sexta-feira, 21 de junho de 2013



20/06/2013- Quinta Feira –Trecentésima Trigésima Quinta Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará”. (João 8.32).

A Verdade que Liberta é:

a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.

A Mensagem do Dia:

NÃO IMPORTA. Não importa se alguns intelectuais ou cientistas e os materialistas, afirmam que em breve a palavra do Senhor não passará de uma mitologia para a humanidade. Mesmo que a fé desapareça da terra, o homem continuará sentindo sede da verdade e a buscará e muitos a encontrarão justamente na fonte rejeitada que será a Bíblia dos Cristãos, Judeus e Islâmicos que nunca deixará de ser lâmpada para os pés e luz para o caminho daqueles que confiam no Deus Altíssimo (Salmo 119.105). –(P/AViS- 22/05/2002)- Quinta Feira  - 09/05/2013- Quinta Feira.

Notas e Reflexões:
(Como prometemos no mês de agosto de 2012, a partir do mês de setembro estariamos publicando a verdadeira história do “Projeto Amor: Cristo, Verdade que Liberta”. Assim todas as quintas feiras  estamos publicando nessa sessão parte de sua história).
GRUPOS DE CRESCIMENTO.
BASES PARA A FORMAÇÃO.

Tomamos como base para a formação de um Cristão capaz de entender e vivenciar a “Verdade que Liberta” quatro áreas fundamentais:

Primeira área- Dez (10) Metas a serem alcançadas;
Segunda área- Dez (10)  credos a serem confessados;
Terceira área- Dez (10) Virtudes a serem vivenciadas;
Quarta área- Oito (8) Princípios Teologais a serem objetivos de estudos profundos e reflexões demoradas.

Dez (10) Virtudes a serem vivenciadas;

1- São consideradas virtudes fundamentais apontadas pelos presentes estatutos: a sinceridade; a justiça; a verdade; o respeito ao próximo e a natureza criada pelo Altíssimo, assim como os próprios homens e mulheres; tolerância; o juramento; a ordem; obediência. humildade; e a honestidade.
2- Estas 10 virtudes deverão ser ensinadas pelas escolas, pelas religiões e por todas entidades que de alguma modo visem a formação do caráter do cidadão. Elas estarão registradas de muitas formas a fim de facilitar a todos a sua assimilação. Deverão ser cantadas em versos e prosas por toda a comunidade.
3- O ensinamento destas virtudes deverá seguir as orientações que se seguem: 

3ª- A Verdade.

Introdução.
“Conhecereis a Verdade... (31) Jesus dizia pois aos judeus que criam nele: se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; (32) E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (33) Responderam-lhe; Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes Tu: Sereis livres? (34) Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. (35) Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. (36) Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (João 8. 31-36).

Amados irmãos e irmãs, sinto-me grato pelo privilégio de estar escrevendo para vocês estas coisas que o Espírito Santo de Deus tem me revelado nestes últimos cinqüenta anos. Aqui destaco a juventude que se interessa por essas coisas. Sempre me inspira estar cercado de jovens adultos da Igreja, e vocês me inspiram a declarar como JESUS:  “Passará o Céu e a terra porem as minhas palavras não passarão”. Vocês moram espalhados pelo mundo inteiro e de modo muito belo representam o futuro e a força da Igreja. Graças a seus desejos justos e seu comprometimento de seguir o Salvador, a perenidade da Igreja está garantida, e as portas do inferno não prevalecerão sobre a “Verdadeira Igreja de Cristo” e o futuro do Cristianismo parece garantido.

O que é a verdade?

