quinta-feira, 14 de agosto de 2014

OITAVA CARTA.



Quinta-Feira, 14 de agosto de 2014.

Oitava Carta.

 

 Se você quer habitar no esconderijo do Deus Altíssimo. irá descansar a sombra do Deus Onipotente e mil cairão ao seu lado e dez mil a sua direita mas você não será atingido(a).(Salmo 91). Deus te dará força para resistir firme na fé, guerrear e vencer a batalha e conseqüentemente a guerra. Nenhum mal te sucederá, e praga alguma chegará a sua tenda. Ele dará ordem aos seus anjos para te guardar. Um caminho seguro numa paisagem maravilhosa nos aguarda, é a promessa de Deus que vamos herdar.  Ele deseja que você venha e reconheça Jesus como seu Senhor e Salvador, e o adore pelo que Ele é, não pelo que Ele tem para dar. Então o anjo do Senhor irá acampar ao seu redor e te livrar. E se você habitar no esconderijo do Deus Altíssimo, com certeza irá descansar a sombra do Deus Onipotente. “Tornai-vos, pois praticantes da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos”. (Tiago1.22).- 09/01/2013- Quarta Feira – 08/08/2014- Sexta Feira – Alfredopam.

001- S H A L O M

Com o rosto radiante e cheio de felicidade, um amigo me saudou afetuosamente: SHALOM.
Shalom, ele me disse ao perceber estranheza em meu rosto e me explicou:
Shalom é uma saudação hebraica e cada uma das letras expressa um sentimento:
S – Saúde, H – Humildade,  A – Amor,  L – Liberdade,  O – Obediência,  M – Misericórdia.
Unindo, SHALOM em hebraico significa: paz, integridade, calma, tranquilidade, saúde, bem-estar ...
É esse o meu desejo para você, agora e sempre: Um intenso, Um imenso SHALOM, repleto de amor    para que tenha felicidade em todos os momentos de sua vida.
Não esqueça de saudar seus amigos com um SHALOM cada vez que os encontrar e que eles sintam neste mundo maravilhoso, que não estão sós e há quem os ama.
A você que lê esta mensagem, que Deus te abençoe abundantemente hoje, amanhã e sempre. – 10/01/2013- Quinta Feira – 09/08/2014- Sábado - Alfredopam.


002- Eu andava de cabeça baixa durante um dos períodos mais críticos de minha vida, quando ainda adolescente (1953 em Além Paraíba – MG), quando um irmão mais vivido me abordou e perguntou: porque você anda de cabeça baixa ultimamente? Sem saber o que responder, eu disse que era para imitar a humildade de Jesus. O irmão então reagiu dizendo que Jesus nunca andou de cabeça baixa, pelo contrário ele olhava as pessoas pelos olhos e enxergava-lhes até a alma. Mesmo na cruz ele não baixou a cabeça, olhou para o mundo a favor de quem ele era sacrificado. Olhou os amigos e parentes dando inclusive algumas recomendações finais. E por fim levantou a cabeça aos céus e clamou pelo apoio do Pai. A verdadeira humildade de Jesus é estar disponível para a vida, para o próximo e para Deus. – 11/01/2013- Sexta Feira – 10/08/2014- Domingo – Alfredopam.



Qualquer coisa, por mais simples ou mais complexa que seja, inicialmente foi pensada por alguém que a definiu por palavras, para que uma mente inteligente a formalizasse. A partir daí dá se início a um processo que fará com que ela se torne uma realidade concreta ao alcance dos nossos sentidos poderem perceber e avaliar. Será que o universo que podemos perceber e avaliar não segue as mesmas leis que regem a formação desses objetos? Não vejo como negar a existência de uma inteligência arquiteta que esteja dando forma em todo o universo macro e micro. “No princípio criou Deus os céus e a terra.” (Gênesis 1.1)- No princípio era o Verbo (a palavra), e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. (João 1.1-3) – 12/01/2013- Sábado -11/08/2014- Segunda Feira – Alfredopam.


