27/07/2013- Sábado -
Trecentésima Septuagésima Segunda Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade
vos Libertará”. (João 8.32).
A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.
A Mensagem do dia.
" ... e tudo quanto pedirdes em oração,
crendo, recebereis." MT 21: 22 "Só teremos Vitória sobre
nosso inimigo, se fortalecermos no Senhor diariamente."
"Alegra-te no Senhor e ELE satisfará os desejos de seu Coração." Sl
37:4. Email de 27/03/2010. . Observe que é a partir do vale que as oportunidades surgem. Após
vencer o filisteu, a vida de Davi tomou um novo rumo e ele foi conduzido ao
trono da nação. Sua vida secreta será recompensada com fronteiras ampliadas.
Por isso Jesus disse: “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando
a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto,
te recompensará publicamente” (Mt 6.6). – 06/07/2013- Sábado. – 27/07/2013- Sábado.
Notas e Reflexões
Estamos chegando ao final
de mais uma fase do PAM. Faltam apenas 04 (quatro) lições e em seguida
entraremos numa nova fase, após 15 dias de recesso (1º- a 15/08/2013). Que tal
conhecermos um pouco de São Francisco de Assis neste final de estudos.
São Francisco de Assis – (I)
Biografia.
Era filho do comerciante italiano Pietro di Bernadone dei
Moriconi e sua esposa Pica Bourlemont, cuja família tinha raízes francesas. Os
pais de Francisco faziam parte da burguesia da cidade de Assis, e graças a
negócios bem sucedidos na Provença, França, conquistaram riqueza e bem estar. Na
ausência do pai, em viagem à França, sua mãe o batizou com o nome de Giovanni
(João, em português, a partir do profeta São João Batista) na igreja construída em
homenagem ao padroeiro da cidade, o mártir Rufino. A origem de seu nome
Francesco (Francisco) é incerta. Para uns, depois de uma viagem à França, onde
o menino teria ficado cativado pela vida francesa, sua música, sua poesia e seu povo, seu pai teria começado a chamá-lo de
"francesco", que significa "francês" em italiano. Para
outros seu pai teria feito, em vez, uma homenagem ao país natal de sua esposa,
embora não haja provas de sua naturalidade francesa. Também foi sugerido que o
nome foi dado por seu gosto pela língua francesa, que perdurou por toda a vida de
Francisco e era em sua época a linguagem por excelência da literatura cavaleiresca e da expressão amorosa.
O menino cresceu e se tornou
um jovem popular entre seus amigos, por sua indisciplina e extravagâncias, por
sua paixão pelas aventuras, pelas roupas da moda e pela bebida, e por sua
liberalidade com o dinheiro, mas mostrava uma índole bondosa. Era nessa época
fascinado pelas histórias de cavalaria, e desejava
ganhar fama como um herói. Assim, em 1202
alistou-se como soldado na guerra que Assis desenvolvia contra Peruggia, mas foi capturado e permaneceu preso,
à espera de um resgate, por cerca de um ano. Ao ser libertado caiu doente, com
episódios de febre que duraram quase todo o ano de 1204. Ali
se apresentaram as duas afecções que o acompanharam por toda a sua vida:
problemas de visão e no aparelho digestivo.
Depois de recuperado tentou novamente a
carreira das armas, engajou-se em 1205 no exército papal
que lutava contra Frederico
II, incentivado por um sonho que tivera. Nele apareceu-lhe alguém
chamando-o pelo nome e levando-o a um rico palácio, onde vivia uma linda
donzela, e que estava cheio de armas resplandecentes e outros apetrechos de
guerra. Indagando de quem eram essas armas esplêndidas e o palácio magnífico,
foi-lhe respondido que tudo aquilo era seu e de seus soldados. Animado com a
perspectiva de glória, pôs-se a caminho, mas no trajeto teve outro sonho, ou
uma visão, onde ouviu, segundo a versão da Legenda trium sociorum, uma
voz a dizer: Quem te pode ser de mais proveito? O senhor ou o servo?
