quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013



28/02/2013- Quinta Feira – Ducentésima Trigésima Quarta  Mensagem.

“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará”. (João 8.32).

A Verdade que Liberta é:

a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.

A Mensagem do Dia: 

Não se deixe envolver pelo manto de angustia e depressão, porque Deus têm planos melhores para a sua vida. Paulo aconselhou os tessalonicenses a manter a alegria. “Regozijai-vos, sempre” é um mandamento que não pode ser ignorado (1Ts 5.16). Se procurarmos ao nosso redor, encontraremos muitos motivos para chorar, mas se buscarmos em Deus encontraremos inúmeros motivos para nos alegrar. Abra um sorriso agora e agradeça a Deus por Jesus Cristo, a expressão máxima do Seu amor por nós. Pois, “como não nos dará também com ele todas as coisas?” (Rm 8.32). Ele pode devolver a você a capacidade de sonhar e de sorrir. “O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate”, disse Salomão (Pv 15.13).- 28/02/2013- 5ª Feira.

Notas e Reflexões:
(Como prometemos no mês de agosto de 2012, a partir do mês de setembro estariamos publicando a verdadeira história do “Projeto Amor: Cristo, Verdade que Liberta”. Assim todas as quintas feiras  estamos publicando nessa sessão parte de sua história).
GRUPOS DE CRESCIMENTO.
BASES PARA A FORMAÇÃO.

Tomamos como base para a formação de um Cristão capaz de entender e vivenciar a “Verdade que Liberta” quatro áreas fundamentais:

Primeira área- Dez (10) Metas a serem alcançadas;
Segunda área- Dez (10)  credos a serem confessados;
Terceira área- Dez (10) Virtudes a serem vivenciadas;
Quarta área- Oito (8) Princípios Teologais a serem objetivos de estudos profundos e reflexões demoradas.


Dez Credos a Serem Confessados.

Estes credos, baseados em princípios universais, devem nortear o Cristão (Um homem de bem, de bons costumes e de Fé) no sentido de contribuir para que a nação encontre paz e harmonia a partir de atividades religiosas, cívicas, educacionais, espirituais e progressistas.

1º- Creio na existência de um Deus que através da espiritualidade está criando os mundos e toda a vida universal, esperando que nós como homens e mulheres dotados essencialmente do sentimento do AMOR, possamos tornar seus coadjutores na manutenção da vida e na conquista da felicidade plena de todo o universo.

“Cada um há de questionar a si mesmo: “COMO PODEREI SER FELIZ SE A MINHA FELICIDADE CONSTRANGE AO MEU IRMÃO?”. (P/AViS- Primavera de 1998).

2º- Creio na revelação divina através dos escritos considerados sagrados que serviram e ainda servem para orientar os homens na direção do bem, da fé e da espiritualidade, promovendo de um modo saudável o crescimento emocional e espiritual da nação.

3º- Creio nos anjos como mensageiros a a aqueles que crêem e desejam uma experiência pessoal e intima com o Deus Altíssimo.

4º- Creio que o Criador dotou o homem com os recursos necessários e suficientes pare promover a vitória definitiva do bem sobre o mal.

5º- Creio na existência de dois mundo distintos e reais; o mundo físico e o mundo espiritual. O mundo físico nas suas infinitas dimensões está visível aos olhos do homem natural, que vive apenas um terço das potencialidades vitais concedidas pelo criador. O mundo espiritual, também composto de infinitas  dimensões (mansões) está visível aos olhos espirituais daqueles que passaram pelo novo nascimento (processo iniciático) realizado pelo Espírito Divino (Espírito Santo reconhecido pelos cristãos).

Nota; Não importa os nomes que se dêem as entidades espirituais, o importante é a essência e as emoções que estes nomes produzem nas pessoas que crêem.

6º- Creio no homem, feito à Imagem e Semelhança do Altíssimo, após o seu renascimento pelo processo espiritual.

7º- Creio na eficácia das virtudes, quando praticadas sem hipocrisia e  com a intenção de melhorar o homem e a sua comunidade.

8º- Creio no Espírito Santo como a mais sublime manifestação do Altíssimo em todo o Universo.

9º- Creio na capacidade dos homens justos para promover o progresso da nação.

10º- Creio na vitória final do bem sobre o mal, pois este é o Projeto maior do Altíssimo.

“Quando o homem crê, ele tem prazer de laborar a realização de sua crença, ainda que pareça um sonho irrealizável. Ele não só se dedica a sua causa, mas é capaz de dar a sua própria vida, na esperança de que as gerações futuras realizem seus projetos.” (P/AViS-Primavera de 1966).

Leitura Complementar.

Elementos da Natureza Humana

Queremos destacar agora, para encerrar, os elementos da natureza humana. Na realidade eles são muitos, aqui por uma questão de metodologia vamos destacar os seguintes:

a)     O homem é um ser vivo;
b)     O homem é um ser racional;
c)     O homem é membro duma espécie;
d)     O homem é um ser social;
e)     O homem é um ser espiritual.

·  O homem é um ser vivo: daí decorre diversas consequências: respeito, conservação e manutenção de tudo o que é vida no ser humano. Dependendo disso, muitas questões são colocadas para a ética, independentemente das legislações existentes a respeito, como: suicídio, homicídio, aborto, pena de morte, transplantes, transfusão de sangue, experiências no ser humano, entorpecentes, eutanásia, etc.

·  O homem é um ser racional: isto é, uma pessoa, ser dotado de razão e liberdade para coordenar sua vida. Daqui também se originam diversos problemas éticos: coisificação e massificação da pessoa, exploração do homem pelo homem, manutenção da ignorância, exclusão social, etc.

·  O homem é membro duma espécie: ou seja, ele é sexualidade, donde surgem inúmeras situações que a ética deve ajudar a resolver: planejamento familiar, masturbação, homossexualismo, prostituição, monogamia, virgindade, liberdade sexual, doenças sexualmente transmissíveis, etc.

·  O homem é um ser social: portanto chamado a viver em sociedade, grupo ou comunidade: disso decorrem vários elementos importantes para a preservação da vida, em que a ética deve atuar: necessidade de organização da sociedade, tipos de governo, relação entre autoridade, socialização, trabalho, exercício do poder, liderança, etc.

·  O homem é um ser espiritual: tomamos aqui a palavra “espírito” no sentido bíblico-cristão; é a dimensão do infinito que existe no homem, que por sua vez, é satisfeita com  a presença de Deus na vida  da pessoa; portanto, a religião, uma das formas mais comum de viver a fé, é a resposta a esse anseio do homem. Também aqui a ética encontra fenômenos a serem estudados: a liberdade religiosa, as crenças, as magias, as superstições, o pecado, o mercado religioso, etc.

A vida em grande parte é ação interna como acabamos de ver. Manifesta-se exteriormente: no brotar, no crescer, no verdecer, no florir, no frutificar das plantas; no crescer, no multiplicar-se, no mover-se próprio dos animais, bem como na evolução das espécies para além dos organismos individuais, evolução essa que produz continuamente novas formas no transcurso dos séculos, mas sempre vindas de uma energia interior que foge à compreensão do homem que está sempre a indagar: o que é a vida?

A vida é sempre um devir continuo, como um desdobrar-se de dentro para fora, inesgotavelmente, multiforme, em oposição à rigidez e uniformidade dos corpos inanimados.
Contudo, apesar dessa riqueza, a vida tal como se manifesta nas múltiplas formas interiores e exteriores, como também no conjunto da natureza, é, outrossim, apesar dessa plenitude e poder aparente, uma vida indigente, escassa e frágil.

“A Vida só pode vir da vida.” (P/AViS-Primavera/1.969)

É justamente essa indigência, essa fragilidade que deve nos levar à busca do conhecimento interior, onde, à semelhança de um vulcão incandescente, fervem todas as nossas angústias e incertezas, carecendo de uma busca constante da “Verdade que Liberta” que se encontra dentro de nós mesmos.

Fala-se da importância da “Introspecção” para alcançar o “autoconhecimento”, e aí perguntamos: o que é a “introspecção”?

Numa abordagem bem simples podemos dizer que  a Introspecção é o ato pelo qual o sujeito observa os conteúdos de seus próprios estados mentais, tomando consciência dos mesmos. Dentre os possíveis conteúdos mentais passíveis de introspecção, destacam-se as crenças, as imagens mentais (sejam visuais, auditivas, olfativas, sonoras, tácteis), as intenções, as emoções e o conteúdo do pensamento em geral (conceitos, raciocínios, associações de ideias).

Há um debate contemporâneo nos campos da Epistemologia e da Filosofia da Mente acerca da natureza, das características e da validade do conhecimento gerado pela introspecção (autoconhecimento). Um exemplo de questão levantada neste âmbito é a seguinte: Na introspecção, o sujeito tem acesso direto (não mediado, não inferencial) ao objeto?

Cabe agora a cada um dos presentes de posse de todas essas informações, buscar com insistência uma compreensão cada vez mais profunda de si mesmo, pois é a partir da paz e da harmonia interior que vivemos bem a vida e relacionamos de maneira positiva com o nosso próximo.

 (Na próxima Quinta Feira estaremos escrevendo sobre a “Terceira Área- Virtudes a Serem Vivenciadas”. Até lá...)

“E será que, se ouvires a voz do Senhor teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o Senhor teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra.”- (Deuteronômio 28.1).
 “Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”
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