21/07/2013- Domingo -
Trecentésima Sexagésima Sexta Mensagem.
“Conhecereis a Verdade e a Verdade
vos Libertará”. (João 8.32).
A Verdade que Liberta é:
a) O Cristo dos Evangelhos;
b) Incontestável;
c) Renovadora.
A Mensagem do
Dia.
É dura a Lei do envelhecimento. Por isso viva
intensamente cada momento e dá prioridade a cada instante ao que mais importa e
não te detenhas em superficialidades e em coisas vãs que te fazem perder o
caminho da felicidade. Se estás como eu, aproximando dos 80, mande fazer a
melhor foto possível e depois compare com as fotos mais lindas do período em
que tinhas de 20 a
30 anos. Por maior que seja o estrago feito pela vida, não lamente, agradeça ao
Criador, pois viver nesse plano é o maior privilégio que conhecemos até aqui.
Diz a Bíblia que os anjos gostariam de passar por essa experiência. Ah! Não se
esqueça, os estragos acontecem apenas ao corpo físico, a cabeça e a alma podem
se rejuvenescer e tomar novas formas, muito
mais lindas (Salmo 103.5). E mais ainda... o Criador ao nos colocar
neste planeta com este corpo transitório teve como objetivo primeiro o de
sublimar a alma e desenvolver os espíritos pela a ação do “Grande Espírito”, o
“Espírito Santo”, o próprio “Deus”.- Alfredopam – 30/06/2013- Domingo. –
21/07/2013- Domingo.
Notas e Reflexões.
Estudando a Palavra:
SATANÁS, O AUTOR DAS HERESIAS - (IV/IV)
Pr. Elias RibasV. DOIS REINOS OPOSTOS
No princípio de toda a criação divina,
tudo era comum e perfeitamente harmoniosa até que Lúcifer rebelou-se contra o
Criador e contra o seu governo (Is 14.13-14). Em sua rebelião contra Deus as
estruturas criadas e estabelecidas foram afetadas. A Bíblia declara que Deus
havia ficado satisfeito com tudo quanto havia criado (Gn 1.31), mas Lúcifer
resolveu interferir na criação corrompendo-a. Por esse ato, ficou definido quem
é quem: o Reino de Deus e o reino de Satanás.
Os dois reinos são opostos, mas não são
iguais. É falsa a teoria que defende a idéia que coloca o diabo como igual a
Deus. Essa teoria tem sido demonstrada ignorantemente por muitos. São dois
poderes, um maior, outro menor. Deus é onipotente, mas o Diabo não tem todo o
poder. Ele é limitado, por isso não pode ser comparado com o Senhor.
2.
Dois reinos se opõem em batalha.
Na primeira batalha cósmica Lúcifer
levou atrás de si uma multidão de anjos. A partir daí, ele formou seu próprio
reino constituído de demônios e homens sem Cristo. Aos que servem ao Reino de
Deus se identificam com as coisas desse reino. Entretanto, a diferença entre os
dois reinos se nota em suas manifestações. Os que estão no da luz fazem suas
obras distintamente das obras das trevas. A Bíblia declara que “o Senhor
conhece os que são seus” (2ª Tm 2.19). A soberania de Deus é incomparável. Por
isso, nenhum outro poder pode ser-lhe igualado. Ele está acima de Satanás, e
não corre o risco de perder essa posição, porque se trata de uma posição e
estado eternos. Sua Soberania é única, singular e inigualável. Não se pode
imaginar um dualismo de forças entre o bem e o mal. O bem sempre vence o mal.
Quando Lúcifer fez sua declaração unilateral de independência, Deus poderia
tê-lo destruído completamente, mas não o fez para preservar o restante da
criação. Por outro lado, a Bíblia nos faz entender que a oposição de Satanás
está sob o controle total do Criador, nada faz sem a sua vontade permissiva. Ao
se oporem a Deus, Satanás e seus demônios, inevitavelmente, cumprem alguns
propósitos divinos, incompreensíveis a limitada inteligência humana, porém, maravilhosamente
possíveis à mente divina. Toda essa batalha se processará até o tempo em que Deus derrotará para sempre os seus inimigos, ou seja, até o juízo
final (Ap 20.11-15).
VI- CUIDADO COM A
BÍBLIA NA BOCA DO DIABO.
O salmista nos ensina a reter as sagradas
letras em nossos corações para não pecarmos contra o Senhor (Sl 119.11). Um
conselho simples de entender e, talvez, não tão simples de praticar, mas que,
reconhecidamente, pode nos assegurar uma vida cristã aprazível diante de Deus.
É por isso que todo cristão tributa reverência à Palavra de Deus, pois
identifica sua divina inspiração e sabe que ela é “lâmpada para os seus pés”
(Sl 119.105). Que outra “isca” poderia desfrutar de tamanha atratividade e
autoridade entre os crentes? O diabo, conhecedor dessa primazia, utiliza-se com
eficácia da Bíblia para ludibriar as pessoas. Ele se vale da “lâmpada” que
deveria iluminar os caminhos da humanidade para escurecê-los, conduzindo a
todos quanto pode às trevas do abismo (1ª Pe 5.8).
