30/07/2013-
Terça Feira –Trecentésima Septuagésima Quinta Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará”. (J oão 8.32).
A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.
A Mensagem do dia.
“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao
seu santo nome. Bendize, ó minha alma ao Senhor, e não te esqueças de nenhum só
de seus benefícios.” (Salmo 103:1-2). Quando o salmista escreveu este salmo,
ele estava trazendo recordações tão gloriosas! Quantas vezes você inicia o dia
não bendizendo, mas murmurando? E a murmuração é a linguagem daqueles que ainda
não conhecem do favor do Senhor. É a linguagem daqueles que começam o dia reclamando,
não bendizendo, agindo em contrário àquela expectativa de fé, marcada de
esperança e de certeza. Eu
não sei como você começou o dia de hoje, mas eu gostaria tanto que em seus
lábios houvesse cânticos de louvor e de adoração, que você pudesse dizer como o
salmista: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o
seu santo nome.” – 09/07/2013- Terça Feira.- 30/07/2013- Terça Feira.
Notas e Reflexões.
Anos finais e morte
Seus anos finais foram passados em tranquilidade interior, quando segundo seus biógrafos primitivos seu amor e compaixão por todas as criaturas fluíam abundantes, ao mesmo tempo que ele experimentava repetidas visões e êxtases místicos, fazia outros milagres, continuava a percorrer a região em pregações, e multidões acorriam para vê-lo e tocá-lo. No Natal de 1223 foi convidado pelo senhor de Greccio para celebrar a festa numa gruta com pastores e animais, desejando recriar o nascimento de Cristo em Belém, sendo a origem da tradição dos presépios. Na primavera seguinte viajou para a Porciúncula a fim de assistir a reunião do Capítulo Geral, e em seguida retirou-se para o santuário do Monte Alverne, acompanhado dos irmãos Leo, Ruffino, Angelo, Silvestre, Illuminato, Masseo e talvez também Bonizzo. Muitas vezes os deixava e se embrenhava nas matas, a fim de meditar solitário, levando consigo apenas os Evangelhos e comendo muito pouco. Às vezes o Irmão Leo, em segredo, o observava, e por mais de uma vez testemunhou seus êxtases e viu parte das visões que o santo via. Nos estados contemplativos eram-lhe reveladas por Deus não somente coisas do presente, mas também do futuro, assim como lhe fazia conhecer as dúvidas, os secretos desejos e os pensamentos dos irmãos. Numa dessas ocasiões, segundo relata a coletânea I Fioretti di San Francesco, o Irmão Leo o viu levar a mão ao peito e parecer tirar algo de lá e oferecer a uma língua de fogo que descera sobre ele. Perguntando depois o que sucedera, Francisco respondeu:
"Por que vieste aqui, irmão cordeirinho? Diz-me: viste ou ouviste
alguma coisa?
"Leo respondeu: Pai, ouvi-te falar e repetir várias vezes: 'Quem és
Tu? Quem és Tu, oh dulcíssimo Deus? E eu quem sou, verme desprezível e teu
inútil servo?'
"Ao que
Francisco disse: Sabe, irmão cordeirinho de Jesus Cristo, que, enquanto eu
dizia aquelas palavras que ouviste, eram nesse momento mostradas à minha alma
duas luzes, uma a da revelação e do conhecimento do Criador, a outra a do
conhecimento de mim mesmo. Quando eu dizia 'Quem és Tu, oh meu dulcíssimo
Deus?', estava numa luz de contemplação na qual via o abismo de infinita
bondade, sabedoria e poder de Deus; e quando dizia 'Que sou eu, etc.', estava
numa luz de contemplação na qual via a profundidade lamentável da minha abjeção
e miséria, e era por isso que indagava do Senhor da infinita bondade o mistério
de Ele dignar-Se a visitar-me, a mim que não sou mais que um verme desprezível
e inútil. E entre outras coisas que Ele me disse, pediu-me que Lhe fizesse três
dádivas, e eu respondi-Lhe: 'Meu Senhor, sou Teu, e bem sabes que nada tenho
além da túnica, da corda e das bragas, e estas três coisas também são Tuas. Que
posso pois oferecer ou dar à Tua majestade?' Então Deus disse-me: 'Procura no teu
íntimo e oferece-me o que lá encontrares.' Eu procurei e encontrei lá uma bola
de ouro e ofereci-a a Deus; e fiz isso três vezes, pois três vezes Deus mo
ordenou; depois ajoelhei três vezes e bendisse e agradeci a Deus que me dera
alguma coisa para eu Lhe oferecer. E logo me foi dado compreender que essas
três oferendas significavam a santa obediência, a extrema pobreza e a belíssima
castidade que Deus, por Sua graça, me concedeu observar tão perfeitamente. E
como Deus depositara no meu íntimo aquelas três bolas de ouro, assim também deu
à minha alma essa virtude de sempre O louvar e enaltecer, com o coração e a
boca, por todos os bens e por todas as graças que Ele me concedeu, por Sua
santíssima bondade."
