segunda-feira, 10 de março de 2014

SOBRE O PAM. (ii)



10/03/2014- Segunda Feira– PAM: Cristo, Verdade que Liberta.
02.7ªfase.2013.15agom26.– Portais da Espiritualidade.

A MENSAGEM DO DIA:

O Poder do Pequeno. – Uma Mensagem Profética para a sua Vida.
“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.” – (Mateus 5.3).  -  Este não é o momento certo para fazer grandes coisas. Agora, de fato, poderá obter algo somente movendo-se a pequenos passos e mantendo sempre constância no seu caminho. Acontente-se a cada momento com a posição que alcançou: assim chegará longe e ao sucesso.  “Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará. Ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu juízo como o meio dia.” – (Salmo 37.5 e 6). – 200820122ªF.- 10/03/2014- Segunda Feira.

PARA A SUA REFLEXÃO.

SOBRE O PAM. (II)

Esta proposta é o resultado de cinco (5) anos de reflexão e experiência de uma vida sofrida e uma ansiosa busca de respostas a perguntas que ainda estão para serem respondidas.

Para que o leitor possa entender melhor os fundamentos e as motivações desta proposta acho importante o registro sintético dos fatos que me conduziram até aquele dia (31/12/1959).

Projeto Amor: - Cristo, Verdade que Liberta.

O Projeto Amor:- Cristo, Verdade que Liberta ((PAM-CVL) está entrando em uma nova fase. Primavera de 2008 – 26 de setembro, esta é a data que fazemos estes registros.
A sua origem foi no dia 3l de dezembro de l959, as 23h:55min, uma experiência especial com Cristo de aproximadamente 10 (dez) minutos.
Lançamos este projeto na internete em l999 no site WWW.vieiragomes.com.br/pamor.
Ele foi para mim uma revelação de Deus e tem servido de norteador de minhas ações em todas as áreas da vida.
Inspirado por ele iniciei, no dia 1º de janeiro de l960 uma vida renovada pela a ação do Espírito Santo. A minha experiência na primavera de l956 deixou muitas seqüelas emocionais e espirituais que me fizeram  trilhar por muitos caminhos diferentes. (Confere texto “Decisão Amarga” escrito na primavera de l956). Não fosse a graça de Deus e os bons princípios obtidos no meu lar, principalmente de minha mãe, eu teria me perdido pelos caminhos escabrosos da descrença e do materialismo.
Mas no dia 31 de dezembro de l959, a  Misericórdia Divina me alcançou de um modo tão maravilhoso que eu não tive outra alternativa a não ser de fazer de minha vida um Projeto de Amor.

A Revelação:

A minha vida profissional e financeira estava muito bem e conseguia reservar algum dinheiro mensalmente. Estava noivo e pronto para casar, porém a vida espiritual era uma incógnata.
O casamento estava marcado para realizar-se no dia 23 de janeiro de l960, na Igreja Presbiteriana de Bela Vista (Bexiga) em São Paulo – Capital, onde minha sogra, Emília Rosa de Jesus e minha noiva, Judite Gomes freqüentavam, apesar de serem de origem Batista. O Pastor Samuel era um homem de Deus, muito culto e de uma espiritualidade a toda prova. Sempre muito humilde, solícito e solidário.

Foi marcada uma reunião com o Pastor para que recebêssemos as instruções de noivos, nesta reunião Ele indagou sobre os motivos de minha decisão de casar  naquela igreja. Eu me confessava metodista e a noiva não era membro da Igreja. Porque casar numa igreja presbiteriana? Fui breve na resposta, dizendo que era uma opção da família de minha noiva e que para mim era conveniente, primeiro porque estava perto da casa da noiva e em segundo lugar, eu residia em Itajubá – Minas Gerais onde eu já freqüentava uma igreja presbiteriana uma vez que lá não existia igreja metodista. Por outro lado o meu conhecimento de São Paulo era pequeno e eu não tinha relacionamento com nenhuma igreja metodista na Cidade. Declarei que pagaria todas as despesas da Igreja e que ainda poderia deixar uma oferta para a Igreja, ao que Ele se mostrou indiferente, acolhendo-nos contudo, de um modo muito afetuoso.

Era passagem de ano! Como era da tradição da família de minha noiva e minha também, estávamos no culto de ano novo. Para mim era um momento muito gostoso, com a noiva do lado, participando de um culto, era uma coisa que sempre me emocionava e me fazia sentir feliz. Mas na realidade bem dentro de mim mesmo eu me questionava; para que todo aquele teatro, se na realidade eu não podia crer em nada daquilo. Para mim a religião era apenas o refúgio daqueles que tinham medo de buscar a essência da verdade. Eram pessoas embriagadas pelo licor da fé em face das perguntas que elas mesmas se faziam e não sabiam responder. Eu não podia compartilhar com elas, pois eu era um livre pensador, desbravador da verdade, estivesse ela onde estivesse. Os pastores me pareciam pessoas muito boas e até virtuosas e possuidoras de um bom conhecimento da verdade. Mas para mim eles haviam alcançado um bom nível de conhecimentos, suficientes para persuadir as pessoas a seguir a fé e nada mais do que isto, eram apenas profissionais da fé e alguns até mercenários fazendo fortuna com a boa fé e a crendice popular. As igrejas eram instituições acolhedoras e até necessárias desde que submetidas aos limites da moral vigente na sociedade onde estivessem inseridas. A Igreja não poderia fazer como Jesus, ele sim, era mestre, conhecia todas as verdades e não devia obediência a nenhuma ordem política ou social. Era um revolucionário e por isto o mundo não o suportou. Como a igreja poderia se dizer herdeira e representante de Jesus se o seu comportamento era tão diferente. Os sacerdotes se tornavam mais queridos e mais respeitáveis, justamente quando se mostravam solidários e submissos aos mais poderosos.

