07/02/2014- Sexta Feira. – PAM: Cristo, Verdade que
Liberta.
06.7ªfase.2013.15agom21. – Portais da Espiritualidade.
A MENSAGEM DO DIA:
PARA QUE TODOS SEJAM UM. - Cristo
Jesus tem a glória, manifestação da divindade, porque é Deus, igual ao Pai. O
Filho é Deus igual ao Pai, e desde a Sua Encarnação e nascimento,
principalmente na Sua Morte e Ressurreição, manifestou a Sua divindade: “Vimos
a Sua glória, glória como de Unigênito do Pai” (Jo 1, 14). A glória e a
justificação pela graça apareceu na Sagrada Escritura estreitamente unidas:
‘Aqueles que Deus predestinou também os chamou. E aqueles que chamou também os
justificou, e aqueles que justificou também os glorificou’ (Rm 8, 30). A
transformação pela graça consiste em que os cristãos se tornam cada vez mais
semelhantes a Cristo, que é a imagem do Pai (cfr 2 Cor 4, 4; Hb 1, 2-3.
(Alfredopam- 01/01/2013)
Para a Sua Reflexão:
(Jo
17, 20-26)
“20 Não rogo somente por eles, mas pelos que, por meio de sua palavra, crerão em mim: 21 a fim de que todos sejam um. Como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, que eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. 22 Eu lhes dei a glória que me deste para que sejam um, como nós somos um: 23 Eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade e para que o mundo reconheça que me enviaste e os amaste como amaste a mim. 24 Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estou, também eles estejam comigo, para que contemplem minha glória, que me deste, porque me amaste antes da fundação do mundo. 25 Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci e estes reconheceram que tu me enviaste. 26 Eu lhes dei a conhecer o teu nome e lhes darei a conhecê-lo, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles e eu neles”.
Em Jo 17, 20- 21 diz: “Não rogo somente por eles, mas pelos que, por meio de sua palavra, crerão em mim: a fim de que todos sejam um. Como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, que eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste”.
“À Igreja, pela qual Cristo pede, pertencem todos aqueles que ao longo dos séculos hão de crer n’Ele pela pregação dos Apóstolos”, e em Lumen gentium, 20, diz: “A missão divina confiada por Cristo aos Apóstolos durará até ao fim dos tempos (cfr Mt 28, 20), uma vez que o Evangelho que eles devem anunciar é em todo o tempo o princípio de toda a vida na Igreja. Pelo que os Apóstolos trataram de estabelecer sucessores, nesta sociedade hierarquicamente constituída”.
“A origem e o fundamento apostólico da Igreja chama-se ‘Apostolicidade’, propriedade essencial que confessamos no Credo. Isto significa que a Igreja constituída por JESUS, teve seu crescimento a partir dos Apóstolos que constituíram os Ministérios e consagraram Ministros como se faz até hoje. Através dos Concílios a Igreja tem consagrado Pastores, Bispos, Apóstolos e Doutores que são responsáveis pela Unidade desejada por Jesus: “... a fim de que todos sejam um. Como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, que eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17, 21).
Depois de ter rogado pelos Apóstolos,
pede o Senhor por todos os que, através dos séculos, crerão nele e pede que
todos sejam um: “A união implorada para os fiéis é, sobretudo, união com o Pai
e o Filho, única fonte de sua união recíproca. Maduro é o cristão quando
realiza o encontro pessoal com Deus e o transborda no encontro pessoal com os
irmãos. O primeiro encontro é a base, o fundamento do segundo, enquanto o
segundo é o sinal visível e verificável da autenticidade do primeiro” “A união
dos cristãos com Cristo causa a unidade deles entre si. Esta unidade da Igreja
beneficia, em última análise, toda a humanidade, pois sendo a Igreja uma e
única, aparece como sinal levantado diante das nações para convidar a crer em Jesus Cristo como
enviado divino que vem salvar todos os homens.
A
Igreja continua no mundo essa missão salvadora pela sua união com Cristo. Por
isso convoca todos a integrar-se na sua própria unidade e, mediante esta, a
participar na união com Cristo e com o Pai” e também: “Chamamos-lhe Católica,
isto quer dizer porque se encontra difundida por todo o orbe da Terra, e ensina
de modo universal e sem defeito todos os evangelhos, as doutrinas e os dogmas que
os homens devem conhecer, do visível e do invisível, do celestial e do terreno.
Também porque acolhe em seus cultos todo o tipo de homens, governantes e
cidadãos, doutos e ignorantes”.
Em Jo 17, 22-23 diz: “Eu lhes dei a glória que me deste para que sejam um, como nós somos um: Eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade e para que o mundo reconheça que me enviaste e os amaste como amaste a mim”.
O Sonho de JESUS é que a união dos fiéis com Deus e entre si seja tão perfeita que reflita a unidade existente entre si e o Pai: “... como nós somos um”.