Eu estava em um daqueles dias em que a mente não consegue discernir o lado positivo da vida. O próprio tempo não ajudava. Apesar de ser verão, eu não conseguia vislumbrar da janela do meu quarto o sol brilhando. Enxergava apenas o céu nublado, negando a passagem dos raios solares e uma neblina que fazia úmido até a própria alma. Com muito esforço, troquei de roupa para ir até ao Correio e verificar minha Caixa Postal.  Lá chegando e espalhando minha correspondência sobre a mesa de jantar, deparei-me com uma folha que trazia como texto: “UMA CARTA DO CÉU’. Pensei com os meus botões: estou mesmo precisando de algo que venha do céu, pois as daqui da terra estão muito enfadonhas. – 13/01/2013- Domingo – 12/08/2014- Terça Feira – Alfredopam.

 O Desespero. Uma mensagem profética para a sua vida.
Você terá a impressão de que algo o atrapalha na realização dos seus objetivos. A causa poderia revelar-se em uma sua desconfiança ou fechamento em relação aos outros. É então conveniente que agora você dissolva e disperse as suas tensões: você pode abrir-se com a máxima confiança no próximo. Deus e toda a natureza estão a seu favor. Deus é apaixonado por você. Só a paixão nos leva a morrer ou a matar  por alguém. Deus se fez homem, viveu entre nós e morreu por você. A expectativa dele é que você também se apaixone por ele. – 14/01/2013-
Segunda Feira – 13/08/2014- Quarta Feira – Alfedopam.

Para o Cristão Novo a vida toma um novo sentido de liberdade, inteiramente novo. É consequência do contato com JESUS, a “Verdade que Liberta”.  O velho havia passado, como se nunca tivesse existido. Era como despertar de um sonho, no qual o vício havia somente parecido real até que compreendi que nunca havia feito parte de mim. Esse despertar está poeticamente expressado em um verso de um hino que nos desafia a rasgar o véu, abrir portas e janelas e deixar a luz entrar:
Ó Sonhador, desperta do teu sonho;
Ó tu, cativo, te ergue livre e são.
O Cristo rasga o denso véu do erro,
E vem abrir as portas da prisão.
(Rosa M. Turner, Hinário da Ciência Cristã, 202). – 15/01/2013- Terça Feira – 14/08/2014- Quinta Feira – Alfredopam.

 OITAVA CARTA.
  
A ÚLTIMA FASE DO PAM- PROJETO AMOR: CRISTO, VERDADE QUE LIBERTA INICIOU EM 27/06/2014- SEXTA FEIRA.

8ª FASE.

ESSA FASE CONSTITUIRÁ DE 25 CARTAS A CONTAR DA PRIMEIRA CARTA PUBLICADA EM 27/06/2014- SEXTA FEIRA.
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A partir desta Carta estaremos publicando o material que fornece conhecimentos essenciais para o crescimento espiritual e emocional naquele que deseja se colocar a serviço da missão de Deus neste planeta, independente de raça, ideologia política, cultura e religião. São chamados de um modo genérico de “Tementes a Deus”.

Em princípio trabalharemos algumas questões  éticas relativas a diversos relacionamentos.

Terceiro módulo – Relacionamento com o sagrado (místico, religioso e espiritual)


Textos Básicos

·        O processo do Conhecimento de Deus.

Pela inteligência conhecemos os objetos através de sua passagem pelos sentidos; formamos a ideia das coisas, abstraindo a forma que nos é introduzida na inteligência.
Para o conhecimento de pessoa, esse processo é insuficiente, pois pessoa não é objeto de laboratório; ela só será conhecida, caso se revele. A abertura através do diálogo é fundamental para o conhecimento interpessoal. Isso se realiza progressivamente, ao longo da história da pessoa. Ora, com relação a Deus, pela nossa inteligência, quando muito podemos perceber a necessidade de sua existência e alguns atributos bastante abstratos. Precisamos de sua revelação ou manifestação para saber de fato quem Ele é. Justamente aqui entra o papel das religiões; estas propõem vindas ou encarnações de Deus no mundo, geralmente contidas em escritos sagrados, como o judaísmo, hinduísmo, cristianismo, islamismo, etc. (P/AViS/Primavera/1968).

