13/02/2013-
Quarta Feira- Ducentésima Décima Nona Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade
vos Libertará”. (João 8.32).
A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.
A Mensagem do Dia.
O que
será que Deus gostaria que eu fizesse? Faça essa pergunta a si mesmo e
não permita que o mundo modele e determine qual será a direção de sua vida.
Jesus Cristo disse que “ como aconteceu nos dias de Ló, assim será no dia em
que o filho do homem se há de manifestar. Comiam, bebiam, compravam, vendiam,
plantavam e edificavam. Mas no dia em
que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre e os
consumiu a todos.(LC 17:28,30).Ao que parece ele não era uma pessoa séria o
suficiente para que se acreditasse nele. Seus genros pensaram que ele estava
brincando quando disse que a cidade seria destruída (Gn 19:14). O Anjo do
Senhor precisou agarrá-los pelos braços, a Ló, sua esposa e filhas, para
levá-los para fora da cidade. A família estava quase segura, quando a mulher de
Ló olhou para trás e na sua desobediência ficou imortalizada numa estatua
de sal. – 13/02/2013- Quarta Feira de Cinzas.
Notas e Reflexões.
06- O Homem
é um Ser Pensante e Cognoscitivo
René Descartes (1596-1650), considerado o Pai
da Filosofia Moderna, após escrever a sua célebre frase “eu penso, logo existo”
(Discurso do Método, São Paulo – Abril-Cultural – Os Pensadores, 15 – l973, IV,
p.54), conclui que ele, como homem, era “uma substância cuja essência ou
natureza consiste apenas em pensar(...)” (Ibidem., p.55). Baixe. Pascal
(1623-1662), adversário da Filosofia de Descartes, também admitia o pensamento
como algo essencial ao homem dizendo: “O homem não passa de um caniço, o mais
fraco da natureza, mas é um caniço pensante (...). Toda a nossa dignidade
consiste, pois, no pensamento (...). Trabalhemos, pois, para bem pensar: eis o
princípio da moral.” (Pensamentos, op. Cit. VI. 347, PP. 127-128.). O homem,
sem dúvida, foi feito para pensar e é a partir disto que ele se fez diferente
dos outros animais.
Jesus Cristo
mostrou ao povo que os homens, por mais simples que sejam, sabem pensar e
raciocinar, e isto era evidente na interpretação das condições climáticas.
Todavia, Ele os recrimina por não estarem usando desta capacidade para discernir
o que era justo no que se referia ao próprio Cristo (Lc 12.54-57). Jesus dá a
entender que, nesta questão, eles eram apenas conduzidos pelos seus interesses
circunstanciais. “Não julgavam por si mesmos porque não estavam realmente
interessados em verificar com quem estava a razão (...) Não utilizar a própria
razão para verificar onde está a verdade religiosa acarreta ao homem o juízo de
Deus.” (B. Ribeiro, Terra da Promessa, São Paulo, O Semeador, l988, p. 54.)
Para
Aristóteles (384-322 aC),
esta é a diferença entre o homem; uns só querem a verdade a seu favor e outros
conseguem ver e perceber a verdade em cada momento diferente e em cada classe
de coisas. Precisamos aprender a usar a nossa razão para avaliar o que
aprendemos ou pensamos; a razão foi-nos dada por Deus para que a usemos de
forma correta a fim de glorificá-lo através da compreensão e prática da
verdade. A nossa fé, embora não possa ser totalmente reduzida à razão, precisa
ter elementos de racionalidade; não é, também, simplesmente emotiva. A Igreja,
ao proclamar o Evangelho, o faz a fim de que os homens ouçam e entendem o que
está sendo pregado, e. desta forma, o homem seja convertido por obra do
Espírito Santo.
“Crer é também pensar, e pensando adquirir
conhecimento.”
Com isto queremos dizer que o homem é um
Ser pensante e que tem capacidade de adquirir conhecimento. Aristóteles (384-322 aC) percebeu isto, e
disse: “Todos os homens têm, por natureza, desejo de conhecer.” (Metafísica
l.1. In op. Cit. P. 211.) Esta é uma realidade que podemos constatar nas
crianças, que fazem perguntas intermináveis que muitas vezes não conseguimos
responder.
A Igreja não deve estar correndo atrás
dos “novismos” e “modismos” para atrair o homem chamado moderno; todavia, ela
deve usar do desejo de conhecer que é inerente ao ser humano, para despertar
nele o desejo de conhecer a Deus, sendo conduzido a Ele não por mera
curiosidade, mas com fé e em atitude de adoração e prontidão para servi-lo (Rm
10. 9-15). (P/AViS- Primavera de 1968).
- “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade,
benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra estas
coisas não há lei.” – (Gálatas 5.22.23)
“Que
o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde
para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! –
(Alfredopam)”
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