O que é a verdade? Nos momentos finais de Sua vida, o Salvador foi levado perante Pôncio Pilatos. Os anciãos dos judeus haviam acusado Jesus de traição e rebelião contra Roma e insistiam que Ele fosse condenado à morte.
Quando Pilatos se viu face a face com o Homem da Galileia, ele perguntou: “Tu és rei?”
Jesus respondeu: Para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.”3
Não sei que tipo de homem era Pilatos, nem sei no que ele estava pensando. Porém, imagino que ele era muito instruído e tinha visto grande parte do mundo.
Sinto um ceticismo enfadado na resposta de Pilatos. Ouço em suas palavras a voz de um homem que já fora um idealista, mas que, depois de muita experiência de vida, parecia ter se tornado um pouco indiferente e até cansado.
Não creio que Pilatos estava encorajando um diálogo ao responder com poucas palavras: “Que é a verdade?”4
Para ampliar a questão, imagino que ele estivesse realmente perguntando: “Como seria possível alguém conhecer a verdade?”
E essa é a uma pergunta para todas as épocas e para todas as pessoas.

“Cada um vê a verdade que pode.”
Há bem mais de um século, um poeta americano transformou em versos uma antiga parábola. A primeira estrofe do poema fala sobre:
Seis homens do Hindustão,
Muito ávidos por aprender
Quiseram conhecer o Elefante
Embora, cegos, não o pudessem ver
Pelo que observaram,
Sua mente procuraram satisfazer.
No poema, cada um dos seis viajantes pegou uma parte do elefante e descreveu para os outros o que havia descoberto.
Um dos homens encontrou as patas do elefante e o descreveu como sendo redondo e áspero como uma árvore. Outro sentiu as presas e descreveu o elefante como uma lança. Um terceiro agarrou a cauda e insistiu que o elefante se parecia com uma corda. Um quarto descobriu a tromba e afirmou que o elefante era como uma grande cobra.
Cada um deles descrevia a verdade.
E como sua verdade se baseava em uma experiência pessoal, cada qual insistia que tinha conhecimento do que sabia.
O poema conclui, dizendo:
Então aqueles homens do Hindustão
Por muito tempo ficaram a debater,
cada qual com sua própria opinião a defender
Sem querer ceder,
Embora cada um deles estivesse certo, em parte,
Todos estavam errados em seu parecer!1
Vemos essa história, à distância, e sorrimos. Afinal, sabemos qual é a aparência de um elefante. Já lemos a respeito deles, nós os vimos em filme, e muitos já os vimos com nossos próprios olhos. Cremos saber a verdade sobre o que é um elefante. O fato de alguém fazer um juízo com base em um único aspecto da verdade e aplicá-lo ao todo parece absurdo e até inacreditável. Por outro lado, será que nos reconhecemos naqueles seis homens cegos? Será que já fomos culpados de seguir esse mesmo padrão de pensamento?
Suponho que o motivo de essa história ter-se mantido tão popular em muitas culturas ao longo de tantos anos seja sua aplicação universal. O Apóstolo Paulo disse que neste mundo a luz é obscura e vemos apenas parte da verdade, como se olhássemos “por espelho, em enigma”.2 Contudo, parece fazer parte de nossa natureza humana adotar pressupostos em relação a pessoas, política e religião, com base em nossa experiência pessoal, que muitas vezes é equivocada e incompleta.

LEITURA ALTERNATIVA.
(Dieter F. Uchtdorf)

