11/01/2013-
Sexta Feira – Centésima Octogésima Sexta Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade
vos Libertará”. (João 8.32).
A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.
A Mensagem do Dia:
Eu andava de cabeça
baixa durante um dos períodos mais críticos de minha vida, quando ainda
adolescente (1953 em Além
Paraíba – MG), quando um irmão mais vivido me abordou e
perguntou: porque você anda de cabeça baixa ultimamente? Sem saber o que
responder, eu disse que era para imitar a humildade de Jesus. O irmão então
reagiu dizendo que Jesus nunca andou de cabeça baixa, pelo contrário ele olhava
as pessoas pelos olhos e enxergava-lhes até a alma. Mesmo na cruz ele não
baixou a cabeça, olhou para o mundo a favor de quem ele era sacrificado. Olhou
os amigos e parentes dando inclusive algumas recomendações finais. E por fim
levantou a cabeça aos céus e clamou pelo apoio do Pai. A verdadeira humildade
de Jesus é estar disponível para a vida, para o próximo e para Deus. –
11/01/2013- Sexta Feira.
Notas e Reflexões:
427- - Uma Atitude de Amor.
'O amor é sofredor, é
benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se
ensoberbece....Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três,
mas o maior destes é o amor." I Coríntios 13:4,13
Nestes meses junho, julho de
2010, em cidades do nosso país, enchentes mataram dezenas de pessoas, destruindo
casas, cidades, ruas..
Com as mudanças climáticas
estamos assistindo sérios problemas de alterações na temperatura, ventos e
água.
O clima responde a vários
fatores e a natureza se submete a essas respostas. A natureza se adapta
rapidamente, mas o ser humano leva mais tempo e sofre perdas irreparáveis com
essa transformação.
Porém, até nestes
momentos, vemos a oportunidade da expressão da misericórdia de Deus através
daqueles que expressam suas qualidades quanto à compaixão, generosidade,
doação.
Despretensiosamente,
decididamente, generosamente e amorosamente vamos conhecera a história real de
um humilde camponês que também viveu uma experiência de inundação, sofrimento,
angústia, destruição e renúncia.
Na Itália, na região de
Verona, há mais de 100 anos atrás, aconteceu um fato que marcou a vida daquela
comunidade para todo o sempre.
A neve veio forte demais.
Nos Alpes a enorme nevasca trouxe preocupação a todos, pois quando o sol
apareceu, o degelo aconteceu rápido demais e o rio transbordou. A inundação
veio destruindo casas que estavam perto das margens. As pessoas corriam e
gritavam de pavor.
A principal ponte da região
sob o Rio Adige foi violentamente destruída pela força das violentas águas que
desciam dos Alpes. Formou-se uma pequenina ilha no meio das águas do poderoso
rio. Uma simples casinha foi levada e destruída pelas águas, mas a família
estava viva ainda e pedia socorro. As águas estavam subindo rapidamente e era
preciso fazer alguma coisa pela humilde família.
O Rio Adige é o segundo
maior rio da Itália e tem 112
km de curso navegável e banha cidades famosas como
Merano, Bolzano, Trento e Verona no nordeste da Itália e proporciona muita
energia hidrelétrica.
A correnteza iria levá-los
em poucos minutos. Eles levantavam os braços e clamavam por salvação. Mas
ninguém tinha coragem para entrar no pequeno bote e ir até a ilha que se
formou. Seria quase uma morte certa. As águas estavam violentas demais.
Os moradores olhavam uns
para os outros até que o Conde Pulverim, homem rico - um fidalgo
importante da região - ofereceu 50 libras (grande valor na época) a quem
salvasse aquela pobre família, mas mesmo assim ninguém se arriscou.
Mas neste instante estava
passando por ali um camponês, de outra região, e ao ouvir os gritos da família
e ouvir o CONDE oferecer tal alto valor, não pensou duas vezes e saltou para um
bote remando vigorosamente, lutando contra a correnteza, mas determinado a
salvar aquela pobre família que já havia perdido quase tudo na
enchente.
Ao alcançar a família disse:
- Coragem, amigos! Deus está
conosco.
Disse o camponês para
levantar o ânimo da família que já estava perdendo a esperança de salvação.
Estavam aterrorizados.
E com enorme esforço o
corajoso camponês conseguiu recolhê-los e colocou um por um no pequeno
bote.
Mas a força da água
contrária era terrível e o bote precisava voltar; a viagem da volta
era mais perigosa e difícil que a da ida, porque o camponês estava cansado e a
embarcação não ofereceria segurança.
Mas com esforços
sobre-humanos e uma determinação extraordinária, bravura e amor ao próximo, o
camponês deu todo o esforço que tinha. Todos gritavam de alegria dando graças a
Deus.
Finalmente ele conseguiu
chegar ao outro lado e desembarcou aquela família, sã e salva, a multidão irrompeu
em aplausos e o rico CONDE aproximou-se, a fim de lhe entregar o prêmio
prometido.
O humilde camponês
surpreende a todos novamente recusando a grande oferta de 50 libras e dizendo:
- Senhor Conde, não foi por
causa do dinheiro que arrisquei a minha vida. Posso trabalhar, graças a Deus,
para prover as minhas necessidades e as de minha mulher e de meus filhos. Dê
esse dinheiro a esse senhor e sua família, pois eles perderam tudo quanto
possuíam e assim poderão recomeçar.
Agradeceu ao Conde,
despediu-se da família que em lágrimas agradecia, abraçava e beijava o
salvador.
E assim aquele humilde
camponês, homem desconhecido de todos, com grande coragem e altruísmo, não só
salvou uma família, como lhes proporcionou meios suficientes para
organizar um novo lar.
Quando fazemos uma boa ação
não devemos esperar nada em
troca. Não devemos emprestar dinheiro com usura e nem ajudar
alguém com alimentos visando interesse particular. (Levítico 25:37)
O amor não busca – nunca –
interesses próprios. Diz um ditado que: “O que a mão direita faz a esquerda não
precisa saber.” E outro ditame diz assim: “.. faça o bem sem olhar a quem... ”
A compaixão – piedade – só é
válida se vivenciada com alegria e sem interesse
Hoje, talvez bem pertinho de
você, exista alguém que esteja necessitando de uma palavra amiga, de uma
oração, de um afago sincero e verdadeiro.
Pessoas que estão
angustiadas e aflitas neste momento - como aquela família na ilha que estava
sendo inundada - precisam de ajuda e de pessoas comprometidas com Deus e com a
verdade.
O mundo precisa de pessoas
que não amem o dinheiro e o poder, mas que vivam a compaixão e amor ao
próximo como um estilo de vida sabendo que estamos aqui apenas de passagem e
temos esperança e certeza da vida presente e eterna.
Há cerca de 2 mil anos atrás
um homem “pulou nas turbulentas águas da vida” e não apenas arriscou, mas
entregou sua própria vida – numa cruz do monte calvário - para salvar a
todos os que a ELE se achegam com um coração puro e fiel e o aceitem como Senhor
e Salvador.
Seu mandamento: “Amar a Deus
sob todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.”
“Que o DEUS
que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os
seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”
(Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAM-CVL.
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