domingo, 14 de abril de 2013



14/04/2013- Domingo -  Ducentésima Septuagésima Primeira Mensagem.

“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará”. (João 8.32).

A Verdade que Liberta é:

a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.

A Mensagem do Dia.

“Tribulação e angústia virão sobre a alma de qualquer homem que faz o mal, ao judeu primeiro e também ao grego: glória, porém, e honra, e paz a todo aquele que pratica o bem, ao judeu primeiro e também ao grego. Porque para com Deus não há acepção de pessoas.”  (Romanos 2.9-11). Poderá até haver uma ordem no ato de abençoar de Deus, porem as bênçãos serão para todos os que fizerem o bem. A Verdade que Liberta nos conduz a uma consciência crística, isto é, à visão perfeita do que é o bem e o mal, e é por essa consciência que em última instância todos os homens serão julgados. A única diferença entre o Cristão e o não Cristão é que para ele não haverá julgamento, uma vez que nenhuma condenação pesa sobre si, porque o sangue de Jesus cobriu o seus pecados e o resgatou de todas as dívidas diante do Criador que é o “PAI”.-  31/03/2013- Domingo – 14/04/2013- Domingo,


Notas e Reflexões.
Estudo da Palavra.

- GÁLATAS CAPÍTULO 2 - (I)


Estaremos estudando este importante capítulo escrito por Paulo aos Gálatas em duas lições.

Na primeira Lição estaremos abordando Gálatas 2.1-10 e na segunda abordaremos o restante do Capítulo.
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Gálatas 2.1-10.- Depois, passados catorze anos, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando comigo Tito. (2) E subi por uma revelação, e lhes expus o evangelho, que prego entre os gentios, e particularmente aos que estavam em estima; para que de maneira alguma não corresse ou não tivesse corrido em vão. (3) Mas nem ainda Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circuncidar-se; (4) E isto por causa dos falsos irmãos que se tinham entremetido, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão. (5) Aos quais nem ainda por uma hora cedemos com sujeição, para que a verdade do evangelho permanecesse entre vós. (6) E, quanto àqueles que pareciam ser alguma coisa (quais tenham sido noutro tempo, não se me dá: Deus não aceita a aparência do homem) esses, digo, que pareciam ser alguma coisa, nada me comunicaram; (7) Antes, pelo contrário, quando viram que o evangelho da incircuncisão me estava confiado, como a Pedro o da circuncisão (8) Porque aquele que operou eficazmente em Pedro para o apostolado da circuncisão esse operou também em mim com eficácia para com os gentios. (9) E conhecendo Tiago, Cefas e João, que  eram considerados como as colunas, a graça que se me havia dado, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fôssemos aos gentios, e eles à circuncisão; (10) Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres; o que também procurarei fazer com diligência.
INTRODUÇÃO.
No capítulo 1, observamos que Paulo defende o seu apostolado porque também ele foi ensinado por Jesus e, portanto, tem a mesma autoridade que os outros apóstolos. Questiona a fé dos Gálatas e o cuidado que devem ter com os “falsos irmãos” que querem trazer o judaísmo para dentro do Evangelho de Jesus Cristo. Por fim, declara que seu ministério é voltado para os gentios (Gálatas 1.16).

 “Catorze anos depois, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também a Tito” (Gálatas. 2.1).

Barnabé ainda continuava sendo um grande cooperador de Paulo. Foi ele a primeira pessoa a acreditar na sua conversão e o apresentou aos apóstolos (Atos 9.27). Tito foi outro cooperador para quem Paulo escreveu uma epístola pastoral. Ele está em Jerusalém, território dos judeus.

“Subi em obediência a uma revelação; e lhes expus o Evangelho que prego entre os gentios, mas em particular aos que pareciam de maior influência, para, de algum modo, não correr ou de ter corrido em vão” (Gálatas 2.2-4).

1. O EVANGELHO PARA GENTIOS E JUDEUS.

Deus impeliu Paulo a estar em Jerusalém e expor sua metodologia de pregação do evangelho para os gentios, na sua platéia havia gente influente (Gálatas 2.2). O tema circuncisão volta à tona e Paulo sabe que seu cumprimento remete ao LEGALISMO (Gálatas 2.3), esse desejo de voltar ao legalismo era desejo dos “falsos irmãos”. O apóstolo combate o ensinamento dos judaizantes e entende que a volta da circuncisão é contrária à liberdade que o evangelho traz (Gálatas 2.4). Em Atos 16.3, Paulo consentiu na circuncisão de Timóteo para que o mesmo não perdesse a autoridade enquanto autoridade da igreja.

“Aos quais nem ainda por uma hora nos submetemos, para que a verdade do evangelho permanecesse entre vós. E, quanto àqueles que pareciam ser de maior influência (quais tenham sido, outrora, não me interessa; Deus não aceita a aparência do homem), esses, digo, que me pareciam ser alguma coisa nada me acrescentaram; antes, pelo contrário, quando viram que o evangelho da incircuncisão me fora confiado, como a Pedro o da circuncisão” (Gálatas 2.5-7).

