09/05/2013-
Quinta Feira – Ducentésima Nonagésima Terceira Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade
vos Libertará”. (João 8.32).
A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.
A Mensagem do Dia:
NÃO IMPORTA - Paz do
Senhor Jesus!! “Abro o meu coração e me rendo
aos teus pés, Jesus”. A letra
deste cântico deveria ser a nossa oração, todas as manhãs, enquanto recolhemos
o maná de Deus que está nas nossas portas. Na maioria das vezes, somos
impedidos de ver e viver aquilo que Deus está realizando, milagrosamente em
nossas vidas, porque permitimos que os sofrimentos e as lutas endureçam os
nossos corações e ceguem a nossa visão
espiritual. NÃO IMPORTA. Mantenha o seu coração
e os seus olhos espirituais abertos! Só assim você poderá usufruir de tudo
aquilo que o Senhor está oferecendo a você nestes dias da colheita.-
03/05/2013- Sexta Feira – 09/05/2013- Quinta Feira.
Notas e Reflexões:
(Como prometemos no mês de agosto de 2012, a partir do mês de
setembro estariamos publicando a verdadeira história do “Projeto Amor: Cristo,
Verdade que Liberta”. Assim todas as quintas feiras estamos publicando nessa sessão parte de sua
história).
GRUPOS DE
CRESCIMENTO.
BASES PARA A FORMAÇÃO.
Tomamos como base para a formação de um Cristão capaz
de entender e vivenciar a “Verdade que Liberta” quatro áreas fundamentais:
Primeira área- Dez (10) Metas a serem alcançadas;
Segunda área- Dez (10)
credos a serem confessados;
Terceira área- Dez (10) Virtudes a serem vivenciadas;
Quarta área- Oito (8) Princípios Teologais a serem
objetivos de estudos profundos e reflexões demoradas.
Oito (8) Princípios Teologais a serem objetivos de
estudos profundos e reflexões demoradas.
1º- Um Deus que CHAMA.
2º- Um Deus que
CURA.
3º- Um Deus que
CAPACITA.
4º- Um Deus que
ENVIA.
5º- Um Deus que
SUSTENTA.
6º- A Verdade que Liberta é O
CRISTO DOS EVANGELHOS.
7º- A Verdade que Liberta é
INCONTESTÁVEL.
8º- A Verdade que Liberta é
RENOVADORA.
A Verdade que liberta é: “O Cristo dos Evangelhos”.
INTRODUÇÃO:
Quero
falar do Cristo que se descobre em todos os tempos e relacionar esse
descobrimento com uma espiritualidade que muda e se “ACOMODA” às necessidades
do homem em todos os lugares. Ambas me parecem importantes e promovem na humanidade
um crescimento emocional e espiritual constante para que esse Cristo possa
ir-se revelando e o véu seja rasgado a fim de que a “VERDADE QUE LIBERTA’ seja
compreendida, aceita e praticada de um modo definitivo.
O
Cristo que se descobre é sempre uma novidade que a princípio parece uma heresia,
mas com o decorrer do tempo se torna o próprio “EVANGELHO”, ou seja, se torna
numa “BOA NOTÍCIA” que vai gerar renovo e criar novas esperanças no meio do
povo que crê, exige e questiona a essência da ‘VERDADE’.
Ao
relacionar esse novo conhecimento de Cristo com a espiritualidade, o homem toma
posse de uma nova visão espiritual que o impulsiona a um novo nivel de gnose,
gerando uma vida superior onde a “FÉ” toma novos sentidos e avança no
conhecimento e na prática da vontade do “CRIADOR” revelada pelo “CRISTO DOS
EVANGELHOS’.
“ASSIM
A FÉ É SEMPRE UM ESTADO TRANSITÓRIO QUE ACABA DANDO ESPASSO PARA O CONHECIMENTO
QUE GERA O PROGRESSO CIENTÍFICO”. (P/AViS-22-09-65- em Serões de Meditação).
UM
CRISTO OCULTO:
“Isto
vos tenho dito, estando ainda convosco; mas o Consolador, o Espírito Santo, a
quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará
lembrar de tudo o que vos tenho dito”. (João 14.25).
Jesus
prometeu o envio de outro consolador, garantindo que não nos deixaria órfãos.
