06/12/2012-
Quinta Feira – Centésima Quinquagésima Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade
vos Libertará”. (João 8.32).
A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.
A Mensagem do Dia:
Falando Sobre Poder, Direito e Autoridade. (III/VII)
Mas só há lei ou poder quando a parte mais fraca poderia
agir de outra maneira. Eu poderia não vender (ou comprar) o imóvel, não aceitar
o emprego. A fronteira entre força e poder não é clara. No seu julgamento em
Jerusalém, Eichmann alegou que levara milhões de judeus à morte porque, se não
obedecesse às ordens de seus chefes, ele mesmo correria risco de vida. Ele
mentia. Os alemães que se recusaram a participar do genocídio só foram punidos
raramente. Quer dizer, enquanto os judeus estavam sob a força dos nazistas,
Eichmann vivia o nazismo como um poder, a cuja lei consentia em obedecer. Mas, se
houve épocas em que o poder supunha um consentimento ainda que fraco, em nosso
tempo o único poder que vale é o democrático. Não concebemos mais uma
legitimação para poder, lei ou Direito fora da vontade do povo. 06/12/2012-
Quinta Feira.
Notas e Reflexões:
(Como prometemos no mês de agosto, a partir
do mês de setembro estariamos publicando a verdadeira história do “Projeto
Amor: Cristo, Verdade que Liberta”. Assim todas as quintas feiras estamos publicando nessa sessão parte de sua
história).
Projeto Amor: - Cristo, Verdade que
Liberta.
Estamos abordando uma série de
estudos que eu costumo chamar de “Abordagens Básicas do Projeto Amor:
Cristo, Verdade que Liberta”.
Este conjunto de mensagens formam dois grupos: o primeiro
grupo é: “O Deus que...” e o segundo: “A Verdade que Liberta é...”.
Estes grupos se dividem em:
Primeiro grupo – O Deus que Chama;
O Deus que Cura;
O Deus que Capacita;
O Deus que Envia: e
O Deus que Sustenta.
Segundo grupo – A Verdade que Liberta é o Cristo dos Evangelhos;
A Verdade que Liberta é
Incontestável;
A Verdade que Liberta é Renovadora.
Para que você possa entender e discernir com profundidade
essas mensagens, aconselho uma preparação especial, bem como a escolha de um
local e um momento em que você possa dispor de tranqüilidade e de pelo menos
uma hora para leitura e meditação. Essa
preparação envolve jejum, esmola e oração. Além disso precisamos nos preparar
emocional e espiritualmente para esses momentos, usando técnicas de respiração
e concentração para um melhor aproveitamento intelectual e a estimulação dos
sentidos da intuição e do discernimento, instrumentos fundamentais para que o
Espírito Santo possa atuar em nós.
Da Renovação e o
Surgimento do Novo Homem.
Quando estamos falando de Renovação, estamos nos referindo
aos diversos estágios pelos quais a humanidade tem passado em sua caminhada,
espiritual, cultural e tecnológica. Entendemos que o mundo não é apenas “um mundo”, mas uma sucessão de mundos
que além de se sucederem também sobrevivem simultaneamente. Assim, mundos são
findados e outros mundos se iniciam sem que a humanidade se dê conta. A própria
história reconhece a existência de alguns mundos (Ou civilizações) que
existiram e que hoje não passam de lembranças mitológicas ou estados de
consciência vivenciados durante alguns períodos que são chamados de “Períodos
Históricos”, outros “Mitológicos”, etc.
A Bíblia nos ensina que Deus vem fazendo o Universo numa
sucessão de “Ações”, visando a busca da perfeição e ensina mais ainda que o
homem tem um tratamento especial, pois ele traz a “Centelha Divina” que o
habilitará a ser imagem e semelhança do Criador.
Todas as coisas vão se renovando, inclusive o próprio
homem até que cheguemos, humanidade e matéria a um nível ou padrão de perfeição
de tal forma que o tabernáculo de Deus, isto é o próprio Deus venha habitar
conosco de forma definitiva e visível a todos os olhos. Hoje apenas alguns que
passam pela regeneração que se dá pela aceitação do “Cristus” pela Fé, tem
acesso a esse tabernáculo, cujo protótipo foi proposto pelo Criador a Moisés,
no Monte Sinai e Construído para adoração de um povo especial que viveu à
alguns milênios.
No momento certo estaremos estudando a construção do
tabernáculo, da Arca de Aliança e do Templo de Salomão, protótipos da presença
do Criador em nosso
Planeta, o que se cumprirá no final dos tempos.
Jesus chamou a esse processo de “Renovação Contínua”, de
“Novo Nascimento” sem o qual ninguém verá o “Reino de Deus”.