O apóstolo tem grande preocupação com esses falsos irmãos. O retorno do legalismo seria um grande perigo para a doutrina da igreja e menciona que tais irmãos são rebeldes (Gálatas 2.5). Também reconhece que homens influentes no passado, não têm autoridade para opinar na pureza e eficácia do Evangelho de Cristo confiado a ele (Gálatas 2.6). Paulo vibra ao falar que o Evangelho da Incircuncisão (gentios) lhe fora confiado e o aceitou como um grande desafio, além de fazer uma grande distinção quanto ao papel de Pedro (Gálatas 2.7).

Cada indivíduo livre das tradições, que se beneficia da coragem de Paulo, irá continuar vigilante no movimento de resistência formado por ele.

.2. PAULO ERA TOLERANTE.

Paulo era tolerante e paciente para com muitas outras coisas (cf. 1ª Corintios 13-4-7), mas inflexível quando se tratava da “verdade do evangelho”. A revelação que ele recebeu de Cristo é o único evangelho que tem poder para a salvação de todo aquele que crê (Romanos 1.16). Paulo sabia que não devia transigir com o evangelho, por causa da paz, da união ou de correntes teológicas. Estava em jogo tanto a glória de Cristo, quanto a salvação dos perdidos. Hoje, se abrirmos mão d’alguma parte do evangelho que temos, conforme o Novo Testamento, começamos a destruir a única mensagem que nos salva da destruição eterna (cf. Mateus 18.6).

“E, quanto àqueles que pareciam ser de maior influência (quais tenham sido, outrora, não me interessa; Deus não aceita aparência do homem), esses, digo, que me pareciam ser alguma coisa, nada me acrescentaram” (Gálatas 2.6).

Líderes cristãos extremamente respeitados podem nos decepcionar. Deus não considera posições sociais ou qualquer tipo de atuação (Romanos 2.11). Líderes devem ser respeitados, mas, nossa fidelidade maior deve ser a Cristo. É possível respeitar o ofício sem reverenciar a pessoa.

3. DEUS NÃO TEM FAVORITOS.

Deus não usa de favoritismo com ninguém por causa da tradição, reputação, posição ou sucesso (cf Lêvítico 19.15; Jó 34.19; Deuteronomio 10.17; Atos 10.34; Efésios 6.9). Deus vê o coração, o seu interior, e seu favor permanece sobre aqueles que voltam sinceramente para Ele com amor, fé e pureza (cf. 1º Samuel 16.7); Mateus 22.28; Lucas 16.15; João 7.24; 2ª Corintios 10.7; 1ª Corintios 13.1).

No Concílio Apostólico, por sua vez, os “respeitados” e a delegação de Antioquia, tendo Paulo como porta voz, concordavam que Pedro e Paulo haviam sido chamados por Deus para a edificação das comunidades judeus-cristãos. O evangelho gentio-cristão de Paulo teve, portanto, total aprovação eclesial:

“(Pois aquele que operou eficazmente em Pedro para o apostolado da circuncisão também operou eficazmente em mim para com os gentios) e, quando conheceram a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, que eram reputados colunas, me estenderam, a mim e a Barnabé, a destra de comunhão, a fim de que nós fôssemos para os gentios, e eles, para a circuncisão; recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também me esforcei por fazer” (Gl 2.8-10).

Os judaizantes, erroneamente, não só negavam a origem divina da missão de Paulo, mas também se colocavam contra o consenso eclesial.

4. CONCLUSÃO.

Paulo continua a sua defesa ao mencionar que ele tem o mesmo status de Pedro dentro do discipulado de Cristo. A mensagem de Cristo é eficaz para ambos (Gálatas 2.8). Tiago, Cefas (Pedro) e João entenderam que Cristo havia removido a barreira entre judeus e gentios e estendem a ele a “destra da comunhão”, apesar de distintos, ambos os ministérios são co-participantes da mesma Graça (Gálatas 2.9). Pobres e necessitados foram o foco do ministério de Cristo, também entendido por Paulo (Gálatas 2.10).

É mediante o Espírito Santo que a vida ressurreta de Cristo continuamente nos é comunicada (João 16.13-14; Romanos 8.10-11). Participamos da morte e ressurreição de Cristo pela fé, a crença, a confiança, o amor, a devoção e a lealdade que temos no Filho de Deus que nos amou e se entregou por nós (cf. João 3.16). Esse viver pela fé pode ser considerado como viver pelo Espírito (Gálatas 3.3; 5.5; Romanos  8.9-11).

Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres; o que também procurarei fazer com diligência. (Gálatas 2.10).

“Objetivo principal do Projeto Amor: Promover o Crescimento Emocional e Espiritual das pessoas que temem a Deus através do estudo da palavra e pela a Ação do Espírito Santo”.

“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”

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