21/09/2013- Sábado. – PAM: Cristo, Verdade que
Liberta.
04.7ªfase.2013.15agom6. – Portais da Espiritualidade.
A MENSAGEM DO DIA:
UMA MENSAGEM PROFÉTICA PARA A SUA
VIDA.
A nossa prosperidade depende da ação
e das bênçãos divinas, mas também da nossa fé e da nossa ação. Receba a palavra
da fé em seu coração e permita que ela gere os desejos divinos em sua alma.
Você nunca irá além dos seus sonhos, por isso ouse sonhar com Deus. Pessoas que
não tem expectativas caminham sem alvo e não rompem barreiras. Mas nós temos a
unção de rompimento liberada pelo decreto divino. Não tema as dificuldades,
pois elas são coadjuvantes do sucesso. Não há montanha instransponível quando
se crê em Deus e há disposição para obedecer. – 09022013S. – 21/09/2013-
Sábado.
PARA A SUA REFLEXÃO:
Evangelho: fonte de
iluminação da política
As relações do cristianismo com as culturas, ao
longo do tempo, esclarecem, em grande parte, as dificuldades históricas das
igrejas no trato de questões que envolvem o campo de política.
Essas relações têm como traço principal tensões
inerentes aos inevitáveis encontros das comunidades de fé com o “mundo da
vida”. Alheamento, acomodação ou mera utilização para fins institucionais têm
sido posições dominantes nas interações de fiéis e de igrejas com a sociedade
maior, particularmente no âmbito da política, a despeito de exceções.
Por outro lado, o Evangelho é fonte de iluminação e de
dignificação da atividade política. Fé cristã e exercício responsável das ações
cotidianas que compõem a vida política são inseparáveis.
A fé cristã, ancorada na mensagem bíblica e na
centralidade do amor ao próximo, evidência maior da característica social do
cristianismo, concretiza-se em ações pelo bem-estar e em favor de geração de
oportunidades iguais para todas as pessoas.
Os ideais humanos de felicidade, segurança e de
desenvolvimento pessoal, profissional e social acompanham o imaginário da
humanidade. A mensagem bíblica da salvação, embora não se reduza aquelas
aspirações legítimas, correlaciona-se às mesmas e confere-lhes sentido que as
transcende.
Entretanto, embora muitos setores eclesiais possam
concordar com a chamada dimensão política da atuação das igrejas, expressa,
geralmente, em formas assistencialistas ou na indicação de candidatos a postos
públicos para garantir interesses menores de igrejas, não tem havido, por parte
das comunidades de fé, em especial aquelas de corte protestante, maior reflexão
sobre a ineficácia de suas atuais práticas políticas.
Argumentamos que a correção dessa rota de ações sem
resultados mais expressivos é possível na medida em que as igrejas, inspiradas
em sua fé e esperança, se engajem, radical e intencionalmente, em ações
políticas comunitárias, com potencial, inclusive, para a reinvenção do Estado,
mediador principal das atividades políticas.
A aspiração humana por uma vida prazerosa, marcada
pela alegria, temperada pela ternura, enriquecida pela hospitalidade,
empoderada pela coragem não pode ser alcançada meramente por meio de
intervenções focadas na individualidade da pessoa.
Requer, também, ações de cuidado que modifiquem o
ambiente externo ao indivíduo; e que porfiem por princípios gerais que se
transformem em políticas públicas e estruturas sociais para o atendimento de
desejos humanos legítimos fundamentais.
Ações substantivas, transformadoras, demandam mais do
que obras assistenciais. Requerem, com o envolvimento ativo da cidadania, a
revisão das bases conceituais que sustentam as práticas políticas e o próprio
Estado.
Defendemos que as igrejas cristãs são portadoras de
uma mensagem potencialmente capaz de acrescentar uma contribuição significativa
para a recriação da política. Não se trata de ignorar as contribuições dos
cidadãos em geral, de outras religiões, nem das ciências e das lições da
história.
O caminho novo e principal da ação política das
igrejas na contemporaneidade, em particular nos municípios, estados e na esfera
federal situa-se na participação, no diálogo e em atitudes que dêem novo sabor
ao exercício da política. As semelhanças entre as funções da política e a
missão da Igreja podem favorecer essa cooperação.
(Adaptado de SATHLER-ROSA, Ronaldo. O sagrado da
política. São Paulo: Fonte Editorial, 2010).
“NÃO POR NÓS SENHOR, NÃO POR
NÓS, MAS PARA A GLÓRIA DE TEU NOME!!!”
“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”
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