domingo, 9 de março de 2014

Livre Arbítrio - Continuação



09/03/2014- Domingo– PAM: Cristo, Verdade que Liberta.
01.7ªfase.2013.15agom26. – Portais da Espiritualidade.

A MENSAGEM DO DIA:
Spinoza compara a crença humana no livre-arbítrio a uma pedra pensando que escolhe o caminho que percorre enquanto cruza o ar até o local onde cai. Ele diz: "as decisões da mente são apenas desejos, os quais variam de acordo com várias disposições"; "não há na mente vontade livre ou absoluta, mas a mente é determinada a querer isto ou aquilo por uma causa que é determinada por sua vez por outra causa, e essa por outra e assim ao infinito"; "os homens se consideram livres porque estão cônscios das suas volições e desejos, mas são ignorantes das causas pelas quais são conduzidos a querer e desejar" (respectivamente Spinoza, Ética, livro 3, escólio da proposição 2; livro 2, proposição 48; apêndice do livro 1).- (Trancrito em 03/12/1961 – Fragmentos 10) – 09/03/2014- Domingo.
ESTUDANDO A PALAVRA.

LIVRE ARBÍTRIO – Continuação de 02/03/2014).

 “O PECADO É UMA OBRA INACABADA, QUE TEVE INÍCIO NO EDEM E BUSCARÁ SUA CONCLUSÃO ATÉ O TEMPO FINAL, QUANDO A MORTE FOR DESTRUÍDA E TUDO SE FIZER NOVO. É UMA LEPRA QUE PASSA DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO, E QUE ATÉ O MOMENTO NENHUM SER HUMANO SE LIVROU DELA???” – (p/AViS- Primavera de 1966).
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“JESUS É O ANTÍDOTO CONTRA O PECADO, MANIPULADO PELO DEUS ALTÍSSIMO CRIADOR DE TODO O UNIVERSO!”
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“PORQUE ESTA É A MENSAGEM QUE OUVISTES DESDE O PRINCÍPIO: QUE NOS AMEMOS UNS AOS OUTROS.”  (1º João 3.11).
 
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INTRODUÇÃO
DECIDIDO POR JESUS CRISTO, EU VOLUNTARIAMENTE ABRO MÃO DO MEU LIVRE ARBÍTRIO PARA FAZER A VONTADE DE DEUS?
  • Efésios 6:6  “… como escravos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus”
  • 1 Pedro 4:2  “para que, no tempo que lhe resta, não viva mais para satisfazer os maus desejos humanos, mas sim para fazer a vontade de Deus.”
O prazer do filho de Deus é agradar o coração do Pai. Mesmo que para isso, seja necessário negar-se a si mesmo (Lc 9:23) ou ser crucificado com Cristo (Gl 2:20).
A fé salvadora transfere o senhorio da nossa vida a Jesus Cristo. Ele passa a ser nosso dono, nosso rei, Senhor absoluto de tudo que temos e somos, por uma simples questão de confiança. Fazer parte do povo de Deus significa reconhecer que Ele sabe o que é melhor para cada um de nós, por isso, a decisão mais acertada é permitir que Ele dirija as nossas vidas.
Isso não significa que seremos “obrigados” a fazer apenas o que Deus quiser que façamos. Deus permite que continuemos fazendo nossas escolhas. Ele nos adverte, mostra o caminho certo, mas não nos obriga a andar por ele. Enquanto estivermos neste mundo, teremos sempre a opção de desobedecer às orientações de Deus, sabendo que cada escolha implicará numa consequência. A vontade de Deus é sempre boa, perfeita e agradável (Rm 12:2). Fugir dela nunca será uma opção razoável.
Creio que Deus tem sonhos e planos para cada um de nós e nos criou com propósitos especiais. Se entregarmos a Ele a direção de nossas vidas, Ele mesmo cuidará para que cada um de seus propósitos se cumpra. Mas, se formos obstinados e insistirmos em viver independentes de sua vontade, Ele fará de tudo para nos trazer de volta, mas permitirá que façamos nossas próprias escolhas. Jesus não impõem, Ele apenas propõem.