Lembro-me da história de um casal que estava casado havia 60 anos. Raramente brigaram em todo aquele tempo, e os dias que passaram juntos foram cheios de felicidade e contentamento. Compartilhavam tudo e não tinham segredos entre eles: exceto um. A mulher tinha uma caixa que guardava no alto da dispensa, e ela disse ao marido que ele não deveria olhar dentro dela enquanto fossem casados.
À medida que as décadas se passaram, chegou um momento em que o marido pegou a caixa e perguntou se poderia finalmente saber o que ela continha. A mulher consentiu, e ele a abriu, descobrindo duas toalhinhas de crochê e 25.000 dólares. Quando ele perguntou o que aquilo significava, ela respondeu: “Quando nos casamos, minha mãe me disse que sempre que ficasse brava com você ou sempre que você dissesse algo de que eu não gostasse, eu deveria tricotar uma toalhinha de crochê e depois conversar com você sobre o assunto.
O marido ficou comovido até ficar em lágrimas com aquela meiga história. Ficou admirado de que nos 60 anos de casamento ele tivesse incomodado a esposa apenas o suficiente para que ela tricotasse duas toalhinhas de crochê. Sentindo-se extremamente bem a respeito de si mesmo, pegou a mão da mulher e disse: “Isso explica as toalhinhas, mas e quanto aos 25.000 dólares?”
A esposa sorriu docemente e disse: “Esse é o dinheiro que ganhei vendendo todas as toalhinhas que tricotei ao longo dos anos”.
Essa história não apenas ensina uma forma interessante de lidar com as diferenças no casamento, mas também ilustra a insensatez de tirar conclusões apressadas com base em informações limitadas.
Muito frequentemente as “verdades” que contamos a nós mesmos são meros fragmentos da verdade, e às vezes não correspondem de forma alguma à verdade.
Gostaria hoje de falar sobre a verdade. Ao fazê-lo, peço que ponderem sobre a seguinte questão: “É realmente possível conhecer a verdade?”

Pode Alguém Conhecer a Verdade?

Agora, pode alguém conhecer a verdade? Algumas das maiores mentes que já viveram nesta Terra tentaram responder a essa pergunta. A natureza ilusória da verdade foi um tema favorito dos grandes poetas e contadores de história do passado. Shakespeare parecia estar particularmente fascinado por ela. Da próxima vez que lerem uma das tragédias de Shakespeare, observem com que frequência a trama se baseia na incompreensão de uma verdade importante.
Nunca na história do mundo tivemos acesso tão fácil a tantas informações: algumas verdadeiras, algumas falsas e grande parte delas parcialmente verdadeiras.
Consequentemente, nunca na história do mundo foi tão importante aprender a discernir corretamente a verdade do erro.
Parte de nosso problema na busca da verdade é que a sabedoria humana nos desapontou com muita frequência. Temos incontáveis exemplos de coisas que a humanidade “sabia” serem verdadeiras, mas que se provaram falsas.
Por exemplo, apesar de outrora ter sido consenso geral, o mundo não é plano.As estrelas não giram em torno da Terra. Comer um tomate não causa morte instantânea. E, é claro, o homem realmente consegue voar — até mesmo quebrar a barreira do som.
As escrituras estão repletas de histórias de homens e mulheres que interpretaram erroneamente a “verdade”.
No Velho Testamento, Balaão não conseguiu resistir ao “prêmio da [iniquidade]”5 oferecido pelos moabitas. Assim, se convenceu a acreditar em uma nova verdade e a ajudar os moabitas a levar os israelitas à maldição por meio da imoralidade e da desobediência.6
O apóstata Corior, depois de desviar muitos da verdade, confessou que o diabo o enganara a ponto de ele realmente acreditar que estava dizendo a verdade.7
No Livro de Mórmon, tanto os nefitas quanto os lamanitas acreditaram em suas próprias “verdades” uns em relação aos outros. A “verdade” dos nefitas sobre os lamanitas era a de que eles eram “um povo selvagem, feroz e sanguinário”,8 incapazes de aceitar o evangelho. A “verdade” dos lamanitas em relação aos nefitas era a de que Néfi havia roubado a primogenitura de seu irmão e que os descendentes de Néfi eram mentirosos que continuavam a privar os lamanitas de seus direitos.9 Essas “verdades” alimentaram seu ódio mútuo até acabar por consumi-los.
Não é preciso dizer que há muitos exemplos no Livro de Mórmon que contradizem esses dois estereótipos. Mesmo assim, nefitas e lamanitas acreditaram nessas “verdades” que moldaram o destino daquele povo outrora poderoso e belo.