·        “Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram. Da terra brota a verdade, dos céus a justiça baixa o seu olhar.” (Sl 85.10-11). Esta é a visão do Salmista: manter a tensão na busca de uma ética que inclua o sagrado e reconstrua a esperança.

·        A Graça do Altíssimo vai-se concretizando ao passo que os excluídos vão se tornando objetos de mudança social, buscando a igualdade, a liberdade e a fraternidade entre todos, não importando seu gênero, nacionalidade, credo religioso ou condição social. (P/AViS-Primavera/2.008).

·        A ética tem quatro princípios básicos: o princípio do respeito, da justiça, da solidariedade e do bem-comum. Se você segue esses quatro princípios,  tenha a certeza de que você já está no caminho da ética.


Introdução

 

Como dissemos no módulo anterior:  “O homem é um ser espiritual. Tomamos aqui a palavra “espírito” no sentido bíblico-cristão; é a dimensão do infinito que existe no homem, que por sua vez, é satisfeita com  a presença de Deus na vida da pessoa; portanto, a religião, uma das formas mais comum de viver a fé, é a resposta a esse anseio do homem. Também aqui a ética encontra fenômenos a serem estudados: a liberdade religiosa, as crenças, as magias, as superstições, o pecado, o mercado religioso, etc.”

C.J. Hernandez em seu livro “O Lugar do Sagrado na Terapia” descreve de forma magistral o relacionamento íntimo que deve haver entre o homem e Deus para assegurar uma vida saudável: “ABBA (PAPAI), COMO RESPOSTA AO RECONHECIMENTO QUE DISSOLVE A ANGÚSTIA DA SEPARAÇÃO -  A angústia primordial traduz o sofrimento da separação. A consciência embrionária, para levar em conta essa separação, pergunta-se pela origem da vida. Entre a origem e a separação, transcorrem todos os fantasmas que habitam a noite na qual o herói vigia as armas. É por isso que a biografia, necessariamente, contará o confronto e a ruptura com a mãe natureza. O sentimento que surge dessa separação dilacerante, será a experiência fundamental onde se recebe a voz do reconhecimento. O reconhecimento primordial é o que dá Jesus Cristo ao revelar que Deus pode ser requerido como Abba (papai). Segundo Jeremias, essa expressão foi a que provocou o escândalo maior nos Judeus contemporâneo de Jesus Cristo. Eles não podiam entender essa familiaridade. Sua dureza de coração é também um símbolo da dificuldade que ainda temos para encontrar um Deus que seja papai... Por tudo isso, dizemos que o sagrado contém os símbolos primordiais, tais como redenção, reconciliação,  ressurreição, (libertação, renúncia e amor*), através dos quais o sofrimento é desligado do sem-sentido ou, até mesmo, do demônio...”

Assim, o homem consegue transferir o que lhe incomoda para os deuses (anjos ou demônios, não importa) à semelhança de Adão que transferiu para a Eva a culpa do seu erro e dela (Eva) que transferiu para a serpente.- (P/AViS- Primavera de 2009).

 Estaremos fazendo três abordagens como base de discussão:

a)    O Homem, este desconhecido;
b)   O Homem em busca da liberdade e da verdade;
c)    O Homem e o Tempo.

O Homem, este desconhecido

 

Esquecemos o que a religião e a ética ensinam: só a verdade liberta. Disse o Grande Mestre Jesus: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

Para Sartre (1905-1980), é o homem com sua liberdade que deve escolher, criar e inventar seus valores. A interpretação da realidade e sua escolha são totalmente subjetivas. O homem é aquilo que deseja ser; ele é o seu projeto; é o homem quem legisla o que quer ser: “O homem é livre; o homem é liberdade (...) o homem está condenado a ser livre”.