Ele falou também muitas coisas que a humanidade ainda não podia entender e que
mesmo os discípulos mais chegados não conseguiriam reter em suas mentes. Por
isso o novo Consolador nos faria lembrar e não só lembrar mas Ele também nos
ensinaria muitas coisas novas durante o período em que estaríamos aguardando a
volta de JESUS.
Assim
falar de um redescobrimento do “CRISTO DOS EVANGELHOS’ está sempre em ordem. Precisamos
descobrir e redescobrir esse “CRISTO” todos os dias, assim como a “PALAVRA
REVELADA’ é nova a cada manhã.
Ao
falar de um descobrimento de Cristo estamos afirmando que ele estava escondido,
possivelmente por nós mesmos, através de nossas tradições, costumes ou
interesses. Precisamos entender que redescobrir o “CRISTO DOS EVANGELHOS’ é sempre um desafio que exige renúncias de
princípios que adotamos e julgamos ser a última palavra a respeito da “VERDADE”
e por isso não nos agrada entender que o entendimento do nosso irmão que
diverge do nosso pode conter verdades
que precisam ser consideradas para que novas luzes possam iluminar a nossa
caminhada. Com isto acabamos ocultando a “VERDADE QUE LIBERTA” que é o próprio
“CRISTO”.
“Descobrir
o Cristo, a cada dia, significa redescobrir o “CRISTO DOS EVANGELHOS”.
DESCOBRINDO
CRISTO NO PRÓXIMO:
“E eis que certo homem, intérprete da Lei, se levantou
com o intuito de pôr Jesus à prova e disse-lhe: Mestre, que farei para herdar a
vida eterna? Então, Jesus lhe perguntou: Que está escrito na Lei? Como
interpretas? A isto ele respondeu: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu
coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu
entendimento; Amará o teu próximo como a ti mesmo. – Então, Jesus lhe disse:
Respondeste corretamente; faze isto e viverás. Ele, porém, querendo
justificar-se, Perguntou a Jesus: Quem é o meu próximo?”. – -
Este encontro, permitiu que
Jesus nos deixasse uma linda lição sobre quem é o nosso próximo. Para dar
resposta a esse homem, Jesus contou a inspiradora Parábola do Bom Samaritano.-
(Lucas 10.25-37).
O que Jesus queria dizer com isso?- Que muitos
como o Fariseu , o Sacerdote e o Levita que eram os intelectuais da época
ficariam sem entender a profundidade da filosofia Cristã ao passo que homens
simples como o Samaritano que não tinha cultura , mas possuía um bem inestimável
que era o coração bem formado para o amor ao semelhante.
O
Samaritano não perguntou, não investigou, não suspeitou, apenas ajudou. Não lhe
interessou saber se o pobre irmão possuía esta ou aquela posição social esta ou
aquela religião se era rico ou pobre. Somente viu nele um irmão necessitado de
auxilio imediato.
Então o Samaritano foi misericordioso . Não
julgou mal. Foi paciente, foi benigno .Não se conduziu inconvenientemente, não
procurou interesses pessoais, não se exasperou, não se sentiu superior,
entristeceu-se com a injustiça. Como diz o Apóstolo São Paulo: O AMOR È O DOM
SUPREMO.
O
Samaritano não falava a língua dos anjos, não profetizava, não demonstrava
conhecer ciências e filosofias,
entretanto foi realmente o Anjo do Próximo, como disse Jesus.
PELA SIMPLICIDADE DO EVANGELHO:
A singeleza sem igual do Evangelho de Jesus Cristo, cuja mensagem
descomplicada e clara, posta em linguagem simples e compreensível, faz com que
seja entendido até pelas crianças. A resposta ao Evangelho precisa estar
imbuída de uma fé igualmente simples, sem ser simplista. No entanto, inúmeras
pessoas, dentro e fora das igrejas, não conseguem ou não querem entender que as
exigências esdrúxulas e mirabolantes que muitas vezes são apresentadas como mensagens
“evangélicas” não passam de tábua rasa do legalízimo com verniz religioso, nada
tendo a ver com o verdadeiro Evangelho de Cristo.
Se o Evangelho fosse complicado, talvez seria mais palatável aos afeitos a
enfrentar desafios difíceis. Se dependesse de grandes exercícios intelectuais,
talvez fosse considerado suficientemente culto aos que se gloriam do próprio
saber. Se dependesse de investimento financeiro e pudesse ser comprado numa
apólice, talvez os ricos estivessem dispostos a pagar grandes somas pelas suas
bênçãos.
