quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013



07/02/2013- Quinta Feira – Ducentésima Décima Terceira  Mensagem.

“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará”. (João 8.32).

A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.

A Mensagem do Dia:

A vida é como um piano. Tem teclas brancas e teclas negras. As brancas representam as alegrias e as negras representam as angústias. É preciso entender que só com o uso das duas é que o piano produz as mais lindas melodias. (P/AViS-Primavera de 1993). Cada um há de questionar a si mesmo: “COMO PODEREI SER FELIZ SE A MINHA FELICIDADE CONSTRANGE AO MEU IRMÃO?”. (P/AViS- Primavera de 1998). “Lembremo-nos do Samaritano. O maior Dom é o amor. O Samaritano possuía esse Dom. Façamos nós o mesmo.” – P/AViS- Primavera de 2003)- 07/02/2013 - Quinta Feira.


Notas e Reflexões:
(Como prometemos no mês de agosto de 2012, a partir do mês de setembro estariamos publicando a verdadeira história do “Projeto Amor: Cristo, Verdade que Liberta”. Assim todas as quintas feiras  estamos publicando nessa sessão parte de sua história).
GRUPOS DE CRESCIMENTO.
BASES PARA A FORMAÇÃO.

Tomamos como base para a formação de um Cristão capaz de entender e vivenciar a “Verdade que Liberta” quatro áreas fundamentais:

Primeira área- Dez (10) Metas a serem alcançadas;
Segunda área- Dez (10)  credos a serem confessados;
Terceira área- Dez (10) Virtudes a serem vivenciadas;
Quarta área- Oito (8) Princípios Teologais a serem objetivos de estudos profundos e reflexões demoradas.

Esta proposta é o resultado de cinco (5) anos de reflexão e experiência de uma vida sofrida e uma ansiosa busca de respostas a perguntas que ainda estão para serem respondidas.

Para que o leitor possa entender melhor os fundamentos e as motivações desta proposta acho importante o registro sintético dos fatos que me conduziram até aquele dia (31/12/1959).

Primeira Parte.

Depois de uma experiência traumatizante em Além Paraíba (registrada em “Lembranças de Além Paraíba”)transfiro-me para Juiz de Fora, no final do ano de 1955.

Era 1956, 20 de junho, eu acabava de me incorporar no Exército por obrigação legal com a idéia de servir ao Exército Brasileiro, dar baixa e voltar aos meus estudos, visando a minha formação para o pastorado da Igreja Metodista. Me sentia chamado para o sacerdócio desde criança. A minha mãe sonhava para mim, ser médico ou pregador do evangelho. Eu nunca poderia pensar que um dia eu estaria naquela condição; decidir entre ser pastor ou um militar. Foi um momento muito difícil. As orientações do Sargenteante, Marcílio Gonçalves Pereira, então 2º Sargento, muito me ajudaram. Ele era um homem de Deus, que se colocou ao meu lado para me ajudar a entender os planos divinos que me pareciam tão obscuros naquele momento. Era e ainda é membro da Igreja Metodista de Monte Castelo em Juiz de Fora – MG.

O Rev. Adriel de Souza Motta, Capelão do Instituto Granbery, havia entrado com um requerimento solicitando minha dispensa do Serviço Militar no mes de maio de 1956. A data de incorporação chegou e o despacho do Ministro da Guerra não havia chegado. Em função disto fui obrigado a incorporar-me em 20 de junho de 1956. No final do período básico fui matriculado no curso de cabo. Encerrado o curso fui imediatamente promovido a cabo.

Segunda Parte.

Em abril de 1957, eu tinha que decidir entre dar baixa e voltar para o Instituto Granbery ou me engajar nas forças armadas por mais três anos para tentar fazer carreira militar. A luta íntima,  as angústias e incertezas deste momento acham-se registradas no texto “As minhas batalhas, derrotas e vitórias da década de cinquenta”, escritas em 1961, quando nasceu o meu primeiro filho, Marcos Alfredo.