A BUSCA DA SANTIDADE
Do ponto de vista bíblico, a busca da Santidade representa a busca por uma vida superior, por progresso espiritual. Pelos registros sagrados, só é possivel às pessoas de coração puro e que rejeitam toda sorte de pecado alcançar a Perfeição Cristã, ou seja a SANTIDADE sem a qual ninguém verá o Reino de Deus.
Para o convertido, o caminho da SANTIFICAÇÃO está indissoluvelmente unido à idéia de um sacrifício e de uma viagem cheia de perigos para alcançar a iluminação, o renascimento ou a "vida eterna" segundo os cristãos. O início e o final da Busca da  SANTIDADE são, por isso mesmo, momentos cruciais, pois é uma busca que não termina.
 A SANTIFICAÇÃO tem que ser constantemente buscadA no CORPO, na ALMA e no ESPÍRITO; sua revelação final representa aquele ideal de subida aos planos superiores de existência, objetivo máximo de todos os CRISTÃOS. Ao entrar em comunhão consigo mesmo, o CRISTÃO descobre não uma melancolia - a  MERA COMTEMPLAÇÃO, - mas um parceiro interno, uma relação que se assemelha à alegria de um amor secreto. Este estágio da vida DO CRISTÃO é representado pela primavera, onde as sementes brotam da terra nua, trazendo as promessas de futuras colheitas. (P/AViS- Primavera de 1978).
“Assim como o pecado, a santificação será sempre uma ação inacabada, até que a “Verdade que Liberta” venha a ser revelada em todo o seu esplendor.” (P/AViS- Verão de 1983).
O AMOR não foi uma invenção, foi a mais sublime criação Divina, que na sua essência é o próprio AMOR. (P/AViS-03/12/1961).
* - “SER SANTO É REFLETIR JESUS DIANTE DO MUNDO. Para refletir JESUS é imprescindível que sejamos: HUMILDES, CARIDOSOS E DESPREENDIDOS DOS BENS MATERIAIS’. (P/AViS- Primavera de 1966).
*- Cada um há de questionar a si mesmo: “COMO PODEREI SER FELIZ SE A MINHA FELICIDADE CONSTRANGE AO MEU IRMÃO?”. (P/AViS- Primavera de 1998).

*Visão Teológica

Em teologia frequentemente se alega que a doutrina da onisciência divina está em conflito com o livre-arbítrio. Afinal de contas, se Deus sabe exatamente o que ocorrerá, incluindo cada escolha feita por cada pessoa, o status das escolhas como livres está em questão. Parece que o conhecimento eterno de Deus sobre as escolhas individuais constrange a liberdade individual. Esse problema está relacionado ao problema aristotélico dos futuros contingentes: amanhã ocorrerá ou não ocorrerá uma batalha naval. Se haverá uma batalha naval, então isso é verdade hoje. Então seria necessário que a batalha ocorresse. Se não haverá, então, por um raciocínio similar, necessariamente não haverá. Isso significa que o futuro, qualquer que seja, está completamente fixado por verdades passadas, ou melhor, pelas proposições verdadeiras enunciadas no presente sobre o futuro.
Isso não é necessariamente verdade, visto que a imprevisibilidade está intimamente associada à aleatoriedade. A imprevisibilidade poderia significar indeterminismo e não livre-arbítrio, dessa forma é possível que uma atitude seja livre, mesmo sendo previsível.
Todavia, alguns filósofos defendem que a necessidade e a possibilidade são definidas com respeito a um ponto dado no tempo e uma matriz dada de circunstâncias empíricas. Assim, algo que é meramente possível da perspectiva de um observador pode ser necessário da perspectiva de um ser onisciente.
Alguns filósofos creem que ter livre-arbítrio é equivalente a ter uma alma. Assim, de acordo com essa alegação, animais não têm livre-arbítrio, para aqueles que acreditam que os animais não têm alma, outros já acreditam que os animais têm tanto livre-arbítrio quanto alma.

Cristão

  • Livre-arbítrio - Segundo os cristãos, é a condição que Deus dá ao homem para agir e ser livre, com capacidade para fazer as suas próprias escolhas, inclusive aquelas que não estão de acordo com a vontade divina. O Eterno tem poder para impedir que o homem faça o bem e o mal, no entanto deixa o caminho livre, cabendo ao homem decidir, sendo ele responsável por seus próprios atos.
Na teologia cristã Deus é descrito como onisciente e onipotente. Por causa disso muitas pessoas, cristãs e não-cristãs, acreditam não apenas que Deus sabe quais decisões o indivíduo tomará amanhã, mas também que Deus determina tais escolhas. Todavia, proponentes do livre-arbítrio alegam que o conhecimento de um acontecimento é totalmente diferente da causação do acontecimento.
O livre-arbítrio também é tema dos debatedores do comunismo cristão. Porque alguns cristãos interpretam a Bíblia como defendendo que a forma ideal de sociedade é o comunismo, oponentes dessa teoria alegam que o estabelecimento de um sistema comunista em larga escala infringiria o livre-arbítrio das pessoas pela negação a elas da liberdade de tomar certas decisões por si mesmas. Os comunistas cristãos se opõem argumentando que o livre-arbítrio é e sempre será limitado em alguma medida pelas leis humanas.