A Natureza Humana e a Verdade

De certa forma, todos somos susceptíveis a pensamentos estranhos.
As “verdades” a que nos apegamos moldam a qualidade de nossa sociedade e nosso caráter individual. No entanto, com frequência essas “verdades” se baseiam em evidências incompletas ou imprecisas, e servem a motivações bem egoístas.
Parte do motivo do juízo equivocado advém da tendência da humanidade de obscurecer a linha demarcatória entre crença e verdade. Com muita frequência confundimos crença com verdade, achando que se algo faz sentido ou é conveniente, deve ser verdade. Por outro lado, às vezes deixamos de acreditar na verdade ou a rejeitamos porque ela exige que mudemos ou que admitamos estar errados. Com frequência, a verdade é rejeitada porque não parece ser coerente com o que vivenciamos antes.
Quando as opiniões, ou “verdades”, de outros contradizem as nossas, em vez de levar em consideração a possibilidade de haver informações que poderiam ser úteis e que ampliariam ou complementariam o que sabemos, com frequência tiramos conclusões apressadas ou fazemos suposições de que a outra pessoa está mal-informada, mentalmente perturbada ou até conscientemente mal-intencionada.
Infelizmente, essa tendência pode se espalhar para todas as áreas de nossa vida: desde os esportes até os relacionamentos familiares, e da religião à política.

Ignaz Semmelweis

Um exemplo trágico dessa tendência é a história de Ignaz Semmelweis, um físico húngaro que praticava a medicina em meados do século XIX. Bem no início de sua carreira, o Dr. Semmelweis descobriu que 10 por cento das mulheres que o procuravam em sua clínica morriam de febre de parto, ao passo que o índice de mortalidade de uma clínica vizinha era menos de 4 por cento. Ele decidiu pesquisar o motivo.
Depois de investigar as duas clínicas, o Dr. Semmelweiss concluiu que a única diferença significativa era que sua clínica era de ensino, no qual os cadáveres eram examinados. Ele observou que os médicos saíam diretamente da autópsia para a sala de parto, e concluiu que de alguma forma os cadáveres contaminavam as mãos deles e causavam febres mortais.
Quando começou a recomendar que os médicos lavassem a mão com solução de cal clorada, seu conselho foi recebido com indiferença e até escárnio. As conclusões dele contradiziam as “verdades” dos outros médicos. Alguns de seus colegas até acreditaram ser absurdo achar que a mão de um médico pudesse ser impura ou causar doenças.
Mas Semmelweis insistiu e até criou uma regra para os médicos de sua clínica de lavar as mãos antes de realizar partos. Consequentemente, o índice de mortalidade prontamente caiu em cerca de 90 por cento. Semmelweis sentiu que sua conclusão fora comprovada e tinha certeza de que aquela prática passaria a ser adotada por toda a comunidade médica. Mas estava enganado. Seus resultados extraordinários não foram suficientes para mudar o modo de pensar de muitos médicos da época.

É Possível Conhecer a Verdade?