Durante uma dessas meditações, em 14 de
setembro de 1224, no dia da festa da Exaltação da Cruz, Francisco viu a figura
de um homem com seis asas, semelhante a um serafim, e pregado a uma cruz, e à medida que
continuava na contemplação, que lhe dava imensa felicidade mas era sombreada de
tristeza, sentiu se abrirem em seu corpo as feridas que o tornaram uma imitação
do próprio Cristo crucificado. Foi, dessa forma, o primeiro cristão a ser estigmatizado,
mas enquanto isso lhe trazia alegria, sendo um sinal do favor divino, foi-lhe
motivo de muito embaraço e sofrimento físico. Sempre tentou ocultar os estigmas
com faixas e seu hábito, e poucos irmãos os viram enquanto ele viveu. Mas eles
lhe causavam muita dor e com isso dificultavam seus movimentos, além de
sangrarem com frequência. Muitas vezes teve de ser carregado por não poder
andar, ou teve de viajar sobre uma mula, o que não era permitido aos irmãos por
ser um luxo. Também padeceu de outras enfermidades, ficou quase cego, e as suas
dores de cabeça eram terríveis, mas apesar de receber ordem de procurar
tratamento, os médicos nada puderam fazer para aliviá-lo. Passou algum tempo
sob os cuidados de Clara, e ali deve ter composto, em 1225, seu Cântico
ao irmão Sol, mas sua condição se deteriorava diariamente, e
ditou seu Testamento. Melhorou
então, e viajou para um eremitério perto de Cortona, mas ali piorou novamente, e foi levado
para Assis, hospedando-se na casa do bispo em meados de 1226. Pouco depois,
pediu para ser levado à Porciúncula, para que pudesse morrer entre os irmãos.Sentindo a morte próxima, solicitou a uma amiga romana, a nobre Jacopa de' Settesoli, que trouxesse o necessário para seu sepultamento, e também alguma comida bem preparada, que ele havia provado em sua residência em Roma e que deveria aliviar seu sofrimento. Foi despedir-se de Clara e das irmãs em São Damião e voltou à Porciúncula, deu instruções para ser sepultado nu, e no por do sol de 3 de outubro de 1226, depois de ler algumas passagens do Evangelho, faleceu rodeado de seus companheiros, nobres amigos e outras personalidades. As fontes antigas dizem que nesse momento um bando de aves veio pousar no telhado e cantou. Logo em seguida o Irmão Elias notificou a todos de seu desaparecimento e divulgou sua estigmatização, até ali mantida em sigilo, seu corpo foi examinado por muitas testemunhas a fim de comprová-lo, e o povo de Assis e dos arredores acorreu para prestar-lhe sua última homenagem.
Foi enterrado no dia seguinte na igreja de São Jorge. Menos de dois anos depois, o papa Gregório IX foi pessoalmente para Assis para canonizá-lo, o que aconteceu em 6 de julho de 1228 com grande pompa. Em 1230 foi inaugurada uma nova basílica em Assis, que recebeu seu nome e hoje guarda as suas relíquias e abriga o seu túmulo definitivo. A basílica foi decorada no fim do século XIII por Giotto di Bondone com uma grande série de afrescos que retratam a vida do santo. (Fonte: Internete – Portal dos Santos).
“Estamos chegando ao final de mais uma fase do
PAM. Faltam apenas 01 (Uma) lição e em seguida entraremos numa nova fase, após
15 dias de recesso (1º- a 15/08/2013).”
“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E
SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para
sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam).
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