Calvinismo

Os calvinistas defendem a ideia que Deus escolhe aqueles que serão salvos antes da criação. Um dos maiores defensores dessa visão teológica é Jonathan Edwards.
Edwards defende que o indeterminismo é incompatível com a dependência dos indivíduos em relação a Deus, e, por conseguinte, com sua soberania. Ele conclui que se as respostas dos indivíduos à graça de Deus são contra-causalmente livre, então sua salvação depende parcialmente deles (indivíduos), e por isso a soberania de Deus é absoluta e universal. No livro Liberdade da Vontade Edwards defende o determinismo teológico, e alega que o libertarianismo é incoerente. Por exemplo, ele argumenta que por autodeterminação o libertarianismo quer dizer ou que as ações do indivíduo, incluindo seus atos de vontade, são precedidos por um ato de vontade, o que leva a um regresso ao infinito, ou que os atos da vontade do indivíduo não têm causas suficiente, o que nos levaria a concluir que os atos da vontade ocorrem acidentalmente. Sendo assim, o livre-arbítrio não torna ninguém digno de louvor ou reprovação.
Uma posição parecida com a de Edwards foi defendida recentemente pelo filósofo Galen Strawson. Strawson, em vista do problema do regresso ao infinito dos atos da vontade, conclui que a responsabilidade moral é impossível.
Não se deve pensar, contudo, que essa visão nega completamente a liberdade de escolha. Ela reivindica que o homem é livre para agir a partir dos seus impulsos e desejos, mas não é livre para agir contra eles, ou para mudá-los. Defensores como John L. Girardeau indicaram sua crença que a neutralidade moral é impossível. Mesmo que ela fosse possível, e uma pessoa estivesse igualmente inclinada a opiniões contrárias, a pessoa não poderia fazer escolha alguma. Se ele estivesse inclinado, mesmo um pouquinho, em direção a uma opção, então ela necessariamente escolherá essa opção ao invés das outras.
Cristãos não-calvinistas tentam uma reconciliação dos conceitos duais de predestinação e livre-arbítrio apontado para a situação de Deus como Cristo. Tomando a forma de um homem, um elemento necessário desse processo é que Jesus Cristo viva a existência de um mortal. Quando Jesus nasceu ele não tinha o poder onisciente de Deus, mas a mente de uma criança humana -- e ainda assim ele era Deus por inteiro. Isso cria o precedente que Deus pode abandonar o conhecimento, ou ignorar o conhecimento, e ainda assim permanecer Deus por inteiro. Assim não é inconcebível que embora a onisciência exija que Deus conheça o futuro dos indivíduos, está no seu poder negar esse conhecimento para preservar o livre-arbítrio individual.
Todavia, uma reconciliação mais compatível com a teologia não-calvinista diz que Deus não está ciente de eventos futuros, mas antes, sendo eterno, ele está fora do tempo, e vê o passado, o presente e o futuro como uma criação completa. Consequentemente, não é como se Deus fosse saber antes que alguém seria culpado de homicídio. Ele é ciente da eternidade, vendo todos os momentos como um único presente. Não impondo a si uma posição de "escolha" divina, mas de "conhecimento".  

Catolicismo

Téologos católicos aceitam a ideia de livre-arbítrio universalmente, mas geralmente não veem o livre-arbítrio como existindo separadamente ou em contradição com a graça divina. Santo Agostinho e São Tomás de Aquino escreveram bastante sobre o livre-arbítrio. Agostinho foca no livre-arbítrio nas suas respostas aos maniqueus, e nas limitações de um conceito de livre-arbítrio como negação da graça divina.
A ênfase católica no livre-arbítrio e na graça divina frequentemente é contrastada com a predestinação no cristianismo protestante, especialmente após a contra-reforma. Na compreensão das diferentes concepções de livre-arbítrio é importante entender as diferentes concepções da natureza de Deus, focando no problema da conciliação entre um Deus onipotente e onisciente e os indivíduos supostamente com livre-arbítrio.

