Quinta-Feira, 07 de agosto de 2014.
Sétima Carta.
PARA
QUE TODOS SEJAM UM. - Cristo Jesus
tem a glória, manifestação da divindade, porque é Deus, igual ao Pai. O Filho é
Deus igual ao Pai, e desde a Sua Encarnação e nascimento, principalmente na Sua
Morte e Ressurreição, manifestou a Sua divindade: “Vimos a Sua glória, glória
como de Unigênito do Pai” (Jo 1, 14). A glória e a justificação pela graça
apareceram nas Sagradas Escrituras estreitamente unidas: ‘Aqueles que Deus predestinou
também os chamou. E aqueles que chamou também os justificou, e aqueles que
justificou também os glorificou’ (Rm 8, 30). A transformação pela graça
consiste em que os cristãos se tornam cada vez mais semelhantes a Cristo, que é
a imagem do Pai (cfr 2 Cor 4, 4; Hb 1, 2-3.- Alfredopam – 01/08/2014- Sexta
Feira- Alfredopam.
Preponderância
do Pequeno. - Uma Mensagem Profética para a sua Vida. - Este não é o momento certo
para fazer grandes coisas. Agora, de fato, poderá obter algo somente movendo-se
a pequenos passos e mantendo sempre constância no seu caminho. Acontente-se a
cada momento com a posição que alcançou: assim chegará longe e ao sucesso. Somente seremos plenamente satisfeitos quando
estivermos em comunhão perfeita com o nosso Criador. Desejamos isso mais do que
tudo. Na Bíblia, está escrito: “Como o cervo brama pelas correntes das águas,
assim suspira a minha alma por ti, ó Deus!”. – 02/01/2013- Quarta Feira – 02/08/2014-
Sábado- Alfredopam.
A Graça. Uma mensagem profética para a sua vida.
Considere a beleza e busque-a em si e nos outros. Ainda que a beleza não seja tudo, mas um simples ornamento, a sua contemplação pode ser útil para que você reencontre a alegria e otimismo ainda que passageiros e efêmeros. Coloque em destaque a sua beleza e admire a graça alheia. “Dai ao Senhor, ó filhos dos poderosos, daí ao Senhor gloria e força.- Daí ao Senhor a gloria devida ao seu nome; adorai o Senhor na beleza da sua santidade.” (Salmo 29.1 e 2).- 03/01/2013- Quinta Feira – 03/08/2014- Domingo – Alfredopam.
Considere a beleza e busque-a em si e nos outros. Ainda que a beleza não seja tudo, mas um simples ornamento, a sua contemplação pode ser útil para que você reencontre a alegria e otimismo ainda que passageiros e efêmeros. Coloque em destaque a sua beleza e admire a graça alheia. “Dai ao Senhor, ó filhos dos poderosos, daí ao Senhor gloria e força.- Daí ao Senhor a gloria devida ao seu nome; adorai o Senhor na beleza da sua santidade.” (Salmo 29.1 e 2).- 03/01/2013- Quinta Feira – 03/08/2014- Domingo – Alfredopam.
Afinal, sua força
de vontade é bem maior quando faz algo por você do que quando faz pelos
outros. Desejo que descubra o que realmente quer da vida. E vá atrás. As
dificuldades vão aparecer mais leves quando as encarar por algo que está dentro
de você. E quando vai atrás do seu sincero
desejo, acaba descobrindo que soluções para situações complexas podem ser bem
mais simples do que antes imaginava. E desejo que esses últimos dias não sejam
de cobrança pelo que não foi vivido (ou de culpa pelo que foi). “Eu Vim para
que tnham vida e a tenham em abundância.” (João 10. 10). – 04/01/2013- Sexta
Feira - 04/08/2014- Segunda Feira-
Alfredopam.
O Esperado das Nações.
Qual é a mensagem central do Novo Testamento?
O
já há muito esperado libertador do povo judeu e Salvador do mundo, enviado por
Deus para promover o processo de tornar este mundo um lugar melhor, salvando
pessoas de seu comportamento destrutivo e auto-destrutivo, purificando-as de
todo o mal e preparando-as para uma eternidade de prazer sem fim, na companhia
de Deus e todo o Seu povo, era o homem, Jesus de Nazaré.- 06/01/2013- Domingo –
05/08/2014- Terça Feira – Alfredopam.
Sobre o Amor:
“A
inteligência sem amor te faz perverso.
A justiça sem amor te faz implacável.
A diplomacia sem amor te faz hipócrita.
O êxito sem amor te faz arrogante.