Na verdade, esta é uma estratégia tão
lógica quanto antiga e foi pretensiosamente empregada pelo diabo ao próprio
Filho de Deus: “Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser
tentado pelo diabo [...] Então o diabo o transportou à cidade santa, e
colocou-o sobre o pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus,
lança-te da aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a
teu respeito, e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra
[citação do Sl 91.10-12]. Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o
Senhor teu Deus” [citação de Dt 6.16] (Mt 4.1,2,5-7).
“Está escrito”. Estas são palavras que
abrem caminhos para o diálogo inter-religioso. Porventura não é isso que dizem
aqueles que vêm às nossas portas todos os domingos matinais? Não é isso que
prega a grande maioria das seitas? Aliás, não é isso que nós mesmos afirmamos
ao apresentarmos o evangelho a alguém? Está escrito! Acertadamente ou
erroneamente, o fato é que muitos utilizam a mesma moeda.
Perceba a forma sorrateira como as
coisas ocorrem. Até mesmo os grupos que defendem crenças esotéricas orientais
não resistem ao apelo dessa tática, pois, por mais rudimentar e óbvia que
pareça, ela é funcional. É funcional porque muitos não conhecem a Palavra de
Deus de forma satisfatória. É funcional porque muitas escolas bíblicas
dominicais estão vazias. É funcional porque poucos líderes incentivam os
membros de sua igreja ao desenvolvimento de um curso teológico. É funcional
porque culto de ensino não dá “quorum”. Enquanto outros elementos (também
importantes) do culto são supervalorizados, o ensino é menosprezado.
Perseguimos a graça, abandonamos o conhecimento (2ª Pe 3.18), e, como
conseqüência, nos tornamos crentes sem equilíbrio entre estes “pólos”. Mas
nesse ínterim alguém poderia objetar entendendo que esta é uma colocação
imprópria, pois, na verdade, não se trata de pólos, mas de elementos que se
complementam. Mas, lamentavelmente, é assim que eles são verificados na
prática, como pólos, como se fossem um a oposição do outro. Qual é a implicação
dessa conduta?
Vulnerabilidade. Esta palavra resume a
situação do crente que não conhece e não se importa em aprender as doutrinas
bíblicas. É vulnerável. Está suscetível à persuasão por meio dos argumentos
mais banais. Mas, considere, na maioria dos casos não o são, pois há muitos
peritos na invenção de estranhas interpretações bíblicas capazes de fazer
hesitar até mesmo os mais preparados. O caminho desses crentes é vacilante
porque não possuem alicerces. E, por conta disso, crente assim é alguém que
corre risco de morte, e morte eterna. Basta um prosélito dizer “está escrito” e
suas convicções estremecem, a apostasia dá início ao seu processo e sua
concepção torna-se uma questão de tempo, pouco tempo. Lembre-se, a distorção do
texto bíblico por meio de acréscimos ou decréscimos sempre será evidente entre
as seitas, embora alguns não enxerguem isso tão claramente.
Discernindo as coisas desta forma,
podemos classificar a ignorância das doutrinas bíblicas como uma enfermidade,
forte indício de imaturidade da fé. O escritor aos hebreus censura os crentes
que deveriam possuir grande cabedal de conhecimentos, mas ainda permaneciam na
condição de principiantes: “Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda
necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos
das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite e não de
sólido mantimento. Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está
experimentado na palavra da justiça, porque é menino” (Hb 5.12,13).
Como Jesus se comportou diante das
palavras do diabo? Ele empregou a interpretação da Bíblia pela Bíblia: Scriture
sacre sui ipsius interpres, ou seja, “a Sagrada Escritura se interpreta a si
própria”. Respondeu “está escrito” do diabo com um “também está escrito”,
igualmente contido nas Escrituras Sagradas. Será que temos tal habilidade?
Talvez a resposta seja “não”. Mas o que estamos fazendo para mudar este estado?
Se a resposta permanecer negativa, então a situação é grave e precisa ser
remediada com emergência. O que faríamos se nos deparássemos com “a Bíblia na
boca do diabo?” Uma citação bíblica distorcida só pode ser respondida com
conhecimento integral das Escrituras. Até quando trocaremos “o sólido
mantimento” pelo “leite da infância”? Cuidado, esta não é uma situação que pode
ser sustentada por longo tempo!
“Sede
sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor como leão que
ruge procurando alguém para devorar:” ( I Pedro 5.8).
“Que o DEUS que CHAMA, CURA, CAPACITA,
ENVIA E SUSTENTA nos abençoe e nos guarde para os seus propósitos hoje, amanhã
e para sempre. AMÉM! AMÉM e AMÉM!!! – (Alfredopam)”
(Todo material desse blog pertence ao arquivo
do PAM-CVL. Seu uso é liberado sem restrição, solicitando-se apenas a citação da fonte:
PAM-CVL-Alfredopam).
(Visite meu blog:
pamcvl.blogspot.com.br)
Nenhum comentário:
Postar um comentário