sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A ARTE DA IMPERFEIÇÃO.



24/01/2014- Sexta Feira– PAM: Cristo, Verdade que Liberta.
06.7ªfase.2013.15agom19. – Portais da Espiritualidade.

A MENSAGEM DO DIA:

Atitudes que geram bênçãos: A Arte da Imperfeição. – (06)

Perceber a beleza que se esconde nas frestas do mundo imperfeito é uma arte. Você conhece aquela história de que os tapetes persas sempre tem um pequeno erro, um minúsculo defeito, apenas para lembrar a quem olha de que só Deus é perfeito? Pois é a Arte de Imperfeição começa quando a gente reconhece e aceita nossa tola condição humana.(Texto da Net). “A toda perfeição vi limite, mas o teu mandamento é grandioso”. (Salmo 119.96).  – 120920124ªF. – 24/01/2014- Sexta  Feira.


PARA A SUA REFLEXÃO.

A TERRA TAMBÉM CHORA. “Trema perante Ele, trema toda a terra; pois o mundo se firmará, para que não se abale. Alegram-se os céus, e regozije-se a terra; e diga-se entre as nações; O Senhor reina.” – ( I Crônicas 16.30 e 31). – Ler Salmo 96.

“Não resolve pequenas mudanças, é preciso renovar o seu “Estilo de Vida”. Siga com atenção as próximas reflexões. Seja “Gente Renovada sempre renovando” e dentro de alguns meses você e seus amigos notarão a diferença.”

A ARTE DA IMPERFEIÇÃO. – (Giordano Cimadon – 04/10/2011). – (06)

Perceber a beleza que se esconde nas imperfeições do mundo é uma arte. Os tapetes persas sempre ostentam um pequeno erro, um minúsculo defeito, com o objetivo de lembrar a quem olha de que só Deus é perfeito. Assim é a condição humana, e a Arte da Imperfeição começa quando aprendemos a reconhecê-la e aceitá-la.

Wabi Sabi é a expressão que os japoneses inventaram para definir a beleza que mora nas coisas imperfeitas e incompletas. Trata-se de uma visão compreensiva do mundo, um sentido estético centrado na aceitação da impermanência, sendo descrita como uma noção de beleza imperfeita e incompleta.

Seu princípio é derivado do ensinamento budista conhecido como as Três Marcas da Existência, as quais são a impermanência, o sofrimento e a ausência de uma natureza essencial.

As palavras wabi e sabi não são fáceis de traduzir. Wabi originalmente se refere à solidão da vida selvagem, afastada da sociedade; Sabi significava algo como vazio. Com o passar do tempo estes significados passaram a adquirir uma conotação mais positiva.

Atualmente, Wabi significa simplicidade rústica, fresca ou silenciosa, podendo também ser entendida como elegância. Ela pode se referir ainda às anomalias que surgem durante o processo de construção, que conferem originalidade a um objeto. Sabi significa a beleza e a serenidade que vêm com o tempo, quando a vida do objeto e sua impermanência ficam estampadas em seu revestimento ou reparos visíveis.

Conta-se que, no século XV, um jovem chamado Rikyu queria aprender os complicados rituais da Cerimônia do Chá e procurou o grande mestre Takeno Joo. Para poder aceitar o rapaz era necessário submetê-lo a um teste. Então, o mestre mandou que ele varresse o jardim. Rikyu limpou o jardim até que não restasse nem uma pequena folha fora do lugar.

Ao terminar, o jovem examinou cuidadosamente cada centímetro da areia do impecável jardim; cada pedra estava em seu lugar e todas as plantas estavam perfeitamente ajeitadas. Porém, antes de apresentar o resultado ao mestre, Rikyu chacoalhou o tronco de uma cerejeira e fez caírem algumas flores que se espalharam displicentes pelo chão.

Mestre Joo, impressionado, admitiu o jovem no seu mosteiro. Rikyu tornou-se um grande Mestre do Chá e desde então é reverenciado como aquele que entendeu a essência do conceito de wabi sabi: a arte da imperfeição.

Os mestres japoneses, com a cultura inspirada nos ensinamentos do taoísmo e do zen budismo perceberam que a ação humana sobre o mundo deve ser tão delicada que não impeça a verdadeira natureza das coisas de se revelar. E a natureza das coisas é percorrer seu ciclo de nascimento, deslumbramento e morte. Não há porque esconder que elas são efêmeras e frágeis.

Eles perceberam a beleza e elegância que existe em tudo que é tocado pelo carinho do tempo: uma velha tigela de chá, o musgo cobrindo as pedras do caminho, a toalha amarelada, uma única rosa solta no vaso, a maçaneta da porta manchada pelas mãos que a tocaram.

O arte do Wabi Sabi é inseparável dos ensinamentos do taoísmo e do zen-budismo. Todas as coisas são impermanentes… Todas as coisas são imperfeitas… Todas as coisas são incompletas… A beleza pode estar escondida na feiúra e a grandeza existe nos detalhes despercebidos. A Arte da Imperfeição consiste em focar no intrínseco, no irregular, no despretensioso, no turvo, no envelhecido, ou seja, na simplicidade.

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“PORQUE ESTA É A MENSAGEM QUE OUVISTES DESDE O PRINCÍPIO: QUE NOS AMEMOS UNS AOS OUTROS.”  (1º João 3.11).
 
Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam).

(Meus endereços eletrônicos: www.alfredopam.adm.br - Email: alfredovieira3@gmail.com  -  Blogs: alfredopam.blogspot.com.br  - pamcvl.blogspot.com.br- Posto também: na OTPB- otpbdobrasil ning.com  -  Ordem dos Teólogos e Pastores do Brasil  -  e na WWW.ubeblogs.com.br – União de Blogueiros Evangélicos).

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