A riqueza sem amor te faz avarento.
A docilidade sem amor te faz servil.
A pobreza sem amor te faz orgulhoso
A beleza sem amor te faz escravo.
A autoridade sem amor te faz tirano.
O trabalho sem amor te faz escravo.
A simplicidade sem amor te deprecia.
A lei sem amor te escraviza.
A fé sem amor te deixa fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
E a vida sem amor não tem sentido.
O
amor que nos pega de surpresa, de surpresa também murcha e morre. É paixão. O
amor inspirado na vontade de Deus, pode também nos pegar de surpresa, mas é
amor construído que resiste todos os embates da vida.” (P/AViS-Primavera/l961).- 07/01/2013- Segunda
Feira - 06/08/2014- Quarta Feira – Alfredopam.
Estratégia
Espiritual.- Como um gato brinca com o
rato que já capturou, assim faz o diabo. Ele até permite que alguns se alegrem
em festas, bares, com bebidas, com vícios e até com aquisições. Mas suas vidas
tornam-se fútil, sem equilíbrio e sem real alegria. A estratégia do Diabo é
deixar você pensar que controla a situação, é uma brincadeira de gato e rato,
para que matar se ele pode fazer sofrer durante um longo tempo? A estratégia de
Deus através de Jesus é que “venham todos os que estão cansados de sofrer,
sobrecarregados de problemas, e ELE os aliviará”.(Mateus 11.28).- 08/01/2013-
Terça Feira - 07/08/2014- Quinta Feira.
SÉTIMA
CARTA.
A ÚLTIMA FASE DO PAM- PROJETO AMOR: CRISTO, VERDADE QUE LIBERTA INICIOU EM 27/06/2014- SEXTA FEIRA.
8ª FASE.
ESSA FASE CONSTITUIRÁ DE 25 CARTAS A CONTAR DA PRIMEIRA CARTA PUBLICADA EM 27/06/2014- SEXTA FEIRA.
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A partir desta Carta
estaremos publicando o material que fornece conhecimentos essenciais para o
crescimento espiritual e emocional naquele que deseja se colocar a serviço da
missão de Deus neste planeta, independente de raça, ideologia política, cultura
e religião. São chamados de um modo genérico de “Tementes a Deus”.
Em princípio
trabalharemos algumas questões éticas
relativas a diversos relacionamentos.
Segundo módulo – Relacionamento consigo mesmo (emocional/psíquico);
Textos Básicos
Das Escolhas da Vida
·
Você
poderá ter muitos amigos e conselheiros, mas as decisões mais sérias da sua vida
terão que ser tomadas depois de consultar o seu interior, onde o seu “eu” se esconde e comanda soberano a
maioria de seus atos.
·
É
no seu interior que os valores mais elevados e mais baixos também ficam de
prontidão aguardando a sua decisão.
·
Escolha
com sabedoria e, com certeza, do seu interior fluirá como um rio toda a energia
necessária para conduzi-lo com segurança no caminho da paz e da harmonia
interior.
·
Não
se esqueça nunca de que da mesma forma como os sentimentos interiores reagem, o
seu relacionamento com as emoções do dia-a-dia
reagirão e determinarão fatos positivos ou negativos.
·
A
conquista da “Verdade que Liberta” está em se tornar cada dia mais semelhante
ao Cristo, e aí como diz o Apóstolo Paulo: “você alcançará a plenitude do varão
perfeito” e se tornará imagem e semelhança do Criador. (P/AViS-Primavera/1986).
·
Estilo de Vida é a gestão do
Prazer e da Felicidade (Bem Viver).
·
A maior parte das atitudes para
melhorar seu estilo de vida dependem só de decisão e gerenciamento e não de
dinheiro, como pensa a maioria das pessoas.
- Estilo de vida é cuidar da saúde, conquistar a felicidade e alcançar longevidade saudável
Introdução
Somos de opinião que viver dentro da sociedade atual é ao mesmo tempo
desconcertante e desafiador. É desconcertante porque o ontem foi muito
diferente de hoje e o amanhã é sempre uma incógnita. É desafiador em
consequência desta incerteza que nos convida a rever nossas ideias e opiniões
diariamente. Não há mais como afirmar e nem firmar valores, está tudo em discussão. A
globalização reduziu o planeta a um pequeno bairro, onde todos sabem tudo de
todos. Pela manhã acessamos a internet e o mundo se coloca escancarado à nossa
frente. Corremos o risco de a qualquer momento ouvirmos dizer que o homem
conseguiu produzir a antimatéria e descobriu a célula com a qual Deus deu
início a todas as coisas.
