21/2013-
Quinta Feira – Ducentésima Vigésima Sétima
Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade
vos Libertará”. (João 8.32).
A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.
A Mensagem do Dia:
“Disse-lhe JESUS: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem
ao Pai, senão por mim.” – (João 14.6).- CAMINHO: como partir, como seguir e como chegar se não houver um CAMINHO. Existem muitos
caminhos a nossa disposição. É uma palavra bastante elástica com infinitas
aplicações. Existem caminhos na terra, no ar, no mar e também caminhos
filosóficos. Ideológicos e religiosos. Os caminhos podem ser aveludados, cheios
de folhas ou de flores, podem ser largos ou estreitos, caminhos retos ou
tortuosos. Caminhos que nos conduzem com segurança a um destino desejado e
caminhos falsos que nos desviam e nos conduzem a destinos indesejáveis. JESUS foi enfático ao
afirmar que só existe um caminho que conduz a Deus. Ao tomar este caminho você
não corre nenhum risco porque JESUS é fiel e é também VERDADE. 21/02/2013- 5ª Feira.
Notas e Reflexões:
(Como prometemos no mês de agosto de 2012, a partir do mês de
setembro estariamos publicando a verdadeira história do “Projeto Amor: Cristo,
Verdade que Liberta”. Assim todas as quintas feiras estamos publicando nessa sessão parte de sua
história).
GRUPOS DE
CRESCIMENTO.
BASES PARA A FORMAÇÃO.
Tomamos como base para a formação de um Cristão capaz
de entender e vivenciar a “Verdade que Liberta” quatro áreas fundamentais:
Primeira área- Dez (10) Metas a serem alcançadas;
Segunda área- Dez (10)
credos a serem confessados;
Terceira área- Dez (10) Virtudes a serem vivenciadas;
Quarta área- Oito (8) Princípios Teologais a serem
objetivos de estudos profundos e reflexões demoradas.
DEZ METAS A SEREM ALCANÇADAS.
Hoje estaremos citando as metas a serem
alcançadas. Futuramente estaremos fazendo o aprofundamento de cada uma dessas
metas.
São elas:
1ª- Preservação do meio ambiente;
2ª- Educação e saúde para todos;
3ª- Liberdade de expressão, respondendo cada
um pelo que afirma;
4ª- Ausência de todos os tipos de violência,
inclusive as discriminações em função de raça, classe social, opções de modos
de viver. Ninguém poderá coibir a fala e os atos do outro a não ser pela força
da lei;
5ª- Moradias dignas para todos os cidadãos;
6ª- Desenvolvimento tecnológico acessível a
todos;
7ª- Ausência total de poluentes no ar, na
terra e nas águas;
8ª- Justiça grátis a disposição de todos;
9ª- Desenvolvimento holístico levando-se em
conta o ser humano (Homens e Mulheres com direitos e deveres iguais) nas suas
mais sublimes expressões: o corpo, a alma e o espírito;
10ª- Meta final: Criar as condições necessárias para o exercício
efetivo da cidadania, visando um modo de viver onde, espontaneamente manifeste
em cada um o desejo e a alegria da prática da IGUALDADE, de FRATERNIDADE e LIBERDADE entre todos.
No exercício dessas metas está a magia da
‘VERDADE QUE LIBERTA’.
“Se o Cristo, Emanuel (Deus Conosco) ficasse
aquém disso ou fosse além Ele não poderia ser aceito e adorado como o
VERDADEIRO DEUS”.
ECOLOGIA
A partir destas metas, nestes 50 anos temos escrito muitos
textos que aos poucos estamos divulgando.
Alem dos textos criamos também um sistema de estudos que já
foi aplicado com bom aproveitamento em grupos de pessoas e escolas. Nesta
oportunidade estamos publicando um destes estudos sobre “ECOLOGIA”.
Introdução
A ecologia subdivide-se em:
·
Ecologia animal que trata da vida
dos animais;
·
Ecologia vegetal trata das plantas
ou vegetais;
·
Ecologia geral dos demais temas
incluindo a vida do ser humano e sua relação com o meio.
Dentro da ecologia geral
está a ecologia social que estuda a relação do homem quanto ser social com o
ambiente. Este segmento surgiu como fenômeno social após 1970, com os estudos
de preservação ambiental enfocando a relação direta homem-natureza.
Levando-se
em conta o estudo das relações espécie-ambiente, inter-espécies, a
ecologia divide-as ainda em:
* Auto-ecologia: estuda a
relação de uma única espécie com seu meio;
·
Dinâmica das populações: estuda a
variação das diversas espécies e suas causas;
·
Sinecologia: estuda
todos os seres vivos, integrados em seus ambientes.
A ecologia
é uma disciplina multidisciplinar, pois utiliza os conhecimentos de inúmeras
disciplinas. Assim, o ecólogo tem que ter conhecimento multidisciplinar, deve
ter conhecimentos de um generalista e utilizar os conhecimentos de
especialistas.
O avanço da tecnologia
com suas novas descobertas obrigaram aos ecólogos a ter conhecimento de uma
enorme gama de áreas modernas como de engenharia genética, o que o torna um
profissional que deve estar atualizado com a modernidade que atinge a ecologia
atualmente.
A ecologia
trata de temas importantíssimos como: ecossistemas, cadeia energética, pirâmide
alimentar, fotossíntese, competição, simbiose, habitat, nicho ecológico,
química, física, poluição, dinâmica de populações, biosfera etc.
Estaremos
fazendo três abordagens como base de discussão:
a)
Ecologia Humana;
b)
Desenvolvimento
Sustentável;
c)
Um Pouco de Bioética.
Ecologia Humana
O ramo científico da
ecologia humana tem como objeto de estudo a relação do ser humano com o seu
ambiente natural.
De constituição física
bastante desvantajosa, o ser humano, por meio da cultura, adotou e levou
às últimas consequências, a estratégia de adaptar o meio ambiente ao seu corpo.
Logrou, assim, sobreviver, até agora e em todos os ambientes terrestres do
planeta, sem adaptações corporais que levassem sequer à formação de outras
subespécies ou mesmo de raças.
Os elementos do meio
ambiente originais assim manipulados passaram então também a integrar o meio
ambiente dos seres humanos e dos outros elementos sujeitos aos efeitos da
manipulação. O meio ambiente humano combina, assim, tanto os elementos naturais
(orgânicos e inorgânicos) quanto os culturais que dão suporte à vida humana nos
diversos ambientes em que ela se desenvolve e pode ser observado em diferentes
escalas espaciais: do quintal de uma casa até a biosfera como um todo.
O meio ambiente humano
pode ser mais ou menos favorável à manutenção da saúde humana, ou seja, à
normalidade das funções orgânicas, físicas ou mentais necessárias para a
sobrevivência e reprodução dos indivíduos. Há, contudo, um limite mínimo de
salubridade que é aquele que possibilita a sobrevivência de uma quantidade
mínima de indivíduos até a idade reprodutiva e a sua reprodução numa taxa
suficiente para repor os indivíduos mortos. Abaixo desse limite mínimo de
salubridade, a espécie está fadada à extinção. Esse limite mínimo é bastante
inferior aos padrões de conforto (entendido como bem-estar material) atualmente
considerados civilizados.
A questão intergeracional impõe, contudo, um
limite máximo ao conforto usufruído por uma dada geração humana, pois este não
pode ser obtido à custa dos meios necessários para a manutenção de um meio
ambiente sadio para as gerações futuras.
Podemos, assim,
definir o meio ambiente humano saudável como aquele que permite a sobrevivência
por tempo indeterminado da espécie humana e, ao mesmo tempo, satisfaz, no maior
grau possível, as necessidades de cada indivíduo humano, proporcionando-lhe a
oportunidade de viver uma vida digna. É,
portanto, uma definição relativamente aberta e que deverá ser especificada para
cada grupo cultural por meio do embate político, daí a necessidade de uma “ética
ambiental”.{46}
Qualquer que seja o
nível de debate sobre o relacionamento do ser humano com o meio ambiente, há de
se destacar sempre a questão da “Sustentabilidade”.
Desenvolvimento Sustentável
Desenvolvimento Sustentável, segundo a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento
(CMMAD) da Organização das Nações Unidas, é um conjunto de processos e atitudes
que atende às necessidades presentes sem comprometer a possibilidade de que as
gerações futuras satisfaçam as suas próprias necessidades..
O conceito foi
definitivamente incorporado como um princípio, durante a Conferência das Nações
Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Cúpula da Terra de 1992 -
Eco-92, no Rio de Janeiro. O Desenvolvimento Sustentável busca o equilíbrio
entre proteção ambiental e desenvolvimento econômico e serviu como base para a
formulação da Agenda 21, com a qual mais de 170 países se comprometeram, por
ocasião da Conferência. Trata-se de um abrangente conjunto de metas para a
criação de um mundo, enfim, equilibrado.
A Declaração de
Política de 2002 da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada
em Joanesburgo, afirma que o Desenvolvimento Sustentável é construído sobre
“três pilares interdependentes e mutuamente sustentadores” — desenvolvimento
econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental. Esse paradigma
reconhece a complexidade e o inter-relacionamento de questões críticas como
pobreza, desperdício, degradação ambiental, decadência urbana, crescimento
populacional, igualdade de gêneros, saúde, conflito e violência aos direitos
humanos.
A “Sustentabilidade
Ecológica” tem que levar em conta cinco elementos fundamentais: os interesses
da sociedade; as condições do meio ambiente; os recursos disponíveis; a
metodologia econômica a ser aplicada e a cultura da população.
Dentro da questão
cultural não podemos deixar de levar em conta a espiritualidade como uma
determinante do comportamento social da comunidade. A visão da propriedade da
terra e de seu gerenciamento vai depender muito da orientação espiritual
(religiosa) recebida dos líderes religiosos. Um choque com os princípios
espirituais poderá pôr a perder qualquer projeto, por melhor que ele seja no
sentido de sustentabilidade.
Um Pouco de Bioética
O discurso
moral contemporâneo é caracterizado por pluralismo e controvérsias.
Atualmente,
o centro das controvérsias em Bioética é determinado por pontos de vista
conflitantes, relacionados à propriedade moral do uso da vida humana em seus
primeiros momentos, por exemplo, obtenção de células-tronco de embriões
humanos, o fim a ser dado a embriões, óvulos e espermas, bem como a eliminação
de fetos através do aborto.
Os
argumentos usados nessas controvérsias são frequentemente baseados em
entendimentos rígidos e discordantes sobre o significado da vida humana, com
implicações relativas à livre disponibilização da vida humana biológica pelos
agentes morais. Os impasses geralmente têm suas origens nas avaliações que se
fazem do aspecto morais e espirituais que dão sentido à vida humana como algo
“transcendental” que vai além dos simples limites da experiência. É a discussão
teológica sobre a predominância da fé que o homem tem em seu deus e a ação
deste deus sobre o direito da vida e da morte.
Nos dois
casos encontramos pessoas que exaltam a santidade de vida e outras que
ressaltam as decisões racionais e autônomas dos agentes morais. Assim as
religiões, de um modo geral, não possuem um consenso entre os seus fiéis e nem
mesmo dentre os seus líderes.
. A
instituição moral que se formou em torno da Bioética elevou os bioeticistas a
espécies de 'experts morais', com o papel de controlar um mundo plural. Penso
que a moralidade secular gera tanta violência quanto um pensamento religioso
distorcido. “A moral secular, por exemplo, causou o massacre da Revolução
Francesa”, e tem favorecido o surgimento
dos principais regimes políticos repressivos no mundo, tanto quanto a religião
cristã fez na idade média e outras religiões
fazem em nossos dias.
. Cresce a
consciência de que as realidades são por demais complexas, para serem
compreendidas por uma só forma de saber, isoladamente. As ciências não são
neutras, nem os cientistas e teóricos são desprovidos de interesses.
A
Bioética, portanto, poderia ganhar muito com a libertação de preconceitos que
cercam o diálogo interdisciplinar, do qual ela se nutre. Neste caso, a teologia
tem uma importante contribuição a dar "especialmente diante dos
fundamentalismos religiosos".
Precisamos alcançar
uma nova compreensão sobre Deus, ou seja, a de que Ele não "compete"
com o ser humano e não impõe sua "onipotência opressora". O Poder
criador de Deus "confere ao ser humano poder e liberdade. É um
potencializador do dom da vida e não da morte".
Agora a palavra está com os
presentes para qualquer consideração que julgar objetiva e conveniente.
Após o uso da palavra pelos presentes, o preletor tentará dar respostas
ou abordar os assuntos propostos de forma breve e sucinta, dividindo os
presentes em pequenos grupos.
Relatórios dos grupos:
Nome do grupo: (se possível, o nome dos participantes ou o número dos mesmos)
Questões a serem respondidas pelo grupo:
a)- O que significa para o grupo
o Tema proposto?
b)- Os assuntos abordados pelo
conferencista têm alguma coisa a ver com a nossa
realidade?
c)- Dos três tópicos abordados
destaque um como mais importante.
d)- Faça três ou mais destaques
sobre o tópico considerado mais importante.
e)- Faça um breve resumo da
discussão realizada.
Questões a serem
encaminhadas para o grande grupo:
- Perguntas ao preletor:
- Propostas de encaminhamento:
- Sugestões e observações finais:
- Avaliação: Nota de 1 a 5 pela validade e oportunidade da reunião.
Conclusão
A humanidade tem tomado como ponto de partida para as pesquisas
científicas o princípio da “unicidade” e o da “inter-relação” entre todas as
coisas existentes na natureza. Assim, as coisas são tratadas de modo isolado
como se cada uma fosse um ser completo e chamamos isto de “princípio
científico”. Porém, também a ciência precisa rever muitas de suas afirmações e
conclusões, pois é hora de enfrentar o fato de que as nossas carências e as
fontes que podem satisfazê-las estão de tal forma inter-relacionadas com outras
partes da natureza, animadas, inanimadas e transcendentais.
Precisamos ver o meio ambiente como uma unidade complexa onde tudo se
inter-relaciona, incluindo também outras realidades, tais como: o próprio homem
com toda a sua complexidade biológica, emocional, psicológica e espiritual sem
se esquecer do “Deus Altíssimo”, que em última instância é a Fonte de tudo
quanto existe.
A rebelião espiritual do homem
contra o Céu contaminou a terra e nenhuma tentativa de retificar a situação
criada sobre a terra teve pleno sucesso. As nossas matas estão sendo
devastadas, os nossos peixes estão sendo extintos e a desigualdade entre os
homens tomam níveis preocupantes, provocando o aumento da violência e o
aperfeiçoamento do terrorismo internacional.
Só a Ecologia Humana, baseada em princípios espirituais, pode restabelecer a harmonia entre o
homem e a terra ao estabelecer em primeiro lugar a harmonia entre o homem e o
Céu, entre o homem e o homem e do homem para consigo mesmo e deste modo
transformar a atitude ambiciosa e ávida do homem para com a natureza que é a
causa das grandes tragédias que a humanidade vem sofrendo. O homem é o veículo
da graça para a natureza; através da sua participação ativa no mundo
espiritual, ele traz luz para o mundo e para a natureza. O homem é a boca
através da qual a natureza respira e vive. O homem vê na natureza o que ele
mesmo é - e assim penetra no significado interior dela - desde que seja capaz
de buscar nas profundezas interiores de seu próprio ser. É a capacidade de
perceber a transparência metafísica dos fenômenos. Os homens que vivem na
superfície de seu ser, só podem estudar a natureza como algo que tem que ser
manipulado e dominado.
O redescobrimento da natureza virgem
não significa um voo do homem individualista e prometeico{43} em direção à
natureza. Enquanto se encontrar no estado de rebelião contra o Céu, o homem
leva consigo suas próprias limitações, até quando se volta para a natureza.
Essas limitações velam a mensagem espiritual da natureza para ele, ou seja, a
transparência metafísica dos fenômenos, não permitindo que ele extraia proveito
desta inter-relação.
É desse modo que o moderno cidadão
urbano em busca da natureza virgem leva consigo os elementos que a destroem, e
como consequência destrói o próprio homem que a está buscando
Assim Ecologia Humana significa o homem curar a si mesmo, para
curar o ambiente e a natureza. Curar significa equilíbrio, responsabilidade
para consigo, harmonia e consciência de sua função na sociedade e no cosmos, em
sintonia com os ensinamentos das grandes Tradições Espirituais da humanidade.
A partir disto, alguns temas podem ser sentidos,
pensados, conversados e implementados como uma forma de contribuir e propiciar
a consciência de Ser e o desenvolvimento do homem de hoje. (Por AViS-Primavera de 2010 – Novos
Paradigmas da Ética).
(Na próxima Quinta Feira estaremos
escrevendo sobre a “Segunda Área- Dez (10) Credos a Serem Confessados”. Até
lá...)
“Que
o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde
para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! –
(Alfredopam)”
(Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAM-CVL.
Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se apenas a citação da fonte:
PAM-CVL-Alfredopam).
(Visite meu novo blog: pamcvl.blogspot.com.br)
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