Se o Evangelho dependesse de esforços pessoais para recebimento do
perdão de pecados, não seria “boas novas”. O Evangelho tem uma marca indelével:
tudo o que tinha de ser feito para o reatamento da nossa comunhão com Deus foi
realizado definitivamente por Jesus! O próprio Jesus, no patíbulo da cruz,
bradou: “Está consumado!”.
Essa é a boa notícia: o Evangelho “é o poder de Deus para salvação de
todo aquele que crê”. Jesus disse: “Arrependei-vos e crede no Evangelho” (Rm
1.16; Mc 1.15). Desse modo, o que Deus requer de cada pessoa é a simplicidade
da fé devida ao Evangelho, a mensagem das “boas novas” de que somos salvos pela
graça de Deus; não algo a ser explorado para proveito próprio, como temos visto
hoje em dia.
Infelizmente, alguns líderes religiosos abusam
da credulidade do povo e se aproveitam da disposição humana de achar-se
“merecedor” de bênção. Em vez de levarem as pessoas ao exercício de uma fé
simples e descomplicada em Deus, complicam tudo ao remetê-las a uma caminhada
de luta baseada em esforço pessoal, que para nada aproveita. Bem disse o sábio
Salomão: “Tudo o que eu aprendi se resume nisto: Deus nos fez simples e direitos, mas nós complicamos tudo” (Ec 7.29).
O exemplo de Naamã, o famoso comandante do
exército da Síria, que havia contraído lepra, é sintomático. Por causa da
doença, seu prestígio estava minguando e ele tinha pouco tempo de vida. Nisso,
uma menina escrava apresentou a mensagem de que havia em Israel um profeta de
Deus que podia curá-lo. Ciente disso, ele juntou presentes finos e muito
dinheiro, e partiu ao encontro do profeta.
O profeta Eliseu lhe disse: “Vai, lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne será restaurada, e
ficarás limpo”. Mas Naamã, decepcionado e indignado, filosofou toda a sua
frustração: “Pensava eu que ele sairia a ter comigo, por-se-ia de pé, invocaria
o nome do Senhor, seu Deus, moveria a mão sobre o lugar da lepra e restauraria
o leproso”. Mas os seus oficiais lhe disseram: “Meu pai, se te houvesse dito o
profeta alguma coisa difícil, acaso, não a farias? Quanto mais, já que apenas
te disse: Lava-te e ficarás limpo”.
A mensagem era simples, franca e direta. Tudo o que ele tinha de fazer
era banhar-se sete vezes no rio Jordão. Convencido pelos oficiais, Naamã fez o
que dissera o profeta, obtendo sua cura. Depois disso, afirmou: “Reconheço que
em toda a terra não há Deus, senão em Israel”. (Leia 2 Re 5.1-15).
Em suma, enquanto o profeta de Deus queria que Naamã exercesse uma fé
simples em Deus, este queria espetáculo. Mas foi só depois de fazer “consoante
a palavra do homem de Deus” é que Naamã recebeu a bênção.
A Bíblia diz que “a fé vem pelo ouvir a palavra de Deus”, não a
loquacidade humana. Jesus disse: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda
palavra que procede da boca de Deus” (Rm 10.17; Mt 4.4). Sendo assim, quando
alguma mensagem sugerir algo que a Palavra de Deus não autoriza, desconfie.
Quando alguém pregar que a sua fé precisa de um malabarismo religioso
para receber cura; quando lhe disserem para se utilizar de alguma “simpatia”,
como se tal coisa pudesse proteger a sua vida; quando tentarem extorquir
dinheiro em troca de bênçãos; quando disserem para colocar sal grosso na casa
para expulsar os maus fluidos; quando tentarem atribuir a responsabilidade de seus
pecados a “encostos”; quando quiserem vender qualquer coisa (rosas, azeite,
sal, fita etc.) para “abrir portas” a fim de receber alguma bênção; sim,
desconfie, pois essas coisas são tentativas engenhosas de pantominizar o
Evangelho, mas sendo tropeço aos pequeninos e escândalo aos símplices.
O Evangelho de Jesus é simples, mas deveras exigente; é de graça, mas
não barato. A porta é apertada; e o caminho, estreito e sem atalhos. Viva a
simplicidade do Evangelho! – Samuel Câmara –
Samuelcamara.blogspot.com.br
CONCLUSÃO:
Um coração endurecido.