Vejamos agora algumas idéias filosóficas que poderão nos
ajudar a entender os nossos relacionamentos, com a natureza, com o próximo,
conosco mesmo e finalmente com o Criador, o Deus de Abrão, de Melquizedeque, de
Jacob, dos profetas e finalmente “Emanuel”, revelado em Jesus Cristo, o
“Cristus”, o Messias esperado das nações, “O Cristo Universal”: Aquele que era,
que é e será para sempre.
Conhece-te a ti mesmo.
Sócrates, o filósofo de todos os tempos.
A figura de Sócrates é como um divisor de águas na
Filosofia Antiga, tanto que os filósofos anteriores a ele são tradicionalmente
chamados de pré-socráticos.
De fato, com Sócrates há uma mudança significativa no rumo das discussões filosóficas sobre a verdade e o conhecimento. Os primeiros filósofos estavam preocupados em encontrar o fundamento (arké) de todas as coisas. Sócrates, por sua vez, está mais interessado em nossa relação com os outros e com o mundo.
De fato, com Sócrates há uma mudança significativa no rumo das discussões filosóficas sobre a verdade e o conhecimento. Os primeiros filósofos estavam preocupados em encontrar o fundamento (arké) de todas as coisas. Sócrates, por sua vez, está mais interessado em nossa relação com os outros e com o mundo.
Curiosamente, Sócrates nada escreveu - e tudo o que
sabemos dele é graças a seus discípulos, particularmente Platão. Sócrates teria tomado a inscrição
da entrada do templo de Delfos como inspiração para construir sua filosofia: Conhece-te
a ti mesmo.
Para
compreendermos o sentido dessa frase, segundo o filósofo francês Michel Foucault (1926 - 1984), devemos
inscrevê-la em uma estratégia mais geral do cuidado de si.
Ou seja, o que Sócrates pregava era que nós devemos nos ocupar menos com as
coisas (riqueza, fama, poder) e passarmos a nos ocupar com nós mesmos. Poderia
objetar-se: com que propósito deveria ocupar-me comigo mesmo? Porque é o
caminho que me permite ter acesso à verdade. Mas que tipo de verdade?
Obviamente não é uma verdade qualquer, tal como a fórmula química da água, mas
a verdade que é capaz de transformá-lo no seu próprio ser de sujeito.
É esse ato de
conhecimento, capaz de promover nossa autotranscendência, de
que fala Sócrates. Conhecer a mim mesmo para saber como modificar minha relação
para comigo, com os outros e com o mundo.
Como acessar à verdade?
Tal modificação para ter acesso à verdade, contudo,
não é um ato puramente intelectual. Ela exige, por vezes, determinadas
renúncias e purificações, das quais Sócrates é um exemplo.
Sócrates dizia
ter recebido de Deus a missão de exortar os atenienses, fossem eles velhos ou
jovens, a deixarem de cuidar das coisas, passando a cuidar de si mesmos. Tal
atitude o fez dedicar-se inteiramente à filosofia e à prática dialógica (uma
forma especial de diálogo, denominada maiêutica) por meio da
qual ele fazia com que seu interlocutor percebesse as inconsistências de seu
discurso e se autocorrigisse.
A atitude de
Sócrates questionava os valores da sociedade ateniense, razão pela qual seus
inimigos o levaram ao tribunal, onde foi julgado e condenado à morte. Sua
morte, porém, não impediu que a questão do cuidado de si se tornasse um tema
central na filosofia durante mais de mil anos - e chegasse a influenciar alguns
filósofos modernos e contemporâneos.
A questão central do cuidado de si é que jamais se tem acesso à verdade sem uma experiência de purificação, de meditação, de exame de consciência - enfim, através de determinados exercícios espirituais capazes de transfigurar nosso próprio ser.
A questão central do cuidado de si é que jamais se tem acesso à verdade sem uma experiência de purificação, de meditação, de exame de consciência - enfim, através de determinados exercícios espirituais capazes de transfigurar nosso próprio ser.
Dito de outro
modo, o estado de iluminação, de descoberta da verdade, não é produto do
estudo, mas de uma prática acompanhada de reflexão constante sobre minhas
ações, atitudes - e de como posso modificá-las para me tornar uma pessoa
melhor. É como se a vida fosse uma obra de arte em que nós vamos nos moldando,
nos aperfeiçoando no decorrer da existência.
“Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o
verá, até mesmo os que o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão
sobre Ele. Sim. Amém. – Eu sou o alfa e o ômega, o princípio e o fim, diz o
Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-poderoso.” – (Apocalipse 1.7
e 8).
“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E
SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para
sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”
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