Esta é a grande questão, afinal de contas o homem poderá vir a ser livre? Os filósofos tradicionalmente perguntam se o homem é livre ou não? Nós ignoramos essa pergunta e afirmamos que o homem não é livre, colocando a questão em termos mais práticos e viáveis, perguntando então; o homem poderá vir a ser livre?

Para responder essa questão vamos recorrer à Antropologia, analisando com brevidade as suas perspectivas.

Primeira: Perspectiva Cosmocêntrica. – Considera o mundo como o ponto de partida para a análise do homem; a visão que se tem do mundo determina a compreensão do homem. Representantes: Platão, Aristóteles, os Epicureus, os Estóicos e outros.

Segunda: Perspectiva Teocêntrica. – Considera o homem a partir da Revelação bíblica. Representantes: Os chamados Doutores da Igreja, os Escolásticos; os Reformadores e os Contra Reformadores.

Terceira: Antropocêntrica. – Considera o homem como o próprio ponto de referência, enfocando algum aspecto que lhe seja peculiar. “O homem é a sua própria medida ou padrão”. Representantes: A Filosofia Moderna de modo geral; Descartes, Hume, passando por Kant, Hegel, Freud, Nietzche, Heidegger e outros.

Quarta: Cristocêntrica. Considera o homem a partir dos ensinamentos de Cristo como revelação “Emanuel” (Deus se fez presente entre os homens) e a revelação do Espírito Santo que é dinâmica e completa naquele que crê aquilo que Jesus não ensinou porque os discípulos não estavam prontos para receber esses ensinamentos. Representantes; Os Evangélicos em geral

Concluindo podemos dizer que há esperança para o homem e para o nosso planeta, porém está muito mais na dependência do próprio homem do que de qualquer princípio, filosófico, religioso ou ideológico. Daí a importância do aprofundamento do estudo da ética, vista não como uma solução em si, mas uma busca constante da verdade, incluindo todos os segmentos do saber humano, promovendo o respeito numa ação conciliadora. A ética pode contribuir, de maneira decisiva, para que o homem possa libertar de dentro de si, aquilo que o Apóstolo Paulo chama de “O Homem Interior” que luta contra o “homem exterior” e assim promover a salvação da humanidade.

“E o homem que determina as decisões dos céus, e não o contrário”.

O Homem em Busca da Liberdade e da Verdade

 

A pessoa humana, com sua complexidade, sempre foi alvo das mais diversas observações. Isto se deve, em parte, à dificuldade em se definir o homem, prever suas reações, enquadrá-lo dentro de padrões definitivos. O homem é sempre um ser imprevisível; ele é incompreensível, um abismo, um mistério...

Exemplificando, em parte, o que estamos dizendo, Diógenes de Sinope (cerca de 413-323 AC) foi visto em Atenas, em plena luz do dia, com uma lanterna acesa e dizendo: “Procuro um homem.”

Com todo o conhecimento que o homem tem adquirido nestes últimos séculos, ele ainda não conseguiu se conhecer para resolver seus problemas. Ele explica o micro e macrocosmo, viaja pelo espaço, visita planetas, conhece as partículas microscópicas das moléculas, das bactérias e vírus, mas não consegue resolver os grandes problemas que afligem o seu relacionamento com os semelhantes e nem com a natureza. As guerras são cada vez mais cruentas, os rios e a atmosfera são poluídos, colocando em risco a possibilidade de sobrevivência do homem na terra, mas, contudo isto, ele continua na sua vaidade e no seu egoísmo, buscando o domínio sobre tudo e sobre todos a qualquer custo. A violência toma novas formas e a sociedade se torna refém da sua própria ganância e desejo de acumular riquezas em detrimentos de muitos que vivem excluídos e carentes até mesmo do mínimo para a sua sobrevivência. A corrupção campeia nos meios políticos e serviços públicos numa verdadeira geléia putrefata e nojenta que os homens de bem já não sabem mais como conviver. Por outro lado cresce a omissão daqueles que pela graça de Deus têm tendência para o bem. Alguns poucos homens têm coragem de se posicionar a favor da honestidade e da dignidade. Mas logo são marginalizados, perseguidos e até mortos. Este é um quadro bastante negro da sociedade atual, mas também bastante real.