Leia Marcos 8.14-21.
Quando
assistia a um documentário na televisão, aprendi que os problemas no ritmo
cardíaco podem ser causados, em alguns casos, por células cardíacas mortas.
Isso pode ocorrer tanto por causas internas quanto externas. Elas passam a não
conduzir os impulsos elétricos pelo caminho correto e predeterminado. Do mesmo
modo, o coração espiritual pode ficar danificado. Se permitirmos, os ferimentos
emocionais e as ofensas pessoais podem endurecer nosso coração com o tempo. As
observações insensíveis que às vezes fazemos aos outros podem magoá-los e
levá-los a também endurecer seus corações. Um coração endurecido está
espiritualmente enfraquecido e não funciona como deveria. Jesus sugeriu que o coração
endurecido impede a fé, o discernimento e o entendimento. Até onde sei, as
células mortas em um coração físico não podem ser regeneradas. Mas o mesmo não
acontece com nosso coração espiritual. A graça de Deus cria em nós um coração
puro, novo e perfeito quando reconhecemos nossa necessidade e clamamos ao
Senhor.
Oração: Amado Deus, abranda meu coração quando a dureza
estiver prejudicando meu relacionamento conTigo e com meu próximo. Restaura em
mim um coração espiritual saudável. Em nome de Jesus. Amém.
-Kenneth Athon (Indiana, EUA) -- No Cenáculo de 25/09/2009..
“QUEM É O MEU PRÓXIMO?”
Esta é a
pergunta que a Igreja precisa responder
em todos os tempos. Descobrir a origem dos necessitados (dos pobres)
exige um árduo exercício antropológico para aqueles que desejam explicar e
permanecer descomprometido com a proposta do Reino de Deus. Mas se torna
singelo se, à semelhança do samaritano, queremos nos comprometer e dar solução. Não
falo nisso apenas pensando na Igreja que acolhe os pobres ou talvez nem sempre
seja assim, os pobres se abrigam muitas vezes até sem ser acolhidos. Falo
pensando nos poucos e poderosos grupos
que detem as riquezas mundiais, falo pensando nas grandes nações que detem o poder
de determinar o rumo da economia mundial, falo pensando naqueles que estão
morrendo pelo excesso de nutrição em detrimento daqueles que estão morrendo
pela carência de nutrição (alimentação básica...), estou falando daqueles que
gastam milhões de dólares em reuniões para resolver os grandes problemas da
humanidade que encerram as reuniões sem soluções, protelando as decisões para
uma outra oportunidade, quando, às custas dos recursos do povo, voltarão a
reunir visando atender, entre outras coisas, os seus interesses particulares.
Contudo não
amenizo a responsabilidade da verdadeira Igreja de Cristo que no meio desta
geração corrompida tem a responsabilidade profética de denunciar com palavras e
atos este estado de coisa. A resposta do Jesus dos Evangelhos é simples. Sua
resposta não se envolve com atos e posturas triunfalista, teologias
sofisticadas que mais servem para destacar lideranças do que mesmo propor
soluções para as grandes causas da humanidade.
O Cristo dos Evangelhos é simplesmente o Jesus de Nazaré, que deixa tudo
para trás e se move de cidade em cidade cumprindo a sua missão. Assim a Igreja
é desafiada a uma peregrinação constante em busca dos homens em geral. A missão da Igreja
não é outra que a missão de JESUS: Miquéias anunciou “Praticar o direito e a
justiça é caminhar, sem triunfalismo por uma parte, e sem complexos de
inferioridade por outro, senão humildemente, na presença de teu Deus”, e as
margens do Jordão o próprio JESUS declarou:
“O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo
que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista
aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do
Senhor. (Lucas 4.18-19)”.
FINALMENTE: “QUEM É O CRISTO DO
EVANGELHO?”
A
partir desta proposta fundamental, entre outras tantas passagens, que dão uma
esperança aos pobres de que o Reino de Deus se aproxima e que eles, os pobres, são afortunados porque
deles será esse Reino. Entendendo o Reino de Deus, como Jesus propõem, vamos
para esse Deus que convoca tanto os ricos como os pobres, para exercitar um
nova e renovada “FÉ” e assim assumir sua co-responsabilidade com toda a
humanidade e voltar a viver a alegria de uma “FÉ” capaz de transformar vidas e
a própria humanidade.