Devemos desenvolver nossa intimidade com Deus, orando assim: Senhor do universo, pela vossa bondade tornai-nos dignos desta hora, apesar da nossa miséria. Tornai-nos unidos uns aos outros, sem falsidade e sem fingimento, com o vínculo da paz e da caridade. Consolidai nossa união com a ação santificante de vossa divina Luz, com o auxílio de vosso Filho único, Senhor nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo...”
Cristo Jesus tem a glória, manifestação
da divindade, porque é Deus, igual ao Pai. O Filho é Deus igual ao Pai, e desde
a Sua Encarnação e nascimento, principalmente na Sua Morte e Ressurreição,
manifestou a Sua divindade: “Vimos a Sua glória, glória como de Unigênito do
Pai” (Jo 1, 14).
“Cristo, ao dizer que comunica a Sua glória, está a indicar que por meio da graça nos torna participantes da natureza divina (2 Pd 1, 4). A glória e a justificação pela graça apareceu na Sagrada Escritura estreitamente unidas: ‘Aqueles que Deus predestinou também os chamou. E aqueles que chamou também os justificou, e aqueles que justificou também os glorificou’ (Rm 8, 30). A transformação pela graça consiste em que os cristãos se tornam cada vez mais semelhantes a Cristo, que é a imagem do Pai (cfr 2 Cor 4, 4; Hb 1, 2-3). Deste modo, Cristo, ao comunicar a Sua glória, faz que os fiéis se unam com Deus pela participação na própria vida sobrenatural, que é a raiz da santidade dos cristãos e da Igreja”, e: “Agora compreenderemos melhor como é que a unidade da Igreja leva à santidade, e como é que um dos aspectos capitais da sua santidade é essa unidade centrada no mistério do Deus uno e Trino: Há um só corpo e um só espírito, como também vós fostes chamados a uma só esperança pela vossa vocação. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus e Pai de todos, que está acima de todos, e governa todas as coisas e habita em todos nós (Ef 4, 4-6)”.
Em Jo 17, 24 diz: “Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estou, também eles estejam comigo, para que contemplem minha glória, que me deste, porque me amaste antes da fundação do mundo”.
“Cristo termina esta oração pedindo a bem-aventurança para todos os cristãos. O termo que utiliza – ‘quero’ em vez de ‘rogo’ – exprime que está a pedir o mais importante, que coincide com a Vontade do Pai, que quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade (cfr 1 Tm 2, 4); é, em última análise, a missão da Igreja: a salvação das almas.
Enquanto estamos na Terra participamos da vida de Deus pelo conhecimento (fé) e pelo amor (caridade); mas só no Céu conseguiremos a plenitude dessa vida sobrenatural, ao contemplar Deus tal qual é (cfr 1 Jo 3, 2), face a face (cfr 1 Cor 13, 9-12). Por isso, a Igreja aponta para a eternidade, é escatológica; isto é, que tendo neste mundo todos os meios para ensinar a verdadeira doutrina, tributar a Deus o verdadeiro culto e comunicar a vida da graça, mantém viva a esperança na plenitude da vida eterna”, e: “A Igreja, à qual todos somos chamados e na qual por graça de Deus alcançamos a santidade, só na glória celeste alcançará a sua realização plena, quando vier o tempo da restauração de todas as coisas (cfr At 3, 21) e, quando, juntamente com o gênero humano, também o universo inteiro, que ao homem está intimamente ligado, e por ele atinge o seu fim, for perfeitamente restaurado em Cristo (cfr Ef 1, 10; Cl 1, 20; 2 Pd 3, 10-13)”
Em Jo 17, 25- 26 diz: “Pai justo, o
mundo não te conheceu, mas eu te conheci e estes reconheceram que tu me
enviaste. Eu lhes dei a conhecer o teu nome e lhes darei a conhecê-lo, a fim de
que o amor com que me amaste esteja neles e eu neles”.
Assim a Igreja ensina: “Só Deus pode outorgar-nos
um conhecimento reto e pleno de Si mesmo, revelando-Se a Si mesmo como Pai,
Filho e Espírito santo, de cuja vida eterna somos chamados a participar pela
graça aqui, na Terra, na obscuridade da fé, e, depois da morte, na luz
sempiterna”.
“É tempo
de pensar e implementar a “UNICIDADE E A UNIVERSALIDADE’, isto é: a “UNIDADE NA
DIVERSIDADE PARA TODO O UNIVERSO”. Precisamos ampliar nossa visão e nossas
preocupações para além de nosso Planeta... Ninguém resolverá os graves problemas da humanidade
isoladamente. Assim, RELIGIÃO, POLÍTICA E CIÊNCIA, precisam, com urgência, encontrar uma forma
de trabalhar juntos em níveis de colaboração e solidariedade.” – (P/AViS-
Inverno de 2009).
Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA
nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre.
AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam).
(Meus endereços eletrônicos: www.alfredopam.adm.br - Email: alfredovieira3@gmail.com -
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- e na WWW.ubeblogs.com.br – União de
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