Paulo destacou esse conflito no homem dizendo o seguinte: “Porque o que faço não aprovo; pois o que quero fazer, isso não faço, mas o que me aborrece, isso faço.” (Rm 7. 15).
Nenhuma outra época soube tão pouco do homem do que a nossa.
O pensador inglês, Thomas Hobbes (1588-1679), observou, em 1651, que os homens, por serem egoístas, estão sempre se destruindo, quer a pretexto de competição, de desconfiança, ou de glória. (Leviatã, São Paulo – Abril Cultural).  Por isso, há uma guerra constante; que é de todos os homens contra todos os homens. A máxima: “se queres a paz, prepara-te para a guerra”, cada vez mais se torna real nas relações entre os homens e as nações.

O homem, pela sua própria natureza, busca a liberdade, mas se torna cada vez mais escravo de si mesmo e muita vez morre de forma inglória se julgando mártir da luta pela Liberdade e a Verdade...

O Homem e o Tempo


“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.” (Ec 3. 1).

O que fazer com a sensação de que o tempo sempre é curto e não permite que façamos as coisas que gostaríamos? Sempre que vem um novo ano, percebemos como o tempo voa. Eu sou um apaixonado pelas coisas da vida e amo tudo o que faço.

Mas no anseio de viver fazendo de tudo um pouco, descobri que acabo fazendo quase nada de tudo. Muitos são assim.

O Senhor Jesus disse: “Aquele que quiser salvar sua vida (o seu tempo de vida) perdê-la-á: mas aquele que perder sua vida por amor de mim e do meu reino, esse a salvará”.

Se você é como eu, um faz tudo maníaco que se frustra por acabar fazendo muito pouco no final, talvez possa lucrar com o que aprendi e que transformou minha vida de um turbilhão confuso numa corrente intensa e constante que opera mudanças significativas: o primeiro passo para a verdadeira eficácia é ter um propósito específico. A maioria das pessoas simplesmente “vive” sem propósito.

Não ter um propósito é condenar-se à frustração e ao fracasso no final. Essa é a mãe da depressão. Já outros (como eu) possuem propósitos demais e acabam divididos. A Bíblia diz que o homem de coração dividido não alcançará coisa alguma. Quando se desejam todas as coisas de uma vez, tudo é raso, malfeito, incompleto. Esses são os que começam cinco faculdades diferentes e não termina nenhuma.

Há muitas coisas empolgantes e desejáveis no mundo, mas uma só vida para experimentá-las. O que merece o investimento de minha vida? Servir ao Senhor com certeza! Perder (gastar) a vida em favor de Cristo e seu Reino é o propósito que vale a pena.

Onde? Ah, isso varia. Cada um tem um chamado específico. Se você consultar ao Senhor, em oração e buscar com perseverança, encontrará o que Ele espera de você. Aplique o seu coração e o seu tempo em uma direção específica – seja um homem de um só propósito diante de Deus, e a própria vida o levará a sério. Cada propósito consumado nos prepara para um novo propósito e é assim que nos tornaremos uma pessoa de sucesso diante de Deus e dos homens.

“Disse-lhes pois Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo, mas o vosso tempo sempre está pronto.” (Jo 7. 6).