Enquanto estes pensamentos iam sendo formulados em minha mente, o culto transcorria  dentro do ritual de sempre, inspirador, conciliador e profundamente conservador. Era tudo muito lindo, era dia de ano, depois do culto teríamos muitos fogos e fartas ceias, bem como o povo gosta.

Mas houve um momento em que a minha mente cristalizou em uma pergunta: o que ou quem é Deus?
Nos últimos anos, isto é, da primavera de l956 até o presente, esta pergunta me levou a muitas leituras e pesquisas. Em busca desta resposta me envolvi com muitos grupos de pesquisa, geralmente denominados de livres pensadores. Li as obras fundamentais de Alan Kardek, freqüentei o espiritismo em diversas modalidade, isto é, kardecismo, umbanda, quibanda, expressões afro-brasileiras, li muitas obras dos filósofos antigos, modernos e contemporâneo, estudei parapsicologia, fiz cursos com diversos mestres em ioga, hermetismo, hipnose, egiptologia, freqüentei diversas escolas místicas onde pude conhecer os fundamentos das magias, da mediunidade, das curas a distância, da expansão mental e emocional, técnicas de auto aperfeiçoamento, memorização, esoterismo, misticismo e muitas outras artes e conhecimentos da percepção extra sensorial. Agora pergunto para mim mesmo, para que serviu tudo isto se não obtive nem ao menos respostas para perguntas tão elementares, tais como: quem é Deus, de onde vim, para que nasci e para onde irei. Todas estas questões fervilhavam na minha mente. Uma figura de homem alto, elegantemente vestido, aspecto de pastor surge na tela de minha mente, era o Rev. Adriel de Souza Motta, pastor metodista que fora meu capelão no Instituto Granbery da Igreja Metodista em Juiz de Fora nos anos de l955 a l959. Ele olhava para mim com aquele olhar de sempre que parecia mais querer ouvir do que mesmo falar, e como sabia ouvir e falar exatamente o necessário para a gente entender. Comigo, certa vez, ele parou por quase  meia hora e me ouviu sobre as minhas grandes decepções com o Deus que eu deveria servir e recomendar as pessoas. Um Deus que falhara ao fazer o homem, perdendo o controle sobre o mesmo, permitindo que satanás se assenhoreasse de sua obra, um Deus que se irava e que num momento de angústia se arrependeu de ter feito o homem e mandou um dilúvio para destruí-lo, quanta dor, quantas crianças inocentes morrendo afogadas, um Deus que tolera a injustiça e que negocia com o Diabo como no caso de Jó. Não eu não saberia como justificar diante das pessoas um Deus assim e muito menos chamá-las a servi-lo e adorar. Depois de ouvir todos estes disparates, Ele olhou para mim e disse; posso orar por você? Eu respondi; é claro, acho que estou necessitado disto! Ele orou  com palavras de amor e compreensão sem nenhuma exortação ou intenção de me dar qualquer resposta. Aquilo me impressionou profundamente. Após o amém, Ele me recomendou Habacuque e me deu um breve esboço de estudo deste livro, esboço que ainda conservo anotado em minha bíblia até os dias de hoje e que já serviu para muitas mensagens e estudos.

Agora tenho a minha frente, mentalmente, uma tela branca e o culto vai chegando ao seu final. Não me pergunte pela mensagem do pastor porque desta nenhuma lembrança ficou em minha memória. Agora sim, lembro como se fosse a meia hora atrás, o pastor alerta que estamos aproximando da meia noite, eu olhei meu relógio, eram exatamente 23h:55min,  ele manda que toda a Igreja se ponha de joelho para passar de ano em oração. Eu me ajoelhei como os demais. Agora questiono minha atitude, me condeno de hipócrita e outras coisas mais, pelo fato de estar ali de joelho participando de um ato que eu não acreditava. Novamente o meu pensamento fixa na pergunta; o que ou quem é Deus? Eu repito esta pergunta diversas vezes e desafio que se Ele existe que então me esclareça agora sobre sua existência. O Pastor havia determinado que os  presentes fizessem citações bíblicas ou expressões de louvor durante o tempo que estivéssimos ajoelhados. A minha mente fixa na pergunta de tal forma que minha noiva notou que alguma coisa estranha acontecia comigo. No momento de maior angustia, quando exclamei com mais fervor (mentalmente) o que ou quem é Deus!!! Um irmão bem lá no fundo da Igreja falou com vós muito forte “DEUS É AMOR”. (neste momento quando registro estas coisas, sinto aquela emoção e me sinto obrigado a fazer uma pausa para controlar o coração que acelera, apesar do marca passo que o controla.)

Nota. O PAM não visa, absolutamente angariar recursos financeiros ou patrimoniais de qualquer espécie para o seu elaborador. Ele se sustenta com os recursos do próprio autor que é aposentado e que além de contribuir para a sua Igreja Local, destina de sua aposentadoria o valor necessário para a sua manutenção.

Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam).

(Meus endereços eletrônicos: www.alfredopam.adm.br - Email: alfredovieira3@gmail.com  -  Blogs: alfredopam.blogspot.com.br  - pamcvl.blogspot.com.br- Posto também: na OTPB- otpbdobrasil ning.com  -  Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil  -  e na WWW.ubeblogs.com.br – União de Blogueiros Evangélicos).

(Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAMCVL. Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se  apenas a citação da fonte: PAMCVL-Alfredopam. Seu uso é exclusivamente para a Ação Missionária sem fins lucrativos.

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