02/01/2012-
Domingo- Centésima Quadragésima Sexta Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade
vos Libertará”. (João 8.32).
A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.
A Mensagem do Dia.
Provavelmente porque Aristóteles era um gênio do conhecimento
instrumental e classificatório, algo mais neutro, mais fácil de ser adotado,
usado e manipulado, ao contrário da obra de Platão, que tinha validade e
profundidade por si mesma. Que tinha vínculos com as escolas de mistérios e as
iniciações, coisa que os teólogos jamais entenderam e muito menos absorveram.
Neste ponto de nossa reflexão, surge a inevitável pergunta: De onde provém o
conhecimento? E de onde provém a sabedoria? O conhecimento sempre provém de alguma fonte
externa. Absorvemos o conhecimento tal como uma esponja absorve a água. A
sabedoria provém de nossa fonte interior do ser. É algo intrínseco que vem da
síntese amadurecida de nossas vivências e reflexões. – 02/12/2012 – Domingo.
Estudo da
Palavra.
“Eu Vi um novo céu, e uma nova terra.
Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.- E
eu, João, vi a santa cidade, a nova
Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o
seu marido. – E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo
de Deus com os homens, pois com eles habitará. e eles serão o seu povo, e o
mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.- E Deus limpará de seus olhos
toda a lágrima: e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor,
porque já as primeiras coisas são passadas.- E o que estava assentado sobre o
trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse: Escreve; porque estas
palavras são verdadeiras e fiéis.”- (Apocalipse, 21.1-5).
Introdução.
Estamos Chegando ao final de uma série de estudos que eu costumo chamar de “Abordagens
Básicas do Projeto Amor: Cristo, Verdade que Liberta”.
Este conjunto de mensagens formam dois grupos: o primeiro
grupo é: “O Deus que...” e o segundo: “A Verdade que Liberta é...”.
Estes grupos se dividem em:
Primeiro grupo – O Deus que Chama;
O Deus que Cura;
O Deus que Chama;
O Deus que Envia: e
O Deus que Sustenta.
Segundo grupo – A Verdade que Liberta é o Cristo dos Evangelhos;
A Verdade que Liberta é Incontestável;
A Verdade que Liberta é Renovadora.
Assim estamos hoje abordando o último estudo básico para
que alguém possa de fato estudar e compreender a essência do “PAM-CEL-Alfredopam”
- (Projeto Amor: Cristo, Verdade que
Liberta do Ev. Alfredo Vieira).
Para que você possa entender e discernir com profundidade
essa mensagem, aconselho uma preparação especial, bem como a escolha de um
local e um momento em que você possa dispor de tranqüilidade e de pelo menos
uma hora para leitura e meditação.
Quando estamos falando de Renovação, estamos nos referindo
aos diversos estágios pelos quais a humanidade tem passado em sua caminhada,
espiritual, cultural e tecnológica. Entendemos que o mundo não é apenas “um mundo”, mas uma sucessão de mundos
que além de se sucederem também sobrevivem simultaneamente. Assim, mundos são
findados e outros mundos se iniciam sem que a humanidade se dê conta. A própria
história reconhece a existência de alguns mundos (Ou civilizações) que
existiram e que hoje não passam de lembranças mitológicas ou estados de
consciência vivenciados durante alguns períodos que são chamados de “Períodos
Históricos”, outros “Mitológicos”, etc.
A Bíblia nos ensina que Deus vem fazendo o Universo numa
sucessão de “Ações”, visando a busca da perfeição e ensina mais ainda que o
homem tem um tratamento especial, pois ele traz a “Centelha Divina” que o
habilitará a ser imagem e semelhança do Criador.
Todas as coisas vão se renovando, inclusive o próprio
homem até que cheguemos, humanidade e matéria a um nível ou padrão de perfeição
de tal forma que o tabernáculo de Deus, isto é o próprio Deus venha habitar
conosco de forma definitiva e visível a todos olhos. Hoje apenas alguns que
passam pela regeneração que se dá pela aceitação do “Cristus” pela Fé, tem acesso
a esse tabernáculo, cujo protótipo foi proposto pelo Criador a Moisés, no Monte
Sinai e Construído para adoração de um povo especial que viveu à alguns
milênios.
EIS QUE FAÇO NOVAS
TODAS AS COISAS!
“Eis que eu faço novas todas as coisas!” (Ap 21,5) -
Um abordagem bíblica.
- O Deus que nos promete uma nova criação é o Deus que tudo criou e ama o
que criou: “Deus não fez a morte nem tem prazer em destruir os viventes. Tudo
criou para que subsista; são salutares as criaturas do mundo: nelas não há
veneno de morte, e o Hades não reina sobre a terra” : “Sim, Ele ama tudo o que
criou, e que ainda cria. Ele não Se aborrece com nada que faz. Se Ele se aborrecesse com alguma coisa,
simplesmente não a teria feito.
- Desde o princípio o Pai criou através de Cristo e para Cristo: “O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; Porque Nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado por Ele e para Ele.” (Colossenses 1.15-16).
- Se a criação existe para o Cristo, o Filho Amado, na potência do Espírito (cf. Gênesis 1. 2), então ela não foi criada para o nada, para a destruição, ela não é má nem devemos desprezá-la ou fugir dela (fugir do mundo).