Metodismo

O metodismo é um ramo protestante nascido no século XVIII na Inglaterra, graças a dois grandes clérigos anglicanos, principalmente: John Wesley e George Whitefield. O motivo de discórdia e posterior separação (não inimizade ou conflito, já que, por exemplo, Wesley foi o pregador no serviço fúnebre de seu grande amigo Whitfield!)foi extamente essa questão. Whitefield era calvinista e Wesley arminiano. Arminianismo é uma teoria teológica surgida na Holanda e que influenciou um bom tanto da teologia ocidental, embora condenada pelos calvinistas no Sínodo de Dort, que condenou Tiago Armínio. No entanto hoje, grande parte, senão maioria da cristandade protestante é arminiana. O arminianismo consiste na crença da doutrina do livre-arbítrio, explicado da seguinte maneira, opondo-se aos famosos cinco pontos do Calvinismo: Os cinco artigos de fé contidos na “Remonstrance” podem ser resumidos no seguinte:
1.     .Deus elege ou reprova na base da fé prevista ou da incredulidade.
2.     .Cristo morreu por todos os homens, em geral, e em favor de cada um, em particular, embora somente os que creem sejam salvos.
3.     .Devido à depravação do homem, a graça divina é necessária para a fé ou qualquer boa obra.
4.     .Essa graça pode ser resistida.
5.     .Se todos os que são verdadeiramente regenerados vão seguramente perseverar na fé é um ponto que necessita de maior investigação. Esse último ponto foi depois alterado para ensinar definitivamente a possibilidade de os realmente regenerados perderem sua fé, e, por conseguinte, a sua salvação. Todavia, nem todos os arminianos estão de acordo, nesse ponto. Há muitos que acreditam que os verdadeiramente regenerados não podem perder a salvação e estão eternamente salvos.
A salvação é realizada através da combinação de esforços de Deus (que toma a iniciativa) e do homem (que deve responder a essa iniciativa) o que é chamado de sinergismo, contra o monergismo calvinista. A resposta do homem é o fator decisivo (determinante). Deus tem providenciado salvação para todos, mas Sua provisão só se torna efetiva (eficaz) para aqueles que, de sua própria e livre vontade, “escolhem” cooperar com Ele e aceitar Sua oferta de graça. No ponto crucial, a vontade do homem desempenha um papel decisivo. Este era o sistema de doutrina apresentado na “Remonstrance” (Representação) dos Arminianos e rejeitado pelo sínodo de Dort.
No entanto, o pensamento wesleyano e metodista diferem um pouco do arminianismo original, pois Wesley reafirma que a salvação é obra da graça e tão somente dela e adota o princípio da certeza da salvação. *(Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.)

CONCLUSÃO
Destarte, hodiernamente, com base na constatação de pensamento e vida nos mais longínquos recônditos do cosmo, consideraríamos que o homem e tudo que constitui a natureza detêm a completa posse – incontinência - do livre arbítrio que poderia funcionar sem qualquer empecilho num sistema pulsante e vivo. Todavia, essa pulsação e essa vitalidade esbarrariam sempre num universo desordenado e estanque por causa da ausência de um comando gerador e mantenedor acima de tudo e de todos. Dir-se-ia que, achando-se o espírito submisso à vara superior do aperfeiçoamento, não seria manifesta ao livre-arbítrio a mínima solução de continuidade.
 Mas, ainda raciocinando com a Doutrina Cristã, este pressuposto é insustentável, por trazer uma idéia imperfeita de Deus. Em verdade, não temos trânsito aberto em tudo. Todos arbitramos e evoluímos somente na direção do Criador. Portanto, sem exceção, nossas emancipações têm suas liberdades em regime de contenção diante do que a consciência julga malefício ao progresso. É esta ânsia cósmica de melhoramento e santificação que nos leva a meditar e ampliar nossas singelas considerações sobre o livre-arbítrio.
Tratamos aqui da continência do livre-arbítrio. Com o princípio da evolução e, sabendo-se que é impossível evoluir sozinho, faz-se necessário crer que nem mesmo o eremita no deserto gozaria de liberdade absoluta. Ali, todavia isolado do convívio social, o indivíduo tem todo um conjunto de necessidades básicas que somente são atendidas mediante a participação de forças que o envolvem. Como se não bastasse sua indumentária apropriada ao calor; a água lhe refresca o organismo e o ar que lhe canaliza o oxigênio, tudo chega através de seus semelhantes e de fontes naturais sobre as quais não lhe compete o domínio que qualificaria o distintivo de independência real.
 A própria liberdade de pensamento, no que diz respeito à essência do ser, acha-se acorrentada a fatores alheios que também tornam passiva esta prodigiosa faculdade. Desde que há uma primária e única geratriz dotada de toda a potenciação, nunca seria lógico desprezar tal raciocínio. No corpo de todas as excelsas respostas que podemos dar as questões levantadas estaria latente este princípio que ainda não encontrava assento seguro na poltrona do egocentrismo dos homens.
Paulo escrevendo aos Romanos 7. 15-18, declara: “Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é na minha carne, não habita bem algum:  e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem que desejo.”
“PORQUE ESTA É A MENSAGEM QUE OUVISTES DESDE O PRINCÍPIO: QUE NOS AMEMOS UNS AOS OUTROS.”  (1º João 3.11).

“Lembremo-nos do Samaritano.
O maior Dom é o amor.
O Samaritano possuía esse Dom.
Façamos nós o mesmo.”

Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam).

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