10/04/2013-
Quarta Feira- Ducentésima Sexagésima Sétima Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade
vos Libertará”. (João 8.32).
A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.
A Mensagem do Dia.
. Ele disse aos seus discípulos: “Quem é que me
tocou? E, negando todos, disse Pedro e os que estavam com ele: Mestre, a
multidão te aperta e te oprime, e dizes: Quem é que me tocou? E disse Jesus:
Alguém me tocou, porque bem conheci que de mim saiu virtude” (Lucas 8.45,46).
Ele é a Fonte da vida e da graça divinas. Por isso o escritor aos Hebreus nos
desafia, dizendo: “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que
possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo
oportuno” (Hebreus 4.16). Este é o tempo e o momento de Deus para você. Permita
que Ele o toque com a Sua Palavra e responda, tocando-O com o braço da fé.
Haverá um dia em que todos os povos da terra desejarão esse toque, e buscarão o
favor do Senhor, e “pegarão, sim, na orla das vestes de um judeu, dizendo:
Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (Zacarias 8.23).-
03/04/2013- Quarta Feira – 10/04/2013- Quarta Feira.
Notas e Reflexões.
131- Gostar do Filho.
Gostar do filho é ser capaz da maior pequenez dentro da mais completa
grandeza. É ser piegas tanto quanto profundo. É conviver com o que mais
soubemos economizar de nosso emprego com o patão vida
Gostar do filho é descobrir-se mudando a cada dia. É um reviver
aprendido. Um reviver já sabendo. Um reviver depurado. É encontro com a morte
sem morrer, por isso um reviver.
Gostar do filho é enfrentar o mais fundo do próprio egoísmo sem
auto-enganos ou fugas. É perguntar-se – “valho algo?” e quantas vezes descobrir
que vale só por causa dele.
Gostar do filho é perceber-se nada seu olhar implacável e sentir-se
tudo ante sua dependência.
Gostar do filho é a única possibilidade de se viver os extremos e os
meios de que somos constituídos.
Gostar do filho é impossível saber o que é saber o que é, por quem
ainda não o teve.
Gostar do filho é babar retratinhos depois de tê-los desdenhado nos
outros. É voltar a parques e circos sem precisar de desculpas e fingindo que
reclama do “trabalhão que eles dão”.
Gostar de filho é reencontrar medos antigos que de tão puros ficaram
sepultados na personalidade tolamente chamada adulta.
Gostar do filho é aprender a calar (quantos pais o sabem?) naquilo que
chegará o momento certo de dizer (nem sempre é na mesma hora).
Gostar do filho é, sobretudo saber “não saber”. Ou testar o que sabe,
com modéstia e humildade. É incorporar o que não sabe sem inveja. É usar o que
sabe com prudência. É reformular a cada dia. É confirmar a cada instante. É
tanto conhecer o que muda, como o que não muda e saber distinguir os dois na
hora certa.
Gostar do filho é sentir seu crescimento. Acompanhar seios, barbas,
hormônios, fala, baba, cheiros, pelos, palavras, letras, cadernos, calças,
espasmos, choros, medos, surf, pelada, boneca, sexo, piriri, espanto, esbarro,
radiografia, namorada, astronomia, mesada, mulher, homem, é acompanhar tudo
isso sem sentir nada do que sente quando o acompanha nas demais pessoas.
Gostar do filho é ser capaz do mais altruísta dos egoísmos.
Gostar do filho é permitir-lhe o vôo, no máximo ensinando-o a
distinguir ninho e arapuca.
Gostar do filho é amar a
liberdade, mas ter medo da dele, mesmo permitindo-a.
Gostar do filho é desaprender a dormir para poder dormir em paz. É
aprender a renunciar e agüentar. É redescobrir agasalhos, natais, escadas
rolantes, selos, caixas de fósforo, botão, prancha ou vestidinho.
Gostar do filho é a possibilidade da esperança. É conviver é roçar a
pele, é ficar todo mole quando ganha um abraço espontâneo depois de ter
rejeitado tantos outros lá fora. É ser cego e clarividente. Profeta e embotado.
Sábio e burraldo. Gênio e borra-botas. Valente e covarde. Bobão e frio.
Inseguro e protetor.
Gostar do filho é mudar a cada dia. Fundo. É contemplar os próprios
limites com mais tolerância porque alguém salvará a espécie. È virar lobo,
tigre, jumento ou colibri, palhaço, Homem Aranha, Batman, Bem 10.
Mas gostar do filho é sobretudos, saber esperar. Não ter a pressa de
aceitações, entendimentos e devoluções à vista. É saber conquistar pelo menos
uma lembrança compreensiva, não importa
quando venha, no fim dos tempos ou depois de amanhã.
Saber esperar as quatro estações cuidando as podas, as regras, os
adubos, como quem cumpre um ritual, se possível cantando as canções da
colheita, aquelas que trazem a messe e a esperança do fruto. Que virá. Também
ele. Carregado de sementes. (Artur da
Távola – Transcrito “Encontro nº 32 de 09/08/2009- Ig. Met.Central JF).
“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA,
ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã
e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”
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