Os jornais anunciam que o “Conseil Européen pour La Recherche Nucléaire
– (CERN) – na Suíça, recentemente
conseguiu produzir as primeiras partículas de antimatéria.
Foi pensando nessas coisas que decidimos escrever Novos Paradigmas da Ética.
Não estamos escrevendo para nenhum grupo em especial. A nossa
intenção é colocar em discussão um assunto que pode parecer próprio dos
intelectuais, em condições de ser discutido pelo povo em geral. Assim,
religiosos, estudantes, livres pensadores, buscadores da verdade em qualquer
comunidade poderão encontrar abordagens que venham a interessar. Não é matéria
apenas para ser lida, mas principalmente, para ser estudada. O tema foi
abordado pelo autor, pela primeira vez em 1979 no meio estudantil.
Foi quando coordenava as Assembléias do Instituto Granbery da Igreja
Metodista, que ele traçou os primeiros tópicos e a metodologia de análise e
discussão. Já naquele tempo era de seu entendimento que a ética não podia ser
vista apenas da maneira clássica como era tratada. Ela abrangia muitos campos
que não eram lembrados pelos mestres e escritores de então. Foi a partir daí
que ele fixou alguns temas interessantes como: ética e saúde, ética e religião,
ética profissional, ética da amizade e outros.
A partir destas experiências
estudantis que ele desenvolveu com outros grupos de tendências diversificadas a
idéia da Ética do Relacionamento e deu início a montagem dos módulos de estudo,
pesquisa e discussão que estão expostos no presente livro. Ele é o resultado de pesquisas, estudos e
discussões durante as aulas, encontros e seminários.
Estaremos fazendo três abordagens como base de discussão:
a) Os “Atos” dependem do “Ser”;
b) Da Natureza Humana;
c) Elementos da Natureza Humana.
Os “Atos” dependem do “Ser”
Todo “Ser” descobre seu verdadeiro sentido ou valor a partir dos
elementos que o compõem, não tomados isoladamente, mas no seu conjunto. Assim,
por exemplo, sabemos que o lápis serve para escrever, uma vez que os
ingredientes de que foi feito a isso se prestam..
A este “Ser” ou “conjunto de elementos” chamamos de “natureza”. Todavia,
esta palavra pode ser entendida em dois sentidos. Num primeiro, que chamamos
“estático” ou “popular”, natureza indica, portanto, aquilo que é oposto a
artifício ou manipulado; por exemplo, uma pedra, que ainda não foi trabalhada
pelo homem, estaria no seu estado natural. Num segundo sentido, que chamamos
“dinâmico” ou “filosófico”, natureza implica o conjunto de leis, forças ou
energias que brotam dum ser e pedem seu crescimento, aperfeiçoamento e
desenvolvimento, que deve ser feito por si mesmo ou por outrem. No caso do “Ser
Humano” a sua natureza exige esse crescimento e ele se dá por forças interiores
e forças exteriores. Esta necessidade de crescimento impõe uma necessidade de
relacionamento; daí a nossa proposta de estudar a “Ética” a partir de diversos
relacionamentos. Estes relacionamentos são infinitos e decisivos para
determinar o tipo de “Ser” que somos. Neste módulo estaremos enfatizando as
forças interiores que definem o crescimento do “Ser Humano”.
“Atos” e “Ser” estão de tal forma ligados que não é possível analisar um
deles sem levar em conta o outro; sempre que falamos em “Ser”, só é possível
identificá-lo pelos seus “atos” e quando falamos em “Atos”, só podemos
entendê-los a partir do “Ser” que os praticou.
Para conhecermos o sentido da vida humana, temos que examinar o conteúdo
do “Ser”, não de uma forma estática e intocável ou previamente calculado e fechado
em compartimentos limitados, mas sim de uma forma dinâmica, transformável e transformadora. A Ética
precisa descobrir as potencialidades internas do ser humano e favorecer o
desabrochamento destas potencialidades através de uma moral desinibidora e motivadora.
Da Natureza Humana
A sede do saber é nata no
ser humano. Desde o nascimento até a nossa morte procuramos conhecer tudo que
nos envolve. Como é isto?.. por que aquilo?.. como é feito?.. De onde vem?
Esta eterna ânsia, que não
se satisfaz nunca, é porque, o que se busca é algo que sempre foge e,
teimosamente se esconde da luz da sabedoria. Cada cortina que se levanta, outra
mais aparece. No campo da ciência, dividimos a matéria até o seu último
fragmento, a molécula. Além desta, seria impossível a divisão sem que as
características físicas da mesma se alterassem. Mas, não ficamos satisfeitos,
esse conhecimento não satisfez a nossa sede, nós queríamos mais; mas o quê?