Quando isso ocorre, a vida muda seu sentido
e até seu gozo; o Evangelho é Boa Notícia; Cristo volta a ser Jesus de Nazaré.
A vida dos crentes, no mundo de hoje, se torna um prolongamento de Jesus. Essa
nova vida já não vai acompanhado do velho triunfalismo eclesial, senão da
sobriedade sem medo da “Verdade que Liberta”.
A vida torna-se um caminhar com profundo
sentido, não porque nós cristãos tenhamos já soluções para tudo; mas porque,
objetivamente, sabemos a direção para a qual nos movemos: o Reino de Deus; e
subjetivamente, porque nos pomos a serviço da vida.
O fruto da Igreja depende da decisão de
fazer o que o profeta Miquéias dizia: “Praticar o
direito e a justiça é caminhar, sem triunfalismos por uma parte, e sem
complexos de inferioridade por outra, senão humildemente, com teu Deus”.
Fazendo o Reino de Deus, como Jesus, vamos para esse Deus. Desta maneira, os
crentes e as Igrejas assumem sua co-responsabilidade humana e vivem o gozo de
sua fé.
Só assim
podemos ver em Jesus alguém que nos comunica uma nova força interior, renova
nossas esperanças e que nos faz mudar, pessoal e grupalmente, de homens
escravizados pelo medo para homens livres, livres para esperar, para se unir e
para lutar. Agora aquelas cenas de curas se repetem: em contato com Jesus, os
enfermos deixam de ser doentes; Jesus lhes dá razão para viver, e eles entendem
o verdadeiro sentido das palavras: tua fé te salvou.
A Igreja precisa assumir a missão de
JESUS: Lc
4,18-19: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a
unção, para anunciar a Boa Nova aos pobres, enviou-me para proclamar a
libertação aos presos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os
oprimidos, e para proclamar um ano de graça do Senhor”.
Embora não
seja fácil compreender como Jesus é visto como libertador, podemos entendê-lo
como alguém que liberta no mais profundo do seu coração, liberta-os de suas
angústias, resignação, individualismos, desespero. Passamos a ver em Jesus
alguém que nos comunica uma força interior que nos faz mudar, pessoal e
grupalmente, de homens amedrontados para homens livres, livres para esperar,
para se unir, para lutar.
Agora entra em cena o verdadeiro JESUS,
portador de um novo Evangelho aos pobres e ricos convertidos. Ele mesmo, se torna a nova “Boa Notícia”. A
partir daí se adquire novos olhos para ler o Evangelho e compreender o Jesus
dos Evangelhos; a partir de um enfoque, onde os pobres não são apenas os
necessitados, mas todos aqueles que estão cansados e oprimidos, muitas vezes
pelas suas próprias riquezas materiais – e aqui, nos é permitida uma frase
chocante:
–
“supera-se um certo analfabetismo de não saber ler o
Evangelho”.
O redescobrimento de Cristo se torna
possível, devido à relação encontrada
entre Jesus e os povos, mediada pela mensagem da Boa Notícia de Jesus a todos
os homens sem distinção de raça, cor, religião e condições sociais, econômicas
do nosso tempo.
Cada um há de questionar a si
mesmo: “COMO PODEREI SER FELIZ SE A MINHA FELICIDADE CONSTRANGE AO MEU IRMÃO?”.
(P/AViS- Primavera de 1998).
“Lembremo-nos
do Samaritano.
O maior
Dom é o amor.
O Samaritano possuía esse Dom.
Façamos nós o mesmo.”
O
PROJETO AMOR JAMAIS DEVERÁ SE CONSTITUIR NUMA INSTITUIÇÃO PARA QUALQUER FIM. O
SEU OBJETIVO É CONTRIBUIR PARA QUE AS PESSOAS ALCANSEM O “CRESCIMENTO EMOCIONAL
E ESPIRITUAL PELA A AÇÃO DO ESPÍRITO SANTO’ E DESENVOLVAM ATIVIDADES VOLUNTÁRIAS
EM SUAS COMUNIDADES,
QUE PODERÃO SER RELIGIOSAS OU NÃO.
“Que
o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde
para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! –
(Alfredopam)”
(Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAM-CVL.
Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se apenas a citação da fonte:
PAM-CVL-Alfredopam).
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