- Desde o princípio o Pai cria
para levar tudo à plenitude de Cristo: este é o mistério do seu plano
benevolente: “O Pai nos abençoou com toda sorte de bênçãos espirituais, nos
céus, em Cristo... Ele
nos predestinou antes da fundação do mundo por Jesus Cristo... dando-nos a
conhecer o mistério de sua vontade, conforme decisão prévia que lhe aprouve
tomar para levar o tempo à plenitude: a de em Cristo encabeçar todas as coisas,
as que estão nos céus e as que estão na terra” (cf. Ef 1,3-14).
A criação é boa, caminha para a plenitude de
Cristo ressuscitado que, no seu Espírito, renova a face da terra!
O NOSSO PAPEL NA RENOVAÇÃO DA OBRA DE DEUS
O NOSSO PAPEL NA RENOVAÇÃO DA OBRA DE DEUS
- A glorificação da criação (deste mundo) está associada à nossa – Romanos
8,18-27: “Tenho para mim que os sofrimentos da vida presente não têm comparação
alguma com a glória futura que se manifestará em nós. Com efeito, o mundo
criado aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus. Pois as
criaturas foram sujeitas à vaidade, não voluntariamente mas pela vontade
daquele que as sujeitou, na esperança de serem também elas libertadas do
cativeiro da corrupção para participarem da liberdade gloriosa dos filhos de
Deus. Pois sabemos que toda a criação até agora geme e sente dores de parto. E
não somente ela mas também nós que temos as primícias do Espírito gememos
dentro de nós mesmos, aguardando a adoção, a redenção de nosso corpo. Porque em
esperança estamos salvos, pois a esperança que se vê já não é esperança. Porque
aquilo que alguém vê, como há de esperar? Se esperamos o que não vemos é em
paciência que esperamos. Também o Espírito vem em auxílio de nossa fraqueza
porque não sabemos pedir o que nos convém. O próprio Espírito é que advoga por
nós com gemidos inefáveis, e aquele que esquadrinha os corações sabe qual o
desejo do Espírito porque ele intercede pelos santos segundo Deus”.
- Nossa ação, nossas opções têm como relação última o Dia do Senhor: “Está
próximo o fim de todas as coisas. Sede, portanto, prudentes e vigiai na oração.
Sobretudo, mantende entre vós uma ardente caridade, porque a caridade cobre uma
multidão de pecados. Exercei a hospitalidade uns com os outros sem murmuração.
O dom que cada um recebeu, ponha-o a serviço dos outros, como bons
administradores da tão diversificada graça de Deus. Se alguém falar, sejam
palavras de Deus; se alguém exercer um ministério, seja pelo poder que Deus
concede, a fim de que em
tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence
a glória e o império pelos séculos dos séculos. Amém”. (1Pd 4,1-11).
Esperando e apressando... –
esperar é próprio de quem ama: é ir ao encontro com ansiedade! É este o sentido
da espera cristã!
CONCLUSÃO
- Permanecerão a caridade com seus frutos: “Ignoramos o tempo em que a terra e a humanidade atingirão a sua restauração, e também não sabemos que transformação sofrerá o universo. Porque a figura deste mundo, deformada pelo pecado, passa certamente, mas Deus ensina-nos que nos prepara uma nova habitação e uma nova terra, na qual reina a justiça, e cuja felicidade satisfará e superará todos os desejos de paz que surgem no coração dos homens. Então, vencida da a morte, os filhos de Deus ressuscitarão em Cristo e aquilo que foi semeado na fraqueza e corrupção, revestir-se-á de incorruptibilidade; permanecendo a caridade e as suas obras, toda criatura que Deus criou para o homem será libertada da escravidão da vaidade”.
- Toda a criação será libertada e a nossa caridade e suas obras participam dessa libertação. Nossa fidelidade a Cristo passa por nossa fidelidade à criação, da qual fazemos parte. O desígnio salvífico de Deus realizar-se-á... qual a nossa participação? qual o nosso papel?
“Todos sentimos: é árduo,
para muitos, o caminho da
Coerência da fé e de uma
vida cristã digna.
Cresce a insensibilidade em
relação ao pecado, tudo se
justifica, e isto leva
muitos a não reconhecerem a necessidade
da conversão de vida para melhor e do perdão
dos seus
pecados.
Porém, todos nós, indo ao
íntimo da nossa consciência,
sentimos que o pecado, quer pessoal quer
social, é uma
realidade que não se pode iludir.
Ele
mata a alegria interior e a paz de espírito, amolece a
responsabilidade e
desvirtua as relações pessoais, destrói
famílias, apaga
compromissos assumidos, gera egoísmo e
corta as raízes do
verdadeiro bem, que tem Deus como única
fonte.”
”Jesus deixou-nos aberto o caminho do regresso a Deus.”
“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E
SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para
sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”
(Todo
material desse blog pertence ao arquivo do PAM-CVL. Seu uso é liberado sem
restrição, solicitando-se apenas a
citação da fonte: PAM-CVL-Alfredopam).
(Visite meu novo blog: pamcvl.blogspot.com.br)
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