Um ponto importante em relação à verdade é que ela existe a despeito da crença. Ela é verdade mesmo que ninguém acredite nisso.
Podemos dizer que o oeste é norte e que o norte é oeste o dia inteiro e até acreditar nisso de todo o coração, mas se, por exemplo, quisermos voar de Quito, Equador, para a cidade de Nova York, nos Estados Unidos, a única direção que nos levará até lá é norte; ir para o oeste simplesmente não conseguirá fazê-lo.
Evidentemente, isso é só uma simples analogia da aviação. Contudo, existe de fato uma coisa chamada verdade absoluta — inegável e imutável -(incontestável).
Essa verdade difere da crença. Difere da esperança. A verdade absoluta não depende da opinião pública ou da popularidade. As votações não podem abalá-la. Nem mesmo a inesgotável autoridade do endosso de uma celebridade pode mudá-la.
Então, como encontramos a verdade?
Creio que nosso Pai Celestial fica contente com Seus filhos quando eles usam seus talentos e faculdades mentais para diligentemente descobrir a verdade. Ao longo dos séculos, muitos homens e mulheres sábios — usando a lógica, o raciocínio, a pesquisa científica e, sim, por meio da inspiração — descobriram a verdade. Essas descobertas enriqueceram a humanidade, melhoraram nossa vida e inspiraram alegria, assombro e admiração.
Mesmo assim, as coisas que achávamos que sabíamos estão continuamente sendo ampliadas, modificadas ou até refutadas por estudiosos empreendedores que buscam compreender a verdade.
Como sabemos, é difícil separar o que é verdade do que é nossa própria vivência. Para piorar as coisas, temos um adversário, “o diabo [que] anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”.10
Satanás é o grande enganador, “o acusador [dos] irmãos”,11 o pai de todas as mentiras,12 que continuamente procura enganar para nos derrubar.13
O adversário tem muitas estratégias astutas para impedir os mortais de conhecer a verdade. Ele oferece a crença de que a verdade é relativa; apelando para o nosso senso de tolerância e justiça, ele mantém a verdade real oculta, argumentando que a “verdade” de uma pessoa é tão válida quanto a de qualquer outra.
A alguns, ele instiga a crer que há uma verdade absoluta em algum lugar, mas que é impossível conhecê-la.
Para os que já abraçaram a verdade, sua principal estratégia é espalhar sementes de dúvida. Por exemplo: ele faz com que muitos membros da Igreja caiam quando descobrem informações sobre a Igreja que parece contradizer o que aprenderam anteriormente.
Se vivenciarem um momento assim, lembrem-se de que nesta era da informação há muitos que criam dúvidas sobre tudo e sobre todos, em qualquer época e em qualquer lugar.
Vocês até encontrarão aqueles que ainda alegam que temos provas de que o mundo é plano, de que a Lua é um holograma e de que certos astros do cinema são alienígenas de outro planeta. E sempre é bom ter em mente que o simples fato de algo ter sido impresso, aparecer na Internet, ser frequentemente repetido ou ter um forte grupo de seguidores não transforma isso em verdade.
Às vezes alegações ou informações falsas são apresentadas de forma a parecerem muito verossímeis. Contudo, quando se depararem com informações que conflitem com a palavra revelada de Deus, lembrem que os homens cegos da parábola do elefante nunca conseguiam descrever precisamente a verdade completa.
Simplesmente não conhecemos todas as coisas — não podemos ver tudo. O que hoje pode parecer contraditório pode ser perfeitamente compreensível se pesquisarmos e recebermos mais informações dignas de confiança. Como vemos por um espelho embaçado, temos que confiar no Senhor, que vê todas as coisas claramente.
Sim, nosso mundo está cheio de confusão. Mas no final todas as nossas perguntas serão respondidas e todas as nossas dúvidas substituídas pela certeza. E isso é porque existe uma fonte de verdade que é completa, correta e incorruptível. Essa fonte é nosso infinitamente sábio e onisciente Pai Celestial. Ele conhece a verdade como era, como é e como será.14 “Ele compreende todas as coisas (…); e ele está acima de todas as coisas e em todas as coisas (…) e ao redor de todas as coisas; e todas as coisas existem por ele e dele.”15
Nosso amoroso Pai Celestial oferece Sua verdade a nós, Seus filhos mortais.
Qual é essa verdade?
É o Seu evangelho. É o evangelho de Jesus Cristo. Jesus Cristo é “o caminho, a verdade e a vida”.16
Se pelo menos tivermos coragem e fé suficientes para trilhar Seu caminho, ele nos conduzirá à paz no coração e na mente, a um significado duradouro na vida, à felicidade neste mundo e alegria no mundo vindouro. O Salvador “não está longe de cada um de nós”.17 Temos Sua promessa de que se O buscarmos diligentemente, nós O encontraremos.

Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”


(Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAM-CVL. Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se  apenas a citação da fonte: PAM-CVL-Alfredopam).

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