Como Francisco respondesse: O senhor, ouviu novamente a voz: Então
por que deixas o senhor pelo servo e o príncipe pelo vassalo?. Confundido,
Francisco disse: Que queres que eu faça?, e a voz replicou: Volta para
tua terra, e te será dito o que haverás de fazer. Pois deves entender de outro
modo a visão que tiveste. Poucos dias depois, já em Assis, durante uma
algazarra com seus amigos, teria sido tocado pela presença divina, e desde
então, segundo a Legenda, começou a perder o interesse por seus antigos
hábitos de vida e mostrar preocupação pelos necessitados. Eleito "rei da
juventude" em um festejo folclórico tradicional, em vez de preparar-se
para a entrada em uma vida de casado, como seria o costume, retirou-se,
conforme relatou seu primeiro biógrafo Tomás de Celano, para uma caverna a fim de meditar, acompanhado de apenas um amigo fiel,
para quem revelou suas preocupações e seu desejo de obter o tesouro da sabedoria e de desposar a vida religiosa. Mas
ainda era um período de hesitação. Quando tinha arroubos de devoção e os
expressava publicamente, era ridicularizado; tinha pesadelos com uma horrível
mulher corcunda, e imaginava que esta era a imagem de sua futura vida de
pobreza.
Certo dia saiu em um passeio pelos campos
nos arredores, e ao penetrar em uma clareira ouviu o som do sino que os leprosos, proscritos pela sociedade, deviam usar
para indicar a sua aproximação, e logo se viu frente a frente com o homem
doente. Fazia frio e o leproso tinha apenas trapos sobre o corpo. Francisco
sempre sentira repulsa dos leprosos, mas nesse momento desceu de seu cavalo e
cobriu o homem com seu próprio manto. Espantado consigo mesmo, olhou nos olhos
do outro, e viu sua gratidão, e enquanto ele mesmo chorava, beijou aquele rosto
deformado pela moléstia. Este parece ter sido o ponto de virada em sua vida,
mas sua vocação não se declarou toda subitamente, e a cronologia desses e outros episódios
preparatórios para sua conversão não
é clara nas fontes antigas. Também parece ter tentado seguir o ofício de seu
pai, mas sem conseguir devotar-se a ele. Ao contrário, estava cada vez mais
interessado em ajudar os pobres.
Mas certa feita entrou para orar na igreja
de São Damião, fora
das portas da cidade, e ali, diz a tradição, ele ouviu pela primeira vez a voz
de Cristo, que lhe falou de um crucifixo. A voz chamou a sua atenção para o
estado de ruína de sua Igreja, e instou para que Francisco a reconstruísse.
Imediatamente voltou para sua casa, recolheu diversos tecidos caros da loja de
seu pai e os vendeu a baixo preço no mercado da cidade, e voltou para a igreja
onde tivera sua revelação doando o dinheiro para o padre, a fim de que ele
restaurasse o prédio decadente. Ao saber disso o pai se enfureceu e mandou que
o buscassem. Atemorizado, Francisco se escondeu em um celeiro, onde seu amigo lhe levava um pouco de
comida. Passado algum tempo, decidiu revelar-se, e diante do povo de Assis se
acusou de preguiçoso e desocupado. A multidão o tomou por louco e divertiu-se
apedrejando-o. O pai ouviu o tumulto e o recolheu para sua casa, mas o
acorrentou no porão. Alguns dias depois sua mãe, por compaixão, livrou-o das
correntes, e Francisco foi buscar refúgio junto ao bispo.
O pai seguiu-o e o acusou de dissipador de sua fortuna, reclamando uma
compensação pelo que ele havia tirado sem licença de sua loja. Então, para a
surpresa de todos, Francisco despiu todas as suas belas roupas e as colocou aos
pés do pai, renunciou à sua herança, pediu a
bênção do bispo e partiu, completamente nu, para iniciar uma vida de pobreza
junto do povo, da qual jamais retornou. O bispo
viu nesse gesto um sinal divino e se tornou seu protetor pelo resto da vida.
(Fonte: Internete – Portal dos Santos).
- Veja amanhã, em “Estudo da Palavra”: “A importância do investimento no discipulado”.
“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA, ENVIA E
SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã e para
sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”
(Todo
material desse blog pertence ao arquivo do PAM-CVL. Seu uso é liberado sem
restrição, solicitando-se apenas a
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