       Agora a palavra está com os presentes para qualquer consideração que julgar objetiva e conveniente.
Após o uso da palavra pelos presentes, o preletor tentará dar respostas ou abordar os assuntos propostos de forma breve e sucinta, dividindo os presentes em pequenos grupos.

Relatórios dos grupos:

Nome do grupo: (se possível, o nome dos participantes ou o número dos mesmos)
Questões a serem respondidas pelo grupo:

a - O que significa para o grupo o Tema proposto?
b - Os assuntos abordados pelo conferencista têm alguma coisa a ver com a nossa realidade?
c - Dos três tópicos abordados destaque um como mais importante.
d - Faça três ou mais destaques sobre o tópico considerado mais importante.
e - Faça um breve resumo da discussão realizada.

Questões a serem encaminhadas para o grande grupo:

·        Perguntas ao preletor:


·        Propostas de encaminhamento:

·        Sugestões e observações finais:

·        Avaliação: Nota de 1 a 5 pela validade e oportunidade da reunião.

 

Conclusão

No passado,  os sábios faziam relação entre os sonhos e a função do profeta, isto é, o homem que conhece e fala com Deus. Há sonhos e pesadelos: a diferença entre eles é que o sonho proclama a vontade de Deus de forma transparente e corajosa, enquanto o pesadelo é tolerante e procura falar daquilo que o povo gosta e deseja ouvir. O sonho aponta para o Reino de Deus e o pesadelo reforça o Reino dos Homens.

Podemos ter sonhos e pesadelos de forma inconsciente, porém existem aqueles que proclamam o pesadelo para explorar a boa fé do povo e tirar proveito próprio com a proclamação de heresias e enganos que só servem para semear a discórdia a descrença no “Deus Altíssimo” e assim manter a sociedade escrava das injustiças e da violência. O Espírito Santo convoca homens para serem profetas que sonham para que sejam instrumentos de transformação da sociedade.

Jeremias, profeta do Velho Testamento, (Jr 17.14), depois de uma forte mensagem de julgamento e exortação ao povo, depois de amaldiçoar sua condição de pecado e chorar por sua degradação, exclama: “Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me, e serei salvo: porque tu és o meu louvor”. Há relação entre saúde, santidade e salvação.  Do latim, a raiz “san”, da qual origina sanidade e saúde, assemelha-se à palavra “salvus” que significa salvação. Assim, podemos afirmar que existe uma estreita afinidade entre sanidade, salvação e santidade.

Quando propusemos falar da Ética do Relacionamento com o Sagrado, era nossa intenção despertar no leitor a ideia de que a ética tem muito a ver com a “Graça de Deus”; e esta “Ética e Graça” só têm sentido quando nos faz voltar para o “Deus Altíssimo”, “O Inefável”, “O Eu Sou” aquele que é o que é, “O Alfa e Ômega” e nos libertar das crendices e dos milhares de deuses que povoam as mentes dos homens tomando o lugar do “DEUS” que  é “AMOR”. Este é o Deus que nos chama e nos adverte que se queremos amá-lo, devemos primeiramente amar ao próximo, onde ele, verdadeiramente, se revela.{47}

Esta “Ética e Graça” afirmam que  somos capazes de lutar pela transformação dos pesadelos em sonhos e os sonhos em manifestações de sanidade, santidade e salvação.

“Uma ética que rompe a escravidão do conformismo e que nos faz sonhar com novas visões é sinal do Reino. Uma ética baseada no AMOR pode tudo.”

Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam).

(Meus endereços eletrônicos: www.alfredopam.adm.br - Email: alfredovieira3@gmail.com  -  Blogs: alfredopam.blogspot.com.br  - pamcvl.blogspot.com.br- Posto também: na OTPB- otpbdobrasil ning.com  -  Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil  -  e na WWW.ubeblogs.com.br – União de Blogueiros Evangélicos).

(Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAMCVL. Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se  apenas a citação da fonte: PAMCVL-Alfredopam. Seu uso é exclusivamente para a Ação Missionária sem fins lucrativos.

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