Fragmentamos a molécula
descobrindo o átomo. Neste estado, o Universo ficou algo diferente. A infinita
complexidade das coisas que o compunham, formas, cores, sabores, manifestados
em coisas simples à primeira vista, como flores, pedras, água, ar, nuvens e
outros, se reduziram em somente 96 elementos. Sim, toda esta infinidade de
belas coisas que compõem o Universo, o mundo em que habitamos, é simples
composições destes 96 tipos de bolinhas sem cor, sem brilho, sem graça.
“Os átomos.”
Ficamos satisfeitos agora?
Não; não é isso que queremos; a ansiedade em busca de algo não acabou, mas continua
maior ainda.
Disseram que o átomo era
indivisível; deveríamos pôr um basta aqui; mas não, a ansiedade nos faz
conseguir levantar mais um véu, abrir mais uma cortina na esperança de
encontrar o que buscamos. Dividimos o átomo e descobrimos suas partículas;
prótons, elétrons e neutrons, ficamos donos de energias descomunais, capazes de
acabar com o próprio planeta em que habitamos, mas não conseguimos acabar com a
ânsia da busca que nos levou até aí.
Penetramos na essência das
partículas, definimos o elétron como sendo UMA PORÇÃO DO NADA NEGATIVAMENTE
CARREGADA.
Que ironia! Desde o começo
buscávamos o TODO e chegamos ao NADA.. Sócrates tinha razão quando dizia: “Só
sei que nada sei”. Mesmo assim não entregamos os pontos; se no todo visível,
não encontramos o que buscamos, viramos os nossos olhos para o invisível.
Criamos deuses e deuses, paraísos, infernos, purgatórios, anjos e demônios e os
colocamos ao nosso serviço para que eles carreguem nossas virtudes e nossas
culpas, mas mesmo assim, a ansiedade da busca não acabou. Que fazer? Como
satisfazer essa sede? O que é que queremos conhecer?
Queremos conhecer o
PRINCÍPIO de tudo, a razão das coisas, o porquê da existência. Neste PRINCÍPO
está o FIM da nossa busca, queremos o ALPHA e o ÔMEGA da razão e da criação. No
âmago do ALPHA e do ÔMEGA está toda a verdade. Esta é a GNOSE do PAN e este PAN
é o ON, é o SOU, a consciência de si mesmo, o “CONHECE-TE A TI MESMO”.
Elementos da Natureza Humana
Queremos destacar agora, para encerrar, os elementos da natureza humana.
Na realidade eles são muitos, aqui por uma questão de metodologia vamos
destacar os seguintes:
a)
O homem é um ser vivo;
b)
O homem é um ser racional;
c)
O homem é membro duma espécie;
d)
O homem é um ser social;
e)
O homem é um ser espiritual.
· O homem é um ser vivo: daí decorre diversas consequências: respeito, conservação e manutenção
de tudo o que é vida no ser humano. Dependendo disso, muitas questões são
colocadas para a ética, independentemente das legislações existentes a
respeito, como: suicídio, homicídio, aborto, pena de morte, transplantes,
transfusão de sangue, experiências no ser humano, entorpecentes, eutanásia,
etc.
· O homem é um ser racional: isto é, uma pessoa, ser dotado de razão e liberdade para coordenar sua
vida. Daqui também se originam diversos problemas éticos: coisificação e
massificação da pessoa, exploração do homem pelo homem, manutenção da
ignorância, exclusão social, etc.
· O homem é membro duma espécie: ou seja, ele é sexualidade, donde surgem inúmeras situações que a
ética deve ajudar a resolver: planejamento familiar, masturbação,
homossexualismo, prostituição, monogamia, virgindade, liberdade sexual, doenças
sexualmente transmissíveis, etc.
· O homem é um ser social: portanto chamado a viver em sociedade, grupo ou comunidade: disso decorrem
vários elementos importantes para a preservação da vida, em que a ética deve
atuar: necessidade de organização da sociedade, tipos de governo, relação entre
autoridade, socialização, trabalho, exercício do poder, liderança, etc.
· O homem é um ser espiritual: tomamos aqui a palavra “espírito” no sentido bíblico-cristão; é a
dimensão do infinito que existe no homem, que por sua vez, é satisfeita
com a presença de Deus na vida da pessoa; portanto, a religião, uma das
formas mais comum de viver a fé, é a resposta a esse anseio do homem. Também
aqui a ética encontra fenômenos a serem estudados: a liberdade religiosa, as
crenças, as magias, as superstições, o pecado, o mercado religioso, etc.
Agora a palavra está com os presentes para qualquer consideração que
julgar objetiva e conveniente.
Após o uso da palavra pelos presentes, o preletor tentará dar respostas
ou abordar os assuntos propostos de forma breve e sucinta, dividindo os
presentes em pequenos grupos.
Relatórios dos grupos:
Nome do grupo: (se possível, o nome dos participantes ou o número dos
mesmos)
Questões a serem
respondidas pelo grupo:
a) O que significa para o grupo o Tema proposto?
b) Os assuntos abordados pelo conferencista têm alguma coisa a ver com a
nossa realidade?
c) Dos três tópicos abordados destaque um como mais importante.
d) Faça três ou mais destaques sobre o tópico considerado mais importante.
e) Faça um breve resumo da discussão realizada.
Questões a serem
encaminhadas para o grande grupo:
·
Perguntas ao preletor:
·
Propostas de encaminhamento:
·
Sugestões e observações finais:
·
Avaliação: Nota de 1 a 5 pela validade e
oportunidade da reunião.
Conclusão
A vida em grande parte é ação interna como acabamos de ver. Manifesta-se
exteriormente: no brotar, no crescer, no verdecer, no florir, no frutificar das
plantas; no crescer, no multiplicar-se, no mover-se próprio dos animais, bem
como na evolução das espécies para além dos organismos individuais, evolução
essa que produz continuamente novas formas no transcurso dos séculos, mas
sempre vindas de uma energia interior que foge à compreensão do homem que está
sempre a indagar: o que é a vida?
A vida é sempre um devir continuo, como um desdobrar-se de dentro para
fora, inesgotavelmente, multiforme, em oposição à rigidez e uniformidade dos
corpos inanimados.
Contudo, apesar dessa riqueza, a vida tal como se manifesta nas
múltiplas formas interiores e exteriores, como também no conjunto da natureza,
é, outrossim, apesar dessa plenitude e poder aparente, uma vida indigente,
escassa e frágil.
“A Vida só pode vir da vida.” (P/AViS-Primavera/1.969)
É justamente essa indigência, essa fragilidade que deve nos levar à
busca do conhecimento interior, onde, à semelhança de um vulcão incandescente,
fervem todas as nossas angústias e incertezas, carecendo de uma busca constante
da “Verdade que Liberta” que se encontra dentro de nós mesmos.
Fala-se da importância da “Introspecção” para alcançar o
“autoconhecimento”, e aí perguntamos: o que é a “introspecção”?
Numa abordagem bem simples podemos dizer que a Introspecção é o ato pelo qual o sujeito
observa os conteúdos de seus próprios estados mentais, tomando consciência dos
mesmos. Dentre os possíveis conteúdos mentais passíveis de introspecção,
destacam-se as crenças, as imagens mentais (sejam visuais, auditivas,
olfativas, sonoras, tácteis), as intenções, as emoções e o conteúdo do
pensamento em geral (conceitos, raciocínios, associações de ideias).
Há um debate contemporâneo nos campos da Epistemologia e da Filosofia da
Mente acerca da natureza, das características e da validade do conhecimento
gerado pela introspecção (autoconhecimento). Um exemplo de questão levantada
neste âmbito é a seguinte: Na introspecção, o sujeito tem acesso direto (não
mediado, não inferencial) ao objeto?
Cabe agora a cada um dos presentes de posse de todas essas informações,
buscar com insistência uma compreensão cada vez mais profunda de si mesmo, pois
é a partir da paz e da harmonia interior que vivemos bem a vida e relacionamos
de maneira positiva com o nosso próximo.
A LEI DAS MUDANÇAS CONSTANTES: O que era ontem hoje já não é;
o que é hoje amanhã já não será. (Alfredopam/Primavera de 2013).
Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA
nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre.
AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam).
(Meus endereços eletrônicos: www.alfredopam.adm.br - Email: alfredovieira3@gmail.com -
Blogs: alfredopam.blogspot.com.br
- pamcvl.blogspot.com.br- Posto também: na OTPB- otpbdobrasil
ning.com - Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil - e na
WWW.ubeblogs.com.br – União de
Blogueiros Evangélicos).
(Todo material desse blog pertence ao
arquivo do PAMCVL. Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se apenas a citação da fonte: PAMCVL-Alfredopam.
Seu uso é exclusivamente para a Ação Missionária sem fins lucrativos.
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