos os conceitos que fazemos de nós mesmos. A nossa valorização e desvalorização está baseado grandemente nas avaliações de pessoas que exercem influência em nossa vida. Desde o nascimento, mesmo em uma mesma família, existem crianças que “captam” tudo ao seu redor e são altamente ativas. Outras nascem mais estáticas e parecem ter as “antenas” menos “captadoras”. Embora sejam diferentes, são excelentes “gravadoras” e péssimas “intérpretes”. Dentro disso, estou convencido que a maior desgraça paterna é uma auto-estima prejudicada.
Os “você é” da parte dos pais tornam-se os “eu sou” da criança. Não quero limitar apenas aos pais, mas a tios e avós, colegas, vizinhos, professores e os líderes da igreja. – Alfredopam – 05/02/2017- Domingo. – 20/02/2017- Segunda Feira – FB
Poder criador. O pensamento tem um poder criador que o homem não pode imaginar. Tudo aquilo que pensamos toma forma. O pensamento pode construir coisas belas e maravilhosas, mas por outro lado pode também criar coisas terríveis e monstruosas. Um mau pensamento pode levar uma pessoa à doença, ao desequilíbrio, à depressão. Por essa razão devemos vigiar e orar, para que cultivemos somente bons pensamentos. O pensamento é como um imã que atrai tudo o que estiver em sintonia com ele. Viver bem ou mal depende muito mais da forma como pensamos do que com os fatos em si. Portanto, utilizemos esse dom maravilhoso que Deus nos deu como atributo, para criarmos somente coisas boas para nós e para os outros também. Viver no céu ou no inferno só depende de nós e de nossos pensamentos. Reflitamos sobre como está a nossa vida hoje, como nos sentimos e o que temos pensado ultimamente. (Gotas de Paz- 30/01/2017- Segunda Feira. – 21/02/2017- Terça Feira. - FB

Nenhum comentário:

Postar um comentário