Depois de muitas noites de reflexões, muitas vigílias em oração e jejuns decidi pela carreira militar, mediante um pacto com Deus que se acha registrado em um texto intitulado: “Um Pacto com Deus”, escrito na mesma noite da experiência, quando um Anjo do Senhor se revelou e determinou o meu futuro religioso.

Sem nenhuma sombra de dúvida, hoje posso afirmar que Deus foi fiel e me deu mais do que fora prometido pelo seu Anjo naquela noite. Iniciei minha carreira como soldado e alcancei o oficialato do Exército. Ao lado da Carreira Militar, constitui uma linda família que me tem servido de grande apoio e estímulo nestes tempos mais difíceis, quando se avança pela 3ª idade, que eu intitulo como “a melhor idade”. Aqui não posso deixar de registrar minha gratidão a Deus pela esposa que Ele me deu.

Voltemos aos anos de 1957. Decidido a seguir carreira militar, pedi minha matrícula no curso de Sargento, no que fui atendido imediatamente. Naquele tempo o curso tinha a validade de apenas um ano. Conclui o curso em 1º lugar, ainda em 1957. Porem não foi aberta nenhuma vaga na minha especialidade. Repeti o mesmo curso em 1958, quando também não abriu vaga. Solicitei mudança de QM- Qualificação Militar, e fiz o curso de burocrata, passando novamente em 1º lugar.

Terceira Parte.

Com este curso fui transferido para a então, “Fábrica de Itajubá”, hoje “IMBEL”, onde foi promovido a Sargento em abril de 1960. Porem, tendo em vista o objetivo dessa introdução, preciso retornar ao ano de 1956, para falar sobre a minha evolução espiritual. Ao decidir pela carreira militar, já promovido a cabo a algum tempo, deixei de dormir no quartel e passei a morar com uma família espírita que residia próximo do quartel. Com esta mudança conheci uma moça, cujo nome mantenho em sigilo, tendo em vista garantir reservada sua identidade. Era uma moça inteligente, médium espírita e estudiosa da doutrina de Alan Kardec. Era de fato uma linda moça, morena de olhos azuis, porém o que mais me atraia nela era a sua inteligência. Ela sofria de uma enfermidade desde criança que fazia com que ela e sua família estivessem sempre a procura de ajuda, principalmente, espiritual. Os registros sobre nosso relacionamento acham-se no texto: “Os amores de minha vida” escritos após o nascimento de minha filha Márcia Regina em 1963.

Essa moça foi um grande desafio espiritual em minha vida.

“ Como Cabo do Exército eu era relativamente bem remunerado. Com o que ganhava podia viver confortavelmente numa pensão, pagar meus estudos noturno e ainda fazer uma pequena economia. Neste tempo adquiri uma residência para o meu pai em Muriaé. Uma residência humilde, mas que o livrou do aluguel até o final de sua vida.”

O meu desafio agora era conhecer o que a doutrina espírita ensinava a respeito de Deus, uma vez que desde cedo desenvolvi um espírito bastante crítico sobre o que me ensinavam a seu respeito. A moça além de me transformar em orientador de seus transes mediúnicos, me incentivava a ler todas as obras de Alan Kardec e outras literaturas espíritas que eram publicadas na época, bem como frequentar reuniões de Centros de Estudos e Experimentação Espíritas. Isso abriu para mim um novo mundo que me desafiava e colocava-me em confronto com todos os princípios recebidos de minha mãe e do meio evangélico onde foi formado desde criança.

Quarta Parte.

Com essa moça, agora já mais do que uma simples amiga, comecei a conhecer o mundo espírita e também outras escolas de mistérios que ela adorava estudar. Com ela visitei José Arigó (o mais famoso curandeiro da época) diversas vezes a pretexto de pesquisa e até mesmo de esperança para a sua cura. Frequentamos alguns centros de Umbanda e de estudos kardecistas, conhecidas na época como “mesa branca”. Entramos em contato com algumas escolas chamadas “secretas” e com os estudiosos de hipnotismo e parapsicologia, inclusive escolas internacionais. Fiz um curso de hipnotismo com o maior hipnotizador da época, Oret Bei e sua parceira Ilca que davam show, inclusive na Rádio Nacional – no Rio de Janeiro. Cheguei a praticar por algum tempo o hipnotismo . Presenciei e provoquei muitos fenômenos, ilusionismo e muito charlatanismo, o que ocorria as vezes até no meio evangélico (Leia meu texto – Esquisitices Religiosas de 1965). As décadas de 50 e 60  foram muito ricas nessas atividades no meio evangélico.

Assim eu chego em 1959 com uma cabeça cheia de informações sem saber o que fazer com elas. A minha maior angústia era saber o que era Deus, como era o mundo espiritual e a razão da existência do bem e do mal.

Final de 1959, estou noivo e pronto para casar com Judite, minha esposa a mais de cinqüenta anos (53).  Nosso casamento está marcado para o dia 22 de janeiro de 1960.

 Era o dia 31 de dezembro de 1959. Minha noiva insistia para que eu fosse com ela ao culto de vigília. Aceitei o convite e fomos. Pastor Presbiteriano da Igreja do Morro dos Ingleses – Bairro Bela Vista, mais conhecido como “O Bichiga” – em São Paulo – Capital – Samuel era o nome do Pastor, já,  meu conhecido, pois já havíamos acertado o nosso casamento nessa Igreja. Era ele o dirigente do culto.

Conclusão.

Para mim estava tudo sem sentido, eu me encontrava distante de tudo aquilo. É claro que eu não tenho a menor lembrança do sermão pregado naquela noite. O Pastor convidou a Igreja para se colocar de joelho e eu atendi ao convite, naturalmente. Uma vez de joelho comecei a fazer uma introspecção, perguntando a mim mesmo; porque estou aqui? – Não passo de um hipócrita! Só para agradar a minha noiva e sua família? Eu não acredito em nada disto! Talvez se justificasse em dar uma atenção ao Pastor da Igreja que de maneira tão simpática nos recebeu em seu gabinete para fazer os acertos para o casamento.  Tudo bem... (veja descrição mais detalhada  deste momento no meu texto “A   Primeira Grande Revelação”.

E assim comecei a me penalizar e me acusar por não ter coragem de romper de uma vez os meus laços com essa tradição ou costume de me apresentar como evangélico e metodista. Passei a desafiar ao mundo espiritual, que se não passasse de uma ilusão me manifestasse ali e me dissesse o que ou quem, afinal de contas era Deus. Uma grande angústia foi tomando conta de mim e mesmo em silêncio eu clamava e desafiava todo o meu entendimento, minhas crenças, aos anjos, ao mundo espiritual e ao próprio Deus... Em um momento especial passei a insistir, mas o que ou quem é Deus? E quando mais eu insistia nisso, lá do fundo da Igreja uma voz forte, clara e cheia de convicção exclamou! “DEUS É AMOR’.

Foi como um banho de amor... o amor divino me pegou de surpresa e neste momento recebi um chamado especial para elaborar um “Projeto de Amor”.

 O esquema ou estrutura que aqui apresento foi me dado de uma maneira maravilhosa naquele momento e fui orientado a escrever durante 50 (cinqüenta) anos uma mensagem especial que só deveria ser divulgada a partir de 2010. É assim que surgiu o “Projeto de Amor” que de revelação em revelação recebeu em 1988, o titulo definitivo que permanece até hoje: “Projeto Amor: Cristo, Verdade que Liberta”.

 “Portanto tornai a levantar as mãos cansadas, e os joelhos desconjuntados.- E fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que manqueja se não desvie inteiramente, antes seja sarado. – Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor...” – (Hebreus 12.12-14).

“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”
(Todo material desse blog pertence ao arquivo do PAM-CVL. Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se  apenas a citação da fonte: PAM-